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Sonhos de Colorados: Títulos do INTER

Estou convencida, que o nosso INTER é feito todo de sonhos dos Colorados. Se não vejamos.

Um pessoal meio radical, com idéias modernas demais para os viventes de terras gaúchas, sonhavam em montar um clube democrático. Fundaram o tal, trabalharam e pronto. Depois de alguns anos, o clube já era efetivamente conhecido como clube do povo. Depois sonharam que ganhariam o título de donos desta terra. Era preciso ter uma casa. Era preciso massacrar de tão valente. Veio o campeonato gaúcho, a era dos Heucaliptos, veio o Rolo Compressor.

Com olhos no futuro, imaginou-se que assim como os grandes desbravadores gaúchos, que colonizaram boa pare deste país, o clube precisava conquistar o Brasil. Era preciso sonhar mais alto. E outra casa se fez, maior e mais imponente. E a torcida cresceu, e por três vezes conquistamos o país continental.

Anos foram passando e os sonhos não se renovaram. Nossa terra, o país… Cada vez ficava mais difícil atingir o topo dos dois montes em frente. Nossa casa vazia!

Até que um dia, amanheceu em frente ao Gigante, um sol muito mais brilhante do que durante o verão. E o calor inundou o pensamento dos Colorados. Naquela noite, todos os sonhos foram muito maiores. E aquele grupo reunido, começou a sonhar. Foram tantos sonhos, que muitos vieram ver de perto e acreditaram neles. E cantaram bem forte, que nada vai nos separar. E todos os Colorados, sonharam juntos, cantaram juntos. E muito rapidamente, mais rápido que qualquer outro clube pudesse imaginar, os sonhos foram feitos realidade. O Inter, assim como Colombo, conquistou a América e logo também ganhou o mundo. E ao completar 100 anos, foi o clube que mais cresceu.

Por isso, os Colorados não querem nunca mais parar de sonhar. Da última vez que alguém ousou contar o sonho da vez, tornaram-se bi campeões da América.

Então, dia destes um pessoal resolveu avisar que sonhar, lá pelas bandas do Menino Deus, dava certo demais! Então combinaram ir até uma tal de Padre Cacique e entoar uns cantos, fazer umas danças, e sonhar, e sonhar. Sonharam pra serem campeões de tudo outra vez. Ganhar o brasileiro e reconquistar o mundo inteiro. Sei não, mas parece que tem um pessoal querendo manter os Colorados acordados pra sempre! Não sabem eles, que é possível sonhar acordado!

Adriana Paranhos – Porto Alegre/RIO GRANDE DO SUL
INTER, minha paixão verdadeira!

Adriana Paranhos

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O guerreiro e suas conquistas

O BI DA AMÉRICA É MUITO MAIS DO QUE SOMENTE ISSO!

Quarta feira inteira foi de muito nervosismo e expectativa. Mas a madrugada de quinta foi só de festa. Que presente maravilhoso nos deu este Clube conhecido em todo mundo como INTERNACIONAL, o clube do povo. Os três gols fantásticos marcados nesta partida histórica refletiram nos olhos dos meus três filhos. E no meio do POVO, em plena ARQUIBANCADA COLORADA, nos abraçamos e choramos e nos sentimos mais fortes, porque nos emocionamos juntos. A família Colorada. E pra completar a felicidade, e quase derrubar meu já cansado coração de mãe torcedora do INTER, recebo este texto, escrito depois da festa pelo meu filho Guilherme. Estou orgulhosa do meu guerreiro Colorado!

A guerra, o combate, o guerreiro!

O guerreiro olha para os lados. Já não há inimigo. Já não há mais guerra. Já não há mais sofrimento. Ele bateu a todos. Foi difícil. Foi sofrido. Mas ele aguentou. Passou o braço na testa para tirar o suor. Tirava das costas o peso de todos obstáculos. Sentia os ombros leves. Sentia que junto com o cansaço, vinha uma nova energia. A energia da alegria de quem venceu.

Estremeceu por um instante. O sol timidamente brilhando no horizonte. Sentiu vontade de chorar. Mas era um guerreiro! E guerreiros não choram. Se conteve. Olhou para a cima, para as nuvens. Sentia-se completo. Largou a lança no chão. Limpou o sangue da espada que matou a tantos. Ele sabia:era mortal ! Desprendeu o escudo que não falhara na hora que precisou.

Tinha cicatrizes, sim, mas nenhuma maior que a vitória que obtivera. E agora, soltava as amarras da armadura. Deixava cair pesadamente na grama as várias partes da vestimenta de ferro que usava. Uma a uma as peças eram retiradas. A ultima peça a cair foi o elmo. O guerreiro tinha o corpo exausto, dolorido.

Do outro lado ainda era noite. Ele mirou as estrelas no ceu negro. Mais a frente estava o que queria. O objetivo de sua batalha. A razão de tudo pelo qual passara. Jazia cravado no coração do GIGANTE um estandarte todo de ouro, uma taça. O símbolo da terra, da América, que reconquistava. Sorriu diante do troféu. Esticou a mão. Estava tão próximo agora.
Sua mão tocou a haste gelada. Agarrou-a com firmeza. Com um grunhido arrancou-a da terra. Tomou o estandarte nas mãos. Apertou-o com força. E com um último movimento, a última gota de suor rolando pelo rosto, com um último esforço e a última fagulha de energia, levantou ao céu. Era todo seu. Enfim era vitorioso.

E a glória que alcançara ficaria marcada para sempre. Seu nome seria lembrado até o fim dos tempos. E não haveria sequer um ser sobre a terra que não saberia dos seus feitos. Foi aí que o guerreiro se deu por conta: A felicidade que parecia o tomar por completo, aquele sentimento maravilhoso que parecia transbordar, não o preenchia de fato.

O guerreiro olhou para frente. Ao longe,  havia um estandarte maior, mais belo e mais reluzente. O guerreiro sorriu. Já não havia mais cansaço. Vestiu a armadura novamente. Embainhou a espada. Prendeu o escudo no braço. Retirou a lança do chão. Baixou a viseira do elmo. Colocou o estandarte no ombro. Respirou fundo, e partiu, pois sabia que no próximo monte havia outra meta, maior que a última, mais gloriosa que qualquer outra. Partia para a conquista. Partia para  para a próxima terra, distante, além mar, pois mais do que um colecionador de troféus, era um Guerreiro!

Parabéns a todos os guerreiros que mereceram essa Libertadores! É mais que campeão! É Bicampeão! Agora só quero me afundar na cama. Como o guerreiro eu venci a batalha. Eu gritei com cada fibra do meu ser.

Eu vibrei, empurrando o time pra frente. Eu lutei junto com eles. Disputei cada bola. E a torcida Colorada toda estava junto. NÓS ESTÁVAMOS JUNTOS !

Daqui a pouco, novamente , todos juntos estaremos com o coração em campo nas terras árabes. Novamente o INTER será guerreiro. Eu serei teu guerreiro , até o fim dos tempos, quando não mais haverá sentido para lutas, porque o INTER  será soberano!

Guilherme Paranhos Cardoso

Adriana Paranhos – Porto Alegre/RIO GRANDE DO SUL
INTER, minha paixão verdadeira!

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Orgulho e Emoção

Bolivar comemora o segundo gol (Imagem: Vipcomm)

Vencer, apenas, não é o suficiente. Precisa ser sofrido, tem que ter emoção, tem que ser do jeito colorado. Que orgulho poder ver um time que se impõe, que vira o jogo, que vai pra cima.

Aquela bola não queria entrar no primeiro tempo. Beliscou a trave por duas vezes e deixou o grito trancado na garganta. Mas não havia um desespero por parte dos guerreiros em campo. A luta era completamente favorável. Nossos guerreiros já estavam pensando em ir para o vestiário, quando ela mostrou: é lá que quero entrar.

(Enlouqueci naquele lance-não acreditei, não entendi)

Mas nossos heróis compreenderam. Eles passaram o intervalo inteiro se perguntando porque ela quis mudar o lado. Porque ela só entraria na outra trave. Tudo bem, sentenciou o capitão. Então, faremos daquele gol, o gol em frente a popular. Vamos fazer pensar no mar vermelho criando uma onda que vai empurrar você até que vença o continente. Pense na calmaria de deslizar na rede branca, fazendo explodir está nação vermelha e quente como o sangue que dá ao INTER.

Foi assim que o comandante mandou-os de volta a campo. Um namoro rápido com a redonda e estava tudo acertado. Queres entrar lá, então que assim seja. E foi. Uma, duas vezes, e em tão pouco tempo, que ela decidiu ficar assim, de pé em pé, rondando o meio do campo, até que a partida findasse.

Estavam em euforia total. Ela, a torcida , a ARQUIBANCADA COLORADA. Estamos escancarando nossa felicidade! (Não adianta secar).

Estamos prontos para mais uma batalha. Agora será no nosso campo, nosso territorio. Nosso GIGANTE vai acordar a América inteira. Nossa Arquibancada Colorada vai dançar como soldados entre a mata. Vamos avançar, vamos conquistar. Vamos ser tudo o que o destino nos reservou, que a história atestou, que aprendemos a ser, que queremos ser, que merecemos ostentar.

Somos INTERNACIONAL!

Adriana Paranhos – Porto Alegre/RIO GRANDE DO SUL
INTER, minha paixão verdadeira!

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greNAL

Sandro, volante e guerreiro Colorado

Fui ao Beira-Rio neste domingo, com a desconfiança de que 2006 se repetiria. Não é que aconteceu?

Quem precisava vencer não o fez. Ao Portoalegrense cabia o esforço de salvar o emprego do técnico e sair da zona de rebaixamento. Ao INTER o jogo representava a manutenção do astral dos últimos dias, fazendo com que todos chegassem em São Paulo com esta motivação extra. Mas o meio campo Colorado não era o mais criativo nem o mais atuante. Mais uma vez Andrezinho deixou a desejar, entrando como titular. A defesa não comprometeu, mas o ataque….com Everton, muito esforço e nenhuma jogada mais aguda.

O time do vizinho da Azenha queria muito, mas não conseguiu mais do que meia duzia de boas intenções de jogadas, e alguma correria. Nas arquibancadas, a punição para a maioria das torcidas organizadas (vermelhas ou azuis) deixou o Gigante meio esquisito, sem muita vibração. Foi uma partida morna. E não vi tantos turistas.Isso foi bom.

Aliás, aproveito para explicar: no vocabúlario Internacional do Gigante, que chamamos de turista aquele torcedor, vindo de qualquer cidade, bairro, estado ou país, que nunca esteve no Beira-Rio antes, ou que não esteve por lá nos últimos 10 anos, por isso comportando-se de forma completamente inadequada. Não sabe as músicas mais cantadas, não sabe que a presença feminina hoje é muito normal nos estádios e que palavrões em demasia e gestos obcenos não combinam mais com futebol.

E o resultado de 2006 se repetiu. Um zero a zero que mantém o Portoalegrense onde ele deve ficar e que não tem grandes reflexos para o INTER no Brasileiro. Não, por enquanto. Se vencer o São Paulo na próxima quinta-feira, o empate será plenamente justificado. Este greNAL foi na verdade muito chato. Desviou nossa concentração no Morumbi, mas não servirá para impedir nossa classificação, lá na casa dos paulistas.

Entre os jogadores do INTER que estiveram em campo, vou me permitir um comentário a respeito de Sandro. Que outro jogador já vendido lutaria tanto pela sua já ex equipe? Ele foi soberano mais uma vez. Quando o vi jogar pela primeira vez, entre os titulares, falei pra alguém: “esse sabe jogar, tem visão do jogo“. Hoje eu diria que ele é mais do que isso. Ele é Colorado! Só pode ser!!!!!!!

Adriana Paranhos – Porto Alegre/RIO GRANDE DO SUL
INTER, minha paixão verdadeira!

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Um mundo de oportunidades, uma América a nossa espera!

O mundo se concentra na África. Iniciaram 32 equipes peleando nos campos africanos, pelo título de melhor seleção de futebol do mundo. Esqueçam as girafas e aquele sol que nos remete aos grandes cartões postais daquele continente. Pense apenas na Jabulani. Ela precisa entrar no gol e fazer países inteiros comemorarem. Parece que o mundo espera por esta oportunidade, ao menos no que diz respeito ao momento, para vibrar junto, numa só sintonia. São muitas oportunidades que rondam as grandes áreas, que passam por toda a extensão da pequena área. Poucos aproveitam estas chances. Quem mais aproveitar estará no degrau mais alto desta conquista, dos olhares apaixonados pelo esporte, dos esperançosos em voar agarrado aquela circunferência decorada e de couro,para a fama total.

Tudo o que o mundo quer são oportunidades. Nós, brasileiros, já aproveitamos cinco vezes e queríamos mais. O país se emocionou, vibrou e se paralisou pela possibilidade de embarcar em mais uma viagem, onde o retorno com a taça seria a única possibilidade aceitável. Mas, vejam só, ainda assim nada disso me fascinou. Acompanho, torço, mas já não me entusiasmo como antes. Isso tem uma explicação… a América me espera!

Minha memória, mais do que recente, não me deixa fixar os canarinhos em campo.Teimo em enxergar o uniforme branco e imponente ao lado de um azul com bordo choroso e arrasado. Nunca ouvi as tais cornetas irritantes, como dizem alguns. Ouço só o rugir de um Gigante ensandecido, numa noite fria de agosto. Os vermelhos combatendo no Morumbi (que aliás está fora da Copa) me fazem chorar quando penso que esta é a disputa que tanto espero.

Meio que cansei de Gana e da Itália. Alemanha e Argentina, sinto muito. Vou ver, mas acho difícil não dar uma cochilada. Mas INTER e São Paulo, São Paulo e INTER… meu Deus! Isso sim, me mantém acordada e nervosa. Essa é a nossa Copa, é a nossa decisão. É o nosso caminho de abrir e ganhar oportunidades. Eu quero o mundo em 2010. E vamos Inter, por que para isso, a América nos espera!

Adriana Paranhos – Porto Alegre/RIO GRANDE DO SUL
INTER, minha paixão verdadeira!

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Vitória rumo ao título

Foi no segundo tempo, um jogo monótono. Espero que somente o Inter tenha sido responsável por isso, quando resolveu não jogar. Mas, no primeiro tempo, o Inter foi um time que gostaria de ver mais vezes, no que diz respeito a movimentação, atitude!

Tem gente afirmando que o Glaydson arrumou o esquete. Não é isso. Mas lembro que nos mais fortes momentos do Inter, num passado recente, jogávamos com 3 volantes. Talvez o Glaydson, disfarçado de lateral, tenha agido em alguns momentos como volante e isso possa ter representado mais consistência.

Não consigo identificar exatamente. Mas o fato do Fossati ter terminado o jogo com o Glaydson no meio de campo, supreendeu a todos. E não posso dizer que deixou de me causar certo desconforto. Com Giuliano fora, mesmo que para poupa-lo, colocar o Glaydson naquele espaço do campo realmente parece piada. E quanto ao Andrezinho, sei que muitos gostam de vê-lo começando a partida como titular. Mas sinceramente me deixa nervosa. Vejo o time mais frágil defensivamente no meio de campo, com a presença dele.

O que importa é que passamos pelo Ipiranga e agora vamos encarar o Pelotas na final deste segundo turno. Um lobo que vem com dois titulares a menos (suspensos na partida contra o Zequinha) mas que pode bem já ter saciado a sua fome lá pelas bandas azuis. Espero muito que a ARQUIBANCADA COLORADA possa ver um INTER forte, seguro e criativo. Viva o Walter!!!!

Adriana Paranhos – Porto Alegre/RIO GRANDE DO SUL
INTER, minha paixão verdadeira!

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Pontos positivos

Vamos falar de coisas boas! Ou vocë não viu nada de bom no jogaço entre Novo Hamburgo x INTER?

Eu vi, sabem o que? As comemorações nos gols do Inter. E aliás, fazia tempo que não se via tantos gols lindos assim….

Pois é, e eu vi o Walter abraçando o Taison com muita alegria. E ele retribuiu esfuziante. E a imprensa onde fica, dizendo que tem racha no time e que o Taison quer a titularidade dada ao Walter?

O que tem que ser analisado é que a comeptição é mais do que sadia. Mas eles sabem que a competição faz o time evoluir e que todos precisam um dos outros. E o Dalessandro? Nossa quanto alegria…

Gostei da valentia do time. Mas precisa de valentia pra ganhar do Nóia? Claro que sim. O Nóia empatou o jogo duas vezes, depois de ter saído ganhando. É muito melhor do que o time do Cerro que enfrentamos na Libertadores. Estava correndo feito uns loucos. Mas o Inter manteve a grandeza da camisa vermelha e fez a sua parte.

Nestas horas, todos vem a diferença entre Inter e Nóia. Mas ninguém lembra de quanto o futebol se equiparou. E que bom que é assim, do contrário jamais teriamos visto o jogo de ontem, ou a Jamaica no mundial, ou o Senegal nas Olimpíadas….

Gostei da vibração da luta. Dou desconto para a defesa que mais uma vez estava improvisada. Deus do céu e da terra também, quando poderemos repetir em três jogos seguidos o time titular do INTER?

Adriana Paranhos / Porto Alegre – RIO GRANDE DO SUL
INTER, minha paixão verdadeira!

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Inauguração do Museu Colorado

Ontem tivemos a honra de participar da inauguração do Museu do INTER.
Mas que honra… foi indescritível o que presenciamos! E o mais importante: Todos os colorados, presentes e futuros, terão a mesma emoção.
Passado, presente e futuro se encontram no museu.
Nós,
do ARQUIBANCADA COLORADA, queremos dividir com vocês um pouco do que sentimos e fazer um convite:
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Não deixe de ir conhecer o Museu…

Mas prepare seu coração: Muitas emoções te aguardam por lá!

 

 

Cada vez mais eu digo: Como é bom ser Colorada!
Por Luciana Monteiro Michel

Que orgulho eu senti ontem! Que imenso orgulho em ver a capacidade do nosso clube em conquistar títulos, no campo, e fazer algo tão belo, moderno e emocionante quanto o nosso museu, fora das quatro linhas!

Foi incrível ver história e realidade misturadas – incrível ver o Vergara parado ao lado da área do museu em sua homenagem, emocionado, mostrando aos outros… Este sou eu, isto tudo eu fui, eu sou…

Tirar foto com o Valdomiro, vendo a camisa que ele usou e os objetos dele que fizeram história. Até brinquei com ele: Que bela estátua do Valdomiro… Parece real!

E, bem ao lado, os “juniores” visitando a área e dizendo: Em breve, serei eu aqui! Emoção e tecnologia trabalhando juntas só podia dar no que deu: Um show!

Ontem, só deu para ter o “gostinho”…

Não vejo a hora de voltar lá e curtir de verdade esta verdadeira viagem no tempo… O tempo de ser colorado! Tem muita coisa para ver… Tem muito o que sentir!

 

O Tempo
Por Paulo Melo

Seis de abril, há 41 anos, Claudiomiro Estrais Ferreira, o humilde garoto morador de Canoas, RS, 19 anos completados na véspera do aniversário do seu Clube, promissor camisa nove do SPORT CLUB INTERNACIONAL, balançava pela primeira vez as redes do Gigante da Beira-Rio. Nas imagens em preto e branco da época e na voz de Pedro Carneiro Pereira (o maior locutor esportivo que o Rio Grande do Sul já ouviu) estão o registro dessa história.

No mesmo seis de abril, mas já no ano da graça de 2010 o Clube do Povo do Rio Grande do Sul inaugura o seu museu.
A obra está fantástica: Na entrada, logo após uma “árvore” de telas de vídeo com imagens difusas, podemos perceber três enormes telas. As três apresentam, independentemente, uma sucessão de imagens coloradas de épocas diferentes. Poderíamos definir como Chácara dos Eucaliptos, Eucaliptos e Gigante da Beira-Rio.

Amigos, é uma viajem fascinante. Do desconhecido, passando pela vaga lembrança e chegando aos nossos dias. Aquelas imagens querem dizer: “preparem-se, a seguir recordações e emoções, muitas emoções“.
De nossas bocas as palavras fogem, faltam… Os olhos se inquietam… Meu Deus!

É uma avalanche de modernidade. É tecnologia de ponta aflorando a cada centímetro. Luzes, sons e imagens se renovam a cada passo, tendo a surpresa e a beleza como féis escudeiras.

Meu caro “Irmão de Alegria”: programe-se! Você vai necessitar de muitas horas para conhecer essa obra monumental. Você vai se embriagar com a maravilha idealizada por dedicados e competentes colorados.

O reconhecimento pelo trabalho realizado é terem seus nomes eternizados pela magnitude da realização. Só discordo da denominação: aquilo não é um museu… Aquela obra, é um TEMPLO COLORADO.

Saudações Coloradas!

 

Meus Netos irão sentir o mesmo!
Por Adriana Paranhos

O Museu do INTER é mais do que um momento de celebração. Ele joga com a emoção do torcedor colorado com a maestria de Braulio, nos faz estremecer de alegria como a velocidade de Valdomiro e nos deixa perplexos como o instante em que fomos campeões mundiais!

É demais para um coração apaixonado rever, de tão perto, com tanta interatividade, a história e as glórias de nosso clube. Participar do presente do clube do povo. Estar sentado nas arquibancadas de madeira do Eucaliptos ou pular na inferior do Gigante da Beira Rio. Fiquei pensando… Que clube pode proporcionar isso aos seus torcedores? O clube do povo, é claro!

Sim, isso tudo terá um custo e já prevejo as maledicências que vem por aí.
Eu acho mais do que justo, porque eu me associei. Eu quis mais do que apenas torcer. Eu quis fazer parte deste clube e tenho minhas recompensas.
Jamais conseguirei relatar com fidelidade o que estas recompensas fazem com meus sentimentos, mas não será necessário.

Meus netos hão de sentir o mesmo, quando forem visitar este museu…

Blogueiros no Museu

Blogueiros no Museu: Luciana Michel, Adriana Paranhos e Paulo Melo

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Imprensa??

QUE IMPRENSA? Afinal fazem tantas polêmicas a respeito do INTER que me vejo no direito, como sócia do clube, de polemizá-los também. Que INTER é este? Nem eu mesma sei ao certo. Mas não deve e não poder ser aquele INTER que a imprensa quer.

Ora o Walter é um fanfarrão sem emocional apropriado pra jogar no INTER, depois ele é um coitado e mais adiante o herói do time. Coitado do Fossati que tem que responder ao mesmo repórter, perguntas que mais são posicionamentos, com as várias versões, se protegendo e desviando das armadilhas da comunicação.

Ora o Taison é o cara, depois ele não tem mais a mesma alegria. Aí faz dois gols na mesma partida e pronto: convenhamos, a comemoração dele já não é mais a mesma.

Por favor!

Quem sabe tirando a imprensa dos calcanhares da Direção e do técnico, dos jogadores e até da torcida. Sim, tem gente que já está criticando a torcida. Não que isso seja o fim do mundo, mas pelo amor dos meus neurônios. Comunicadores, já que jornalistas não são mais regulamentados e hoje qualquer um pode exercer esta função (e aí dá no que dá) devem relatar fatos, até analisá-los do ponto de vista técnico. Mas isso, meus senhores, muitos poucos sabem fazer. A maioria chuta, comenta como torcedor de arquibancada, ouve alguma coisa aqui, outra alí e acaba reproduzindo opiniões erradas, falsas, criando uma atmosfera de problemas intransponíveis a um clube de futebol. Não foram poucas as vezes que um projeto de Diretoria teve que ser todo mudado porque nossa imprensa pegou no pé do técnico. E afinal, o próximo a ser contratado também não agradou aos “papas da bola”.

Prefiro, cada vez, mais ir aos jogos e pronto. Qualquer outra informação, desconfio. Tirem este pessoal da beira do campo, mandem lá pro outro lado onde nunca existe crise, mesmo sem títulos conquistados há mais de 4 anos….

Este é o INTER que eu espero, que se imponha no campo, na política, na imprensa. Gosto de ser ouvida, de escrever, de falar sobre o INTER. Mas há que se ter edição, critério, sobre o quê e como falar. Não quero brigas com a comunicação, mas quero uma comunicação melhor!

Adriana Paranhos / Porto Alegre – RIO GRANDE DO SUL
INTER, minha paixão verdadeira !

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Repetição, r e p e t i ç ã o, R E P E T I Ç Ã O!

O Abel nunca escalava o mesmo time. Sim, isso é verdade. E ele não foi bem também. Sim, isso é verdade. Foi a última vez que ele esteve aqui em 2007.Sim isso é verdade. Em 2006 era sempre o mesmo time. SIM ISSO É VERDADE!

Tenho escutado muitas coisas a respeito dos últimos jogos do INTER.  Foram 4 empates, 2 derrotas. Claro que tem um culpado. Essa culpa cristã que não nos abandona e que buscamos em tudo o que nos rodeia (viu DR.Paulo, estou aprendendo…). Mas desta vez, desconfio eu, a culpa não está no Fossati, no Wilson Mathias, e muito menos no Danilo (viva a inferior!)! A culpa, se é que ela existe, está no somatório de decisões. Da diretoria em não se posicionar claramente a respeito do Gauchão, do Fossati não decidir o time base reserva, da torcida em não apoiar, do Wilson Mathais nunca ter visto uma bola redonda (!!!) antes de chegar ao Beira-Rio. Viu, é simples!

Precisamos repetir o time nos jogos. REPETIÇÃO. Chega de experiências. Se não queremos jogar o Gauchão com os titulares para poupá-los, e não perdê-los na Libertadores, então escala-se um time reserva, ou o B, ou o C, sei lá. Mas sempre o mesmo time. Foi assim em 2006. Não é possível que nos últimos seis jogos do Inter a gente tenha entrado em campo com times modificados. Muito modificados. Os erros de passes se multiplicam por causa desta inconstância. É preciso se acostumar a jogar com o fulano, para que o cicrano saiba como, pra que lado, onde estará o companheiro na hora do passe. O posicionamento do Guina é uma incógnita. Qual é mesmo a posição dele. Acho que até ele está confuso… Não adianta entrar com o mesmo número na camisa, não adianta dizer que ele é o primeiro ou segundo volante. Ele por vezes corre o campo todo atrás da marcação. Só chega no final do jogo porque é o Guina. Mas não consegue mais o bote certeiro e buracos se abrem na defesa. Aliás, que defesa?

 Isso era o que tínhamos de sólido, mas fazendo o tal rodízio, só nos demos mal. Não me importo de jogar o Gaúchão com o time B, mas vamos jogar.Ficar treinando é que não dá mais.

 E o medo é que nessas aí, nem o time A esteja treinando. Pelo menos não em jogos oficiais. Será que contra o Cerro no Beira-Rio vamos sofrer mais uma vez, ou vamos entender o porque de tantos fracassos no Gauchão?

 Desta vez torço muito para estar certa. Torço para que o time A, sem mudanças de última hora entre em campo sabendo o que fazer, marcando, atacando, tocando a bola quando precisa, fazendo a correria na hora certa. Espero que não tenhamos surpresa e que tudo o que estamos vendo neste últimos dias seja apenas a culpa Cristã de não fazer tudo igual sempre e inventar o que já foi definido.

Pelo amor que tenho pelo INTER, estarei no Beira-Rio nesta quarta-feira, confiante de que esqueceremos a culpa Cristã e passaremos o restante da semana comentando os gols e os dribles de nossos campeões. Mas olha aí Direção: eu quero o Gauchão também!

Em tempo: Dr. Paulo é meu terapeuta. E é da banda azul, vê se pode!

Adriana Paranhos – Porto Alegre/RIO GRANDE DO SUL
INTER, minha paixão verdadeira!

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Volta Fernandão! Ou não!

Nesta segunda (22/03) pela manhã, ao abrir o jornal me deparei com a notícia sobre uma “vaga possibilidade” (ou não tão vaga!) volta do Fernandão para o Inter. E tive a certeza que toda a polêmica sobre o assunto estaria de volta. E acertei! 

Já tem Twitter “@VoltaF9”, email para uma espécie de “abaixo assinado”, tópicos pipocando por todos os lados…. 

E o Arquibancada Colorada não podia ficar de fora!
Reunimos posições de alguns de nossos blogueiros sobre este assunto e publicamos abaixo. Participe, comente! 

Deixe sua posição sobre o assunto que está “mexendo com todos os colorados”! Volta F9! Ou não! 

F9 VOLTA LOGO!
Por Nelson Cerqueira 

Sei que “corneta” depois de um jogo como o de domingo com o Pelotas, com aquele empate irritante no finalzinho da partida é muito fácil, mas infelizmente acho que os caminhos do nosso atual camisa 9 não estão se cruzando com os planos do clube… Será que as três ou quatro chances claras de gols seriam desperdiçadas por outro centroavante? 

Creio que essa falta de gols nos últimos jogos e o excesso de gols perdidos tem muito a ver com sistema tático, mas e a falta de sorte? E bolas na trave?
Acho que está faltando algo chamado “ESTRELA” e que é o que sobrava em nosso Capitão F9. Lembro que mesmo ele também teve fases complicadas no Inter, jejum de gols, onde a bola teimava em não entrar… Mas em compensação não consigo lembrar de um jogo importante onde ele tenha se omitido do jogo, mesmo não tendo grande atuação e não podemos esquecer que era predestinado a fazer história no Inter, onde iniciamos um longo período de supremacia aqui no RS e quando não pudemos ser campeões ficamos quase sempre entre os finalistas de quase todas as competições desde que ele estreou no Beira-rio naquele inesquecível gre-NAL do gol 1000. 

Todos nós sabemos que o tempo passa, que há limitações por idade, mas duvido muito que o ataque do Inter com nosso Capitão do Mundo em campo consiga jogar menos, ser menos efetivo que o atual. Nada contra os que estão em campo, nem aos que são eventualmente escalados mas acho que falta algo, falta estrada, falta sorte… Sei lá…mas muitas vezes sobra mediocridade e assistimos jogadas equivocadas. 

Alguns ídolos são importantes não só por sua competência dentro de campo, mas também pela liderança no grupo e respeito das equipes adversárias e há essa carência hoje no Inter.
Convenhamos que já somos afortunados por sermos Colorados e Campeões de tudo, mas não seria demais pedir aos Deuses do Futebol que novamente iluminem nosso Capitão Fernandão F9 e conduzam-no novamente ao Beira-rio, para sermos todos felizes novamente. 

VOLTA LOGO, FERNANDÃO!
Por Luciana Monteiro Michel 

Em agosto do ano passado, me fiz a pergunta que a grande maioria dos colorados se fez naquela época e que está se fazendo novamente, desde pelo menos hoje pela manhã…. Será que o Fernandão deve voltar? Será que eu quero o Fernandão de volta? Este Fernandão de hoje, será que ele não vai apagar a memória DAQUELE Fernandão de 2006? 

A minha resposta, em agosto e hoje, é a mesma: Eu quero, SIM! Me frustrei demais em agosto quando ele não veio. Me doeu horrores quando vi NOSSO FERNANDÃO com outra camisa! 

O Fernandão faz falta, sim.
O Fernandão será importante, sim.
O Fernandão fará a diferença, sim. 

Nem que seja pela palavra forte no vestiário, pela liderança que hoje sentimos falta… E tenho certeza que ele seria de uma importância sem par no nosso time atual (Se o Fernandão estivesse aqui, tenho certeza que o Walter, por exemplo, não teria pirado…). 

Ninguém cabeceia como ele – e isto, a idade não leva. Posicionamento, visão de jogo, liderança em campo e fora dele… Isto só se aprimora com a idade.
Precisamos do Fernandão. 

Tenho convicção na validade da contratação dele. E se for verdade o que o Fernando Carvalho alegou na época, em agosto passado, nada melhor que contrata-lo agora para selar a paz entre dois dos nossos maiores Fs de todos os tempos! 

Volta, Fernandão! E logo!!! Precisamos de ti! 

FERNANDÃO, DE NOVO!
Por Adriana Paranhos 

Não lembro de um grande ídolo ter voltado para os braços da torcida e ter continuado em paz. Tenho pelo Fernandão a mais alta estima. Como colorada, sei que devemos em boa parte a ele, os maiores títulos de nossa história tão brilhante. Além disso, como jornalista, Fernandão representou o sonho de todo repórter de esporte. Atencioso, inteligente, capaz de entender e se comunicar com o público, usando muito bem as ferramentas que os veículos possuem como instrumento. 

Mas, não sejamos cegos. Infelizmente, ele não é mais o mesmo jogador que comandou o time na Libertadores de 2006, rumo ao mundial. Quando saiu do Inter já não o era. A relação se desgastou com a negociação antes dele ir para o Goiás, mas já ali, pra mim, a diretoria acertou. 

 

Quero o Fernandão sempre na minha lista de heróis colorados, mas não quero ve-lo sucumbir em campo. Quero ele no vestiário, com toda sua liderança, mas não quero ele queimado pela imprensa no primeiro erro que possa vir a cometer. Não que seu tempo tenha terminado. Mas a verdade é que o Fernandão, nosso Fernandão capitão da América, não está mais aí disponível. Nem lá no Goiás. Por todo o respeito que aprendi a ter por este profissional do futebol brasileiro moderno, Fernandão não deve voltar ao Beira Rio para trabalhar. 

Venha nos visitar capitão. Tua presença, desta forma, será sempre um bálsamo para nossa torcida! 

NADA NOVO. DE NOVO.
Por José Antônio Puerta 

Contrariar a obviedade sempre foi uma das minhas manias. 

A minha natureza “do contra” acaba muitas vezes me levando na direção oposta da “maioria”. Agora, por exemplo,  eu vejo a campanha para comover a direção do Internacional, ou sei lá com que objetivo, mas tendo como meta trazer Fernando Lúcio Costa, o eterno Capitão Planeta, de volta ao time. 

Pelo andar da carruagem eu quase tenho dúvidas se é o Fernandão que eles querem ou se é o tão esperado Messias que vai chegar e, antes de dar um jeito nessa baderna que virou a nossa Terrinha criada com tanto esmero pelo Pai dele, vai calçar chuteiras encarnadas e, com cabeçadas certeiras ( ah ! que saudade …) vai mandar para o mármore do Inferno essa fase do “ quase “ em que estamos. Claro que no meio da turma também temos as moças que querem ter as melenas rebeldes do Capitão para poder  apreciá-las mais de perto, mas estas estão fora da minha argumentação pelo simples fato de não ter nada para oferecer em troca, até mesmo porque o salário do Kaká está fora do teto máximo do Gigante erguido a beira do rio. 

Já tive a oportunidade e o privilégio de poder conversar longamente com o Fernandão. O cara é tudo isso que falam e mais um pouco: simpático, atencioso e tem uma humildade rara nos jogadores de hoje (falando nisso o mascarado ainda está entre nós ! ).  Já como jogador do Goiás, ele e o Iarley nos receberam para um bate papo e uma homenagem que preparamos para eles.  Sabe aquela pergunta que tu sempre quis fazer pro Iarley – porque tu passou a bola pro Gabirú e não para o Luis Adriano ? Pois é. Nessa oportunidade eu fiz. E tive a resposta do cara que fez 95% do maior gol da nossa história. Assim.Como se fossemos amigos de longo tempo e batêssemos papo no buteco. Só faltou a Polar, que não estava presente porque eles estavam na Concentração no Holiday Inn. 

E  foi nessa oportunidade que eu vi que o Fernandão saiu na hora certa do Internacional.  Um pouco antes da sua saída ele já não era mais unanimidade no Beira Rio. Já tinha gente, e não era o pessoal aquele que tem a corneta tatuada nos lábios, que profetizava:  F9 não é mais o mesmo.  Eu mesmo achei que em alguns jogos ele estava precisando de um descanso no banco.  Mas tchê, o cara É O CARA. COMO que tu despachas o cara que foi o maestro das nossas maiores conquistas ?  Além de ter aquilo roxo, como já disse um cidadão que habitou o Palácio da Alvorada, tens que ter Argumentos, assim mesmo, com “A” maiúsculo, para isso. 

Quem sabe como um Gestor de Futebol ?

Mas ali, sentado em frente ao cara que eternizou o gesto de erguer a taça FIFA, em Yokohama, eu vi que ele estava em outro patamar. Naquele nível que reservamos aos maiores do Gigante. Do inconteste . Do cara que PARA SEMPRE vai ser estar na nossa história.

Não me sinto em condições de opinar sob as atuais condições técnicas dele, mas creio que, pelo profissionalismo e competência, devem estar apuradas.

Se Fernandão voltar, ele não vai ser só um jogador a integrar o plantel colorado. Ele vai ser uma espécie de “intocável” que não me agradaria ter dentro das quatro linhas. Alguém que teria lugar certo, SEMPRE.

E isso, senhoras, senhores e viúvas, é MUITO PERIGOSO.

Todo mundo que já assistiu o Michel ( aquele, o do Abel ), jogar , sabe por que.

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Inter 2 x 2 Pelotas, tropeços ou evolução?

Difícil explicar e convencer, depois de 4 empates seguidos, que o time está bem e crescendo, ainda que bem devagar. Gosto de ver Giuliano ao lado de Dalessandro. Gostei da movimentação do Taison. E não vou, mais uma vez, falar sobre a inoperäncia do Sr.Alecsandro.

Então, fico na situação geral do time, que foi muito mais consistente, que procurou o ataque, o gol, que enfim não saiu na quantidade necessária. A movimentação foi diferente e mais ao gosto do técnico, ainda que pese a qualidade do adversário, que não passa da média do gaúchão que, cá pra nós, é baixa.

Dentro de todas as loucuras que ouvimos nas arquibancadas coloradas, uma, que coloca o Giuliano na frente, no lado oposto do Taison e Andresinho no quadrado do meio campo, tirando do time o Alecsandro e o Edu, me causam no mínimo curiosidade.

Fossati perdeu um pouco mais de ar neste empate, quase injusto pelo que vi em campo. Mas a chegada de outro técnico não me anima. Principalmente se for o Murici, que vai colocar o time muito atrás. Nós já vimos etse filme antes. Claro que a saída de Giuliano e do Dalessandro surpreendeu a todos. Poupar para a Libertadores, já que naquele momento o time vencia, é uma desculpa, mas não um acerto.

Ainda assim vejo uma torcida, e até alguns dirigentes muito exigentes e de certo modo intransigentes. Com a volta do Dale, o time precisa se encontrar, nesta que é a formação realmente oficial e que jogou junto, até agora, 4 jogos no máximo.

O resultado do jogo pode ter sido ruim.E foi, uma vez que tinhamos o mando de campo. Mas a evolução deste time é o que mais me interessa e eu vejo isso acontecendo. Não na velocidade que gostaria, mas vem acontecendo.

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De férias com o Inter!

 Quando o ano vai terminando e o Gigante da Beira-Rio adormece, nos preparamos para as festas, com a expectativa das férias e o merecido descanso. A correria é tanta, que mal sentimos falta do compromisso das quartas e domingos, quando apoiamos incondicionalmeente nosso time de futebol preferido.

Mas aí, entre uma caipirinha e outra, na beira do mar ou no sítio, em casa lendo um livro ou no cinema dos shoppings portoalegrenses, quase vazios, nos damos por conta da falta que faz o convívio com a massa Colorada.

Atravessei esta fase em janeiro e em fevereiro tive gratas supresa, ao perceber que na verdade, havia tirado férias COM o INTER. Em dias de muita paz e alegria  em Fortaleza, no Ceará, encontrei muita gente vestindo nosso manto sagrado. Entre turistas gaúchos, que assim como eu estavam lá pela primeira vez, encontrei os próprios cearenses, que respeitam o Colorado, e até mesmo turistas vindos de outros países que desfilam as camisetas dos clubes brasileiros que mais conhecem. Pra meu delírio, entre as preferidas estão a do Flamengo e do Corinthias, e a do INTER.

E a festa que se faz em torno disso é fantástica. No principal monumento da Beira Mar de Fortaleza, onde está retratada a cena que José de Alencar construiu, do nascimento do primeiro cearense, filho da índia IRACEMA e de um portugues, fiz fotos, eu e meus filhos, com a bandeira do INTERNACIONAL. Fomos aplaudidos por gaúchos inteligentes que por lá se encontravam, cariocas, paulistas e estrangeiros que reconheciam naquela bandeira uma grande força do futebol brasileiro.

Não foi diferente quando nossa turma, do ARQUIBANCADA COLORADA, resolveu “apavorar” Ipanema, durante o Carnaval, no Rio de Janeiro. Ou de boné, ou de camiseta, ou até chinelos do INTER. Numa das ocasiões mais prazerosas, um carioca passou e definiu: ” Campeões de Tudo só podem ser Salgueirenses” . É claro que sim. Fomos reconhecidos em todas as partes da cidade, sempre com aquele olhar de ” olha lá os gaúchos colorados fazendo a maior festa”! Sim, nós só comemoramos!

Fizemos um bonito desfile, na ala do Navegador Português, na Salgueiro. Dividimos com o Rio a alegria que nosso Inter sabe nos  dar. Como sempre estar entre Colorados, no Beira Rio, ou em outra parte qualquer do Brasil e do Mundo, é motivo de muito orgulho.

Adriana Paranhos – Porto Alegre/RIO GRANDE DO SUL

INTER, minha paixão verdadeira !

 

 
 
 

 

 

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A flauta e as mulheres

Recebo um e-mail, após o fim do brasileiro de 2009. Uma charge onde um mosquiteiro chama o saci de filho e lhe diz que desta vez não lhe dará o presente.

Claro que vi, li e até ri muito. A rivalidade no futebol não deve servir a mais nada, que não seja o crescimento ora de um e depois de outro, e na maioria das vezes, uma brincadeira sadia. Mas preocupa-me que nem todo mundo saiba disso, pois quando enviei ao gremista “amigo” uma resposta bem humorada, percebi que ele havia tido o desejo da comunicação de uma só via. Como eu respondi, a paz foi quebrada e daí seguiu-se uma troca de e-mails que não vale a pena relatar.

Lembrei deste detalhe, quando li, em notícia de dias atrás, que o INTER continuava sendo o  primeiro colocado no Ranking do SUB 20, o que certamente embalou mais uma série de provocações entre azuis e COLORADOS. Pois, os vários rankings, foram motivo de apartes entre eu e o “amigo” gremista.

Parei então para pensar na importäncia destes rankings todos. Sabem qual é? A importäncia da flauta. Isso bastaria, porque nada melhor do que uma flauta bem tocada, principalmente depois de 2006. Mas, talvez porque sou uma torcedora mulher, feminina, estas estatísticas não me encantam. Sim, mas ligar a flauta futebolistica com ranking e o fato de ser mulher é bem complicado pra uns e outros. Então vou já explicar.

Me parece que no futebol, as mulheres são mais racionais ou menos emocionais que os homens. E aqui vamos considerar só aquelas e aqueles que realmente curtem, e dizem entender de futebol. (SIMMMMM, existem mulheres que entendem de futebol e homens que não sabem nem para que lado joga o time deles).

Soube de homens gritando nas arquibancadas, que o Tcheco é craque! Como sei um pouco sobre futebol, prefiro ficar com a versão das mulheres, que ele é charmoso. Sei de mulheres que discutem esquema tático e dariam um nó em muito marmanjo. Outro dia vi uma delas defendendo que o problema do vizinho era o meio de campo e o Tcheco. Vejam bem. Só me faltava ouvir de um torcedor azul,que o Tcheco é bonito!

É que na hora do gol, os homens riem, choram, se abraçam, com uma naturalidade que quase nunca possuem, no trabalho, em casa… Já a mulher, mãe, companheira, está neste estado de euforia naturalmente. Portanto consegue perceber por traz do gol do D’Alessandro, no último greNAL do ano, algo mais que um golaço, como gritou ao meu lado o senhor de mais de 50 anos. Elas conseguem ver a sorte ao nosso lado.

Vai daí que o ranking utilizado pelo “amigo” gremista não me convenceu, não doeu, não me importou. Não e não. Porque o meu interesse é futebol! E não matemática. E futebol, o INTER vem jogando muito mais! Se eu vou usar algum ranking pra tocar alguma flauta algum dia? Claro que vou, sou apaixonada pelo futebol, aprendi com os homens!

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