Há certo tempo que venho defendendo a falta de lideranças no grupo do INTER. Quando o treinador era o Tite, sentia-se essa ausência tanto no grupo de jogadores como na comissão técnica. Já naquela época pensava na importância de um jogador como Fernandão no elenco. Acabamos trocando de técnico, duas vezes, e continuamos com o mesmo problema no plantel. A diferença é que a manutenção da base permitiu, juntamente com o trabalho desenvolvido pela comissão técnica, que chegássemos a semi-final da Libertadores, batendo o atual campeão (o que fizemos somente na final, em 2006).

Não estou acompanhando mais de perto a atual situação, mas creio que existe uma união um pouco maior entre jogadores e comissão, o que também tem contribuído para os resultados. Por isto, acho que não será uma boa medida a troca de técnico neste momento. Não sei até que ponto o grupo de jogadores (que, de forma sofrida, alcançaram este estágio) aceitaria um novo comando nesta fase final da competição. O problema é o risco do fracasso e da possibilidade, depois, de colocar ‘a culpa’ na troca do técnico. O INTER é uma democracia representativa. Todos nós, sócios/eleitores e dirigentes/eleitos somos responsáveis pelos resultados da equipe. Impressiona a forma como a parcela azul da imprensa gaúcha, apavorada com a possibilidade do bicampeonato da Liberdares e do Mundial, trabalha para desestabilizar o técnico e o trabalho que está sendo feito no INTER. Esta constatação não é exclusividade minha.

Hoje de manhã, um cronista do Redação Sportv, disse que não compreendia essa posição da imprensa gaúcha… vamos contratar mais alguns reforços, ou mesmo sem eles, mostraremos a grandeza do SPORT CLUB INTERNACIONAL e passaremos à final. Já estou lançando um movimento, para desviar o foco: ‘Fica Silas: eliminados na Copa da Brasil e na zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro, como de costume…

Abraço a todos,

Dalmir Franklin Oliveira – Passo Fundo/RIO GRANDE DO SUL
Dá-lhe Colorado !!!

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