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Tem coisas que só fazemos pelo INTER

Olá, pessoal! Saudações Coloradas!

Fui a São Paulo, semana passada, assistir ao jogo (à classificação, na verdade!) do Inter. Fui uma das poucas “privilegiadas” que consegui assistir na torcida “visitante”, no caso, a torcida Colorada… Mas todos sabem a quantidade de problemas que tiveram os Colorados que adquiriram pacotes, passagens, etc, para ir a SP, e depois não conseguiram ingressos…

Mas como Colorado “não desiste nunca”, houve muitos grupos se organizando e comprando ingressos em outros setores… Eu, inclusive, ajudei nesta organização, à fim de aumentar a segurança (dentro do possível) para aqueles que estavam se arriscando a assistir ao jogo na torcida do São Paulo.

A grande maioria que comprou estes ingressos em setores “são-paulinos”, acreditou, até o último momento, que aconteceria alguma “mágica” e eles seriam levados à torcida Colorada. Não aconteceu. Eles tiveram que assistir quietos, sofrer e festejar em silêncio… Ou fingindo…

São herois. Eu não conseguiria tamanho sangue frio, eu acho… Apesar de que, se eu tivesse que escolher entre ir ao jogo na torcida do SP, ou ficar em casa, eu IRIA, também!

Abaixo, uma singela “homenagem” à estes guerreiros Colorados. Leiam os relatos e tentem imaginar o que eles passaram!

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SUANNY CORONEL: Notícias de uma Colorada em Sampa

Suanny no Morumbi, com Diego

Buenasssss, viventes Colorados… Primeiramente, saudações Coloradissimas! Estamos em busca do nosso Bi com tudo… E Abu Dhabi nos espera!

Então, seguramente, estou bem, sobrevivi à torcida do São Paulo, mas vocês não imaginam a angústia de não poder gritar GOOOOOOOOOOOLLLLLL… Ou ter que fazer cara de agradável no gol dos tricolores… Agora já era, São Paulo tá totalmente dominado por nós! E, saindo do estádio, ainda ouvi isso de um torcedor são paulino: “Agora é oficial, odeio mais o Inter que o Corinthians

É muita loucura ir na torcida dos caras, porque tem que ficar fria demais, ouvir os caras xingar nosso time, e ter que ficar quieta… Mas, apesar disso, valeu a pena! Pelo nosso Colorado, vale muito a pena….

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ANTÔNIO CARLOS FREITAS, Porto Alegre – RS

Grupo da Suanny

Talvez, a torcida são paulina acreditasse que nenhum torcedor Colorado iria atrever-se a entrar em seu estádio e misturar-se junto aos  torcedores de seu time (…) pois isto acabou acontecendo. Os gaúchos mostraram que não se intimidam com gritarias e ameaças e invadiram o território inimigo sem demonstrar medo, apenas respeito, afinal, estávamos na casa deles e sempre deve-se lembrar aquela frase  do então Governador da Província de São Pedro, Pinheiro Machado que disse certa vez a seu serviçal em situação semelhante; ” Não andemos tão depressa que pareça covardia, nem tão devagar que pareça provocação“.

E assim transcorreu (…) mesmo não podendo demonstrar a alegria quando do gol do Alecssandro ou a indignação com o frango do Renan.  Alguns foram retirados do estádio através da “deduragem” de um torcedor raivoso do adversário, mas foi pouco para todo o alarde que fizeram.

Muito bom, a torcida mostra que está sintonizada com o time inclusive nas atitudes: guerreiros, peleadores, incansáveis. 

O rescaldo da viajem é muito positivo, todos saíram são e salvos e melhor, finalistas novamente de uma competição que tem tudo a ver com nosso jeito de viver, que é desafiador e as vezes inconseqüente, mas acima de tudo, uma competição que nos dá uma visibilidade que poucos clubes conseguem e, de lambuja, somos semifinalistas do Mundial Interclubes, façanha para muito poucos em todo o mundo.

PARABÉNS POVO COLORADO!!

OBS: A Suanny e o Antônio Carlos são exemplos das muitas Coloradas e Colorados que foram sozinhos ou em pequenos grupos para SP, de avião, sem ingresso para a torcida Colorada, e que ficou no setor “Arquibancada Vermelha”, no estádio do Morumbi.

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EVERTON MARQUES DE SIQUEIRA, Lajeado – RS

Andar de baixo do meu ônibus

Bah falar da minha primeira viagem… só sei de uma coisa,foi muito sofrido. Apesar de tudo, foi uma experiência histórica, que vai ficar para sempre na lembrança de cada um de nós. Quero agradecer a parceria da galera do “fundão” do bus, quanta gente parceira, com certeza irei em mais viagens com esse povo muito bacana.

E o que foi o gol do inter hein? Nós bem no meio da “Dragões da Real”, não podíamos sequer comemorar o gol do nosso Colorado querido… Quando o Alecsandro marcou, não podia expressar minha alegria no meio da torcida adversária, fiquei arrepiado na hora do gol, o coração disparou na hora.

No final do jogo foi espetacular: estávamos em quatro, do bus, no mesmo lugar,quando vimos o juiz encerrar a partida!Começamos a chorar, todos iguais a crianças, era a única forma de comemorar a classificação do Inter.

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THIAGO MALTA SILVA, Porto Alegre – RS

Thiago Malta "à paisana"

Meu nome é Thiago e tive a inusitada experiência de assistir uma semifinal de Libertadores ao lado de milhares de são paulinos. Bom, vou começar pela pelo momento em que ficamos esperando na fila os portões abrirem, foi um momento em que todos tinham a esperança de que entraríamos no estádio e lá tudo se resolveria e assistiríamos ao jogo junto com a nação colorada.

Porém, ninguém conseguia entrar em contato com “Kleber”, o que nos colocaria na parte Colorada. Em meio a isto estávamos em torno de 40 torcedores Colorados, todos “à paisana”, alguns até compraram toucas do São Paulo para disfarçarem. Ambulantes tentavam a toda hora nos vender toucas e bandeiras do São Paulo e tínhamos que negar sempre, e com um sotaque de paulista: “Não, valeu mano!”

Enfim, às 19 horas entramos no estádio… Eu nunca tinha viajado para São Paulo, muito menos conhecido o Morumbi. O clima começou a ficar tenso, seu “Kléber” não “dava as caras”, o tempo passava e todos angustiados esperando o grande momento de ir por dentro do estádio até chegar ao nosso destino – que seria ir para nossa torcida. Porém isto não ocorreu, o jogo começou e um bandeirão da torcida Independente encobriu as esperanças de vermos o jogo na torcida do Inter. Naquele momento teríamos que ser atores e fingirmos, fingirmos torcer para  os  “bambis”,  momento de não poder torcer pro nosso Inter, e de ficar com a vontade de gritar: “Inter, estaremos contigo…“.  Pois é, o primeiro tempo acabou e o resultado de 1×0 pro São Paulo levava o jogo para os pênaltis.

Em meio a conversas encontrei Luciano, vulgo “Nei”, um dos tripulantes que também não se conformara com aquela situação inusitada, e foi então que vimos um portão aberto… E seguimos em frente. Chegamos a tal “Arquibanda Vermelha”, setor onde vários Colorados combinaram assistir ao jogo infiltrados. Não satisfeitos, tentamos ir mais além, o segurança até disse que poderia nos liberar, mas mais adiante nos barrariam. Então no meio daquela discussão, liguei o rádio e vi que já estávamos com 5min do segundo tempo, eu disse para o Luciano, vulgo “Nei”: “Já era, vamos ver na arquibancada vermelha que será a da sorte”. E não é que estava certo? Ao chegarmos na arquibancada a bola estava lá, pronta para cobrança – a cobrança de uma falta que jamais esquecerei, de um grito que saiu de uma forma que jamais esperaria, um palavrão saiu da minha boca e ainda disse: “Não acredito! Não acredito!”.

E, por dentro, uma alegria que não poderia ser expressada de outra forma, pois seria uma sentença de morte gritar: “gol, gol, gol, Inter, Inter, Inter!!!”. Pois tudo isso ficou engasgado, um sentimento indescritível de não poder gritar pelo nosso time.

O São Paulo fez o segundo logo em seguida e ficamos ali secando o São Paulo, óbvio que como um ator dizendo: chuta, chuta! Mas, por dentro: Chuta…. pra fora! E sempre ela ia pra fora… E a alegria não podia ser expressa.

Enfim, o jogo acabou… E eu e Luciano “vulgo Nei” dizíamos: “não acredito, acabou!”, em tom de desolação…. Mas que, por dentro, era um sentimento de: “Ganhamos, ganhamos, estamos na final, estamos no mundial!”.

A ficha demorou a cair. A torcida deles ia saindo cabisbaixa, um por um, xingando, alguns dizendo: “esses gaúchos f… esses gaúchos p…” e muito mais, e nós ali, sem podermos soltar nosso grito de “Estamos na final!!!”.

Foi uma experiência muito louca ver tudo aquilo, ser encoberto por uma bandeira deles, dar uns pulos falsos nos gols deles para não dar na vista, não conseguir gritar um gol em um jogo decisivo, acabar o jogo classificado e sair ao lado de 50 mil perdedores, rindo por dentro, até chegar à nação Colorada que esperava para comemorarmos e soltarmos o grito: Inteeeeeeeeer.

Sou colorado fanático, vou a todos os jogos, estou sempre com o Inter, mas quando joga fora sempre vejo pela TV. Desta vez quis ir ver ao vivo, mas o destino quis que eu e mais 40 Colorados que estávamos no ônibus víssemos o jogo no meio de 50 mil são paulinos. Pois é, isso é o Inter, fiz isso pelo Inter, e apesar de não ter visto na torcida do Inter, é uma grande história que contarei e jamais esquecerei… Pelo resto da vida!

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PAULO FERNANDO CAMPOS, Porto Alegre – RS

Bom, o primeiro momento de apreensão foi ter de esperar o portão da Arquibancada Laranja do Morumbi abrir para que entrássemos junto com os são paulinos. Ali, já deu pra perceber que se desse algo errado na nossa entrada estaríamos “fritos”, pois a torcida do São Paulo estava muito entusiasmada e empolgada.

Depois de entrarmos, ter a notícia que assistiríamos junto aos tricolores foi bastante frustrante, mas em nenhum momento desisti de estar confiante na vitória mesmo com os maiores percalsos e desafios que poderiam vir de nossa “invasão” na torcida adversária.

O momento do gol do São Paulo foi bastante nervoso, pois não vibrei e também fiquei ansioso, pois a pressão em cima do Inter aumentaria. O empate foi muito engraçado, pois meu amigo do lado (Colorado) soltou um palavrão em sinal de raiva como se estivesse xingando o próprio time, mas eu e outros sabíamos que estava na verdade torcendo por aquele gol. Eu vibrei contido, evitando ser descoberto. A partir daí foi só tensão o tempo todo, sem poder me expressar e gritar.

Mais marcante ainda foi, ao apito final, o alívio que senti em ver o nosso Colorado classificado e o orgulho de ver a torcida do São Paulo (um clube multi-campeão) aplaudindo nosso time. E lá fora, já junto com a massa Colorada que veio do setor visitante, pude cantar e berrar bem alto pro nosso colorado.

Ufa , que alívio! Acabou tudo bem…

Que eu nunca mais passe por isso!!!

Dá-lhe Inter!!!

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ÉVERTON EILERT RODRIGUES, Porto Alegre – RS

Éverton e Adriano

Saí de POA com a certeza da classificação do Inter e com a promessa de assistir o jogo em meio à nação Colorada no Morumbi. Até a bola começar a rolar, ainda mantinha esperanças de assistir o jogo junto com os Colorados, coisa que não aconteceu. Tive que assistir ao lado de 56 Colorados “à paisana”, junto com milhares de são paulinos ao nosso redor.

Quanto a outra certeza, a da classificação do Inter, foi pior e mais angustiante do que pensava! Não foi fácil para o Inter e nem para nós Colorados. Assim que saiu o gol do Inter, tive a certeza que seríamos finalistas da Libertadores.

Por uns instantes tive a confirmação de que o São Paulo jamais faria 2 gols no Inter. Pro meu desespero, fizeram um gol logo em seguida.  Gelei!

Olhei pro lado, tinha um paulista com as mãos postas e rezando. Daí pensei: “Bah, se o cara ta rezando e pedindo uma ajuda divina, vou fazer o mesmo, vamos ver quem ganha essa.”. Fui descruzar as mãos somente após o escanteio do São Paulo, assim que o juiz apitou!

Alívio geral, o Colorado estava em mais uma final da Libertadores e eu estava presente dessa vez. Mas ainda faltava uma coisa… Queria ir para junto dos Colorados, lá na torcida do Inter.

Chegando no portão, tivemos que nos apresentar para os policias. Fomos em 5 pessoas e falamos que éramos Colorados, que assistimos o jogo na torcida do São Paulo  e que queríamos entrar ali para poder comemorar…

Até que o policial falou: “Mas vem cá, vocês não puderam comemorar muito por lá né?”. E deixou nós passarmos! Foi o máximo para nós cinco que fomos até lá, conseguimos a classificação e fomos pra perto da nossa torcida!!!

Agora estamos em três finais! (Libertadores, Mundial e Recopa)…  Só o Colorado pra nos fazer tão felizes após um jogo carregado de tensão.

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MIGUEL AZAMBUJA NUCCI, Porto Alegre – RS

Visão da torcida Independente do SP

A maior “Emoção” na viagem para São Paulo foi saber que o local para ficarmos no Morumbi era na “arquibancada laranja”, no meio da torcida deles! Na chegada, fomos avisados para não nos identificarmos como Colorados… Mas não tinha como! O sotaque e o jeito eram de “gaúchos”!

Uma menina que nos acompanhava (Mari), encontrou com o pai (ele estava à serviço por lá, em SP) no estádio.  Quando o senhor – de terno e tudo – gritou “FEITO!!!” no gol do Alecsandro, gelamos!!! Só conseguimos olhar uns aos outros… Com baita “receio” de uma reação dos caras – foi adrenalina pura.

O importante é que deu certo!

OBS: Os 2 Evertons, o Paulo, o Miguel e o Thiago foram de ônibus (o mesmo que eu fui) com um grupo que tinha ingressos do setor “Arquibancada Amarela (ou Laranja…)”, no qual ficam as torcidas organizadas do SP, pois eles tinham a garantia de um sr chamado Kléber, que é da direção da torcida paulista “Independente” que iria levá-los, por dentro do estádio, para que ficassem junto com a torcida Colorada. A torcida “Independente” é “torcida irmã” da torcida Colorada. Acontece que o sr Kléber não apareceu para levá-los para a torcida do Inter e eles tiveram que ficar na “Independente” o jogo todo! A “direção da Independente” propriamente dita, sabia que eles eram Colorados, mas o “entorno”, não. E nem podiam saber! Eles foram bem tratados, tiveram segurança por parte da torcida, que os protegeu, não tiveram problemas, mas foi “sofrido”.

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Inquisidores disfarçados

O grande Colorado e dirigente dos consulados do Internacional, o Sr Paulo Lattuada, trouxe até nós a sua carta, entregue ao treinador Celso Roth. A idéia de apoio e confiança no trabalho, buscando evitar conflitos futuros e “ti-ti-tis” nos bastidores e corredores do Beira-Rio, mostram a união do torcedor com seu técnico.

Nosso Inter é um Gigante erguido na beira do rio que está pronto para todas as batalhas futuras em busca do Bi da América. Avante Colorado!

Prezado Senhor Celso Roth
M.D. Treinador do S.C. Internacional

Há mais de 50 anos que vivencio as coisas do meu Internacional, acompanho o esporte e os comentários esportivos como sócio Colorado sempre em dia, desde a década de 50. Acompanhei diversas diretorias e de muitas participei. Sempre como abnegado, lotado em algum setor da administração.

Pude, durante todo este tempo, presenciar manobras de desestabilização dos meus ídolos e treinadores, sempre com o intuito de prejudicar os planos em busca de vitórias, vindos da nossa imprensa, onde impera a disputa por ser o primeiro a dar as informações e, de preferência, as de maior impacto. O que seria dos repórteres e formadores de opinião se não houvesse brigas e discórdias dentro dos vestiários? Quando tudo esta tranquilo, se faz necessário que criem um mal estar entre os profissionais do Clube, para poderem divulgar e criticar, principalmente com a parte mais fraca, o treinador. Veja, senhor, a campanha que fizeram recentemente contra o Dunga, por ter sido ríspido com um questionador da reportagem.

Que poder é este que transformou as salas de conferência ou de imprensa numa inquisição, onde os hereges (treinadores e, às vezes, jogadores ou dirigentes) são inquiridos como na idade média, e obrigados a manterem um alto grau de meiguice e delicadeza, pois se discordarem dos meninos da imprensa ou de seus mandantes e críticos, passam a ser pressionados cada vez mais, até que os “profissionais da imprensa” consigam o aval dos torcedores, tornando o trabalho e ambiente muito difícil ou até insustentável.

Sei que o Senhor, com a experiência que tem, sabe perfeitamente do que estou falando e só o faço por não suportar mais este esquema da nossa imprensa escrita e falada, e por que quero sua permanência em meu Clube, sabedor que sou de suas qualidades.

Por favor, Senhor Celso, evite o quando possível qualquer contato com esta gente e fuja das provocações! Eles não aguentam qualquer tipo de sucesso e ambientes de paz. Logo, logo estarão lhe colocando contra algum jogador e contra a torcida: é este o papel dos inquisidores disfarçados de repórteres e críticos esportivos.

Estarei como sempre nas sociais do Estádio Beira Rio, torcendo pelo seu sucesso!

Atenciosamente,
Paulo Gama Lattuada

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Ausência Total de Futebol

Ontem e hoje estou em profunda “síndrome de abstinência” de futebol, agravada pela falta, há ainda mais tempo, de jogos do Inter. O que está segurando minha ansiedade é que, neste próximo domingo, já estarei em “campo” com o Inter, em Rivera, contra o Penharol.

Tenho absorvido, de forma “ávida”, toda e qualquer notícia referente ao Colorado, como forma de aplacar a falta que sinto da emoção de estar no Beira-Rio, ou mesmo acompanhar jogos do Inter pela TV. Então, em relação a estas notícias… algumas coisas tem me deixado confiante, outras, preocupada, com o que teremos pela frente. Confiante, fico pelo fato do Celso sempre começar bem, por ele estar 110% motivado com a real possibilidade do maior título da carreira dele e pelo fato de os jogadores se mostrarem também motivados, e ainda com o “aparente” excelente ambiente atual de vestiário. Confiante, também fico com as contratações e a real possibilidade de inscrição deles na Libertadores.

Gostei, também, até agora, de todas as entrevistas de jogadores do Inter, todos motivados, gostando do trabalho com o Roth, o D’Alessandro ontem, parecia “aquele” que recém tinha chegado, cheio de “gás”.

E as preocupações? Bem, vamos a elas… Não gostei da idéia de colocar o Índio pela esquerda… acho que é uma idéia “maluca”, assim como seria colocar o Eller pela direita – ambos nunca jogaram assim… E tem jogador da posição, não precisa improvisar… Temos 5 zagueiros, todos de nível muito parecido, é só escolher 2 ou 3 e colocar nas suas devidas posições… O restante, espera a vez. Sem invenções.

Outra preocupação… Não ouvi nenhum comentário do Tinga ter treinado entre os titulares. E eu confio que a liberação da inscrição vai sair, e o Tinga é 100% meu titular. TEM que TREINAR assim.

Sobre a Copa?

O time que eu mais tenho gostado do que eu vejo é a Alemanha. Queria o Inter jogando daquele jeito: Objetivo. E o esquema da Alemanha é bem parecido com o que o Roth tem treinado, pelo que tenho ouvido dos “comentaristas do plantão esportivo” da nossa mídia. Só um atacante, com 3 meias. Mas eu quero ver como está sendo posicionado o Inter. Este esquema pode ser muito positivo ou muito “retranqueiro”, dependendo da forma que atuar.

Domingo, eu vejo! Depois, comento!

Até lá!

Luciana Michel - Porto Alegre/RIO GRANDE DO SUL
Consulesa do bairro Três Figueiras
INTER é minha paixão

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Reapresentação Colorada

Amanhã, nossos jogadores retornam de suas “mini férias”. Gostaria de ser uma “mosca” para ver como será a apresentação do Celso Roth ao nosso grupo de jogadores. Será que ele vai chegar “devagarinho”, ou chegar “chegando”??? Será que vai “implicar” com alguém?

Espero, de verdade, que nossos jogadores tenham relaxado bastante e que voltem com tudo… Todos tem “futebol no pé”, basta querer! Até aqueles que os nossos torcedores “mais críticos” – digamos assim, para não feriri sensibilidades… hehehe – criticam sistematicamente, tem “bola no corpo”, faltam detalhes para que nosso time deslanche. E eu acredito, de verdade, que o Roth pode vir a dar certo.

Como ele mesmo disse, é a primeira (ou uma das únicas, não sei bem o termo que ele usou) que lhe dão um grupo de jogadores com qualidade para trabalhar e que, mesmo não iniciando um trabalho, como ele gostaria, é a maior chance da vida dele. Faltam apenas 4 jogos para nos tornarmos Bi-Campeões da América e ele – Celso Roth – pode dar um salto absurdo na carreira – de “cavalo paraguaio” e “refri de 2 litros” para CAMPEÃO DA AMÉRICA… Quem não daria seu máximo numa situação desta? Se ele consegue tirar leite de pedra, tenho convicção que tirará o máximo do nosso grupo.

Só não posso deixar de comentar sobre uma “notícia” que eu li sobre o posicionamento do Tinga… E não gostei do que eu li. A notícia dizia que o Tinga seria colocado como “meia articulador” (lugar do D’Alessandro) – todos nós, acho que até as paredes do Beira-Rio, sabemos que o Tinga é VOLANTE. Com qualidade, mas volante. No máximo, terceiro do meio campo. Ele tem que jogar JUNTO com o D’Ale e não no lugar dele.

E li, também, que o Roth não “descartou” usar 3×5x2… e ao contrário de muitos, eu gosto deste esquema e acho que o grupo do Inter encaixa bem neste sistema, sim. Todos os nossos zagueiros sabem jogar, gostam de sair jogando – chegam fácil no ataque e no apoio. Todos os nossos jogadores de meio e ataque sabem marcar e voltam para ajudar. Basta somente “organizar”, esquematizar, que pode sair um time bem competitivo e equilibrado em um 3×5x2. Meu time para Libertadores? Vai lá – não é exatamente um 3×5x2, mas quase lá:

Pato, Indio, Bolívar e Eller (mas não considero que o Sorondo não possa jogar – dos 4, quaisquer 3 me servem!), Nei, Sandro, Guina, Tinga e D’Ale, Sobis (eu acredito que ele vem, se não, coloco o Everton) e Alecsandro.

Algumas colocações sobre a minha escalação:

Tirei o Kléber pois ele não tá jogando absolutamente nada. E não temos outro lateral esquerdo… Meu time coloca o D’Ale aberto pela esquerda, com o Eller subindo “quando der”…

Não coloquei o Walter pois ele não pode jogar… suspenso pela Conmebol. O Taison, faz horas que não apresenta bola para ser “mais titular” que o Everton – e este, sempre que entrou alguns minutos, não comprometeu… merece uma chance. Ou quem sabe o Thiago Humberto… Vindo de trás…

Quem está acompanhando a copa, deve ter visto a forma de jogar da Alemanha… 2 zagueiros recuados, 2 laterais em uma linha um pouco a frente dos zagueiros, 1 volante marcador, 2 volantes de movimentação, 2 meias de ligação (quase 2 ponteiros) e 1 atacante… Gostei muito, e bem que Roth podia tentar algo assim no Inter…

Bem… que comecem com os “2 pés direitos”!!!

Luciana Michel - Porto Alegre/RIO GRANDE DO SUL
Consulesa do bairro Três Figueiras
INTER é minha paixão

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Saiu o nome do nosso técnico – Celso Roth

Susto
Por Luciana Michel

Me pegou totalmente de surpresa este anúncio… Confesso que, na hora que ouvi no rádio a confirmação, fiquei meio que em “estado de choque”! Este post quer mostrar o que alguns de nossos blogueiros acharam desta escolha.

Quando o repórter iniciou avisando que o nome do técnico iria ser anunciado em aproximadamente 1h, acelerou meu coração… uma tensão, sei lá, não sabia o que esperar, afinal “foi de uma hora para outra”. Até aquele momento, não esperava para tão cedo o anúncio. E, sendo feito hoje, comecei a “ferver os miolos” imaginando quem seria… Mas confesso, mais uma vez, que o nome de Celso Roth nem de longe passou pelos meus pensamentos mais absurdos.

Não posso dizer que não gostei. Mas também não consigo dizer que gostei. Não sei o que esperar… Mas, vamos tentar fazer um exercício pensando pelo lado positivo – como é conhecido Celso Roth?? Por “começar bem e terminar mal” (até o apelidaram de Coca-Cola 2 litros… hehehe). Se acontecer assim no Inter, me serve… faltam 4 jogos para o título da Libertadores… Me serve!

E também como retranqueiro, motivador, disciplinador (alguns devem lembrar que o Uh! Fabiano – conhecido pela “noite” – teve seu melhor período sob comando do Roth, no Inter…) – várias destas “qualidades” me servem.

Como agora de nada adianta “espernear”, o que nos resta é torcer muito que dê certo. E frente a alternativas que existiam no mercado, achei criativa e possível de dar certo a escolha do Celso Roth. Assino embaixo do que diz o Nolci e o Puchi, nos textos abaixo.

Queremos saber sua opinião… o que cada um de vocês achou da escolha do Celso Roth para comandar nosso BI da América??

Seguem os textos:

Sem palavras…
Por Evandro Milani

Nem Felipão ( excelente, mas não inânime ) ;
Nem Adilson ( meia-boca, mas o Carvalho queria ) ;
Nem Mano Menezes (além de Colorado, sabe montar times - melhor opção) ;
Nem Mario Sérgio (que era o preferido do grupo de jogadores e meu também) ;
Nem Nelsinho Batista (ele falou que viria, mas acho que não conseguiria sair do Aeroporto) ;
Nem Beto Almeida (ótima solução regional),
mas sim, o Sr Celso Roth.

Espero pelo menos, que não paguem uma fortuna para este técnico e reforcem o time, pois dinheiro tem,
visto que ofereceram R$ 720 mil de salários para o Felipão.

Confesso que não vou escrever mais, pois fiquei SEM PALAVRAS, ou melhor “que DEUS nos ajude!”

A minha esperança, é que nos últimos quatro confrontos contra o São Paulo, os times que o Celso Roth treinava, venceram TODAS.

 

Temos Técnico… (?)
Por Nelson “Puchi”

É isso ai, temos técnico!!!

Seja quem for, teremos que apoiar o CELSO ROTH. Para mim ele é o melhor, melhor que o FOsatti (com certeza), melhor que o Adilson “Capitão América” Batista (sem sombra de dúvidas…..) e muito melhor que o Felipón; é o técnico ideal para o momento que estamos passando.Afinal nos derrotou humilhantemente depois de estar perdendo por 2 x 0. Não é qualquer retranqueiro que consegue isso. Não com um time bom como o nosso. Um time que estava bem estruturado tecnica e taticamente.

Que venha o São Paulo, dia 28-07 todos ao Beira-Rio, vamos gritar, torcer, vaiar (o adversáriio)…………. .
Só pode melhorar!!! Tem que melhorar!!!

 

É Celso Roth!
Por Nolci Santos

Não gosto da pessoa do Celso Roth. É uma posição sem muita consistência, pois nunca sequer falei com este profissional. Afora sua prepotência e sua “cabeça-durice”, vou tentar olhar o lado positivo desta notícia que me pegou desprevenido. Trata-se de um técnico “linha-dura”. Exige de todos com a mesma intensidade. Não leva ninguém para padrinho e nem para “dono do time”. Isto já faz com que alguns problemas do vestiário do Beira-Rio se conserte. O Inter tem apresentado problemas sérios defensivos. Penso que o Roth, na sua fama de retranqueiro, deverá trabalhar muito bem esta questão. Deveremos ter um meio para trás mais forte. Com isto, considerando as contratações de Tinga e Sóbis, com mais um meia-esquerda “pensador”, poderemos ter um bom time.

Pensando a curto prazo, onde o Roth normalmente se dá bem, acho que poderemos ser bem-sucedidos na Libertadores. Mais a longo prazo, ou seja, para o Brasileirão, já temo pelo resultado. Como a Libertadores é o foco, também considerando as opções que nos apresentavam até agora, cheia de azenhistas de carteirinha, que venha o Roth. Mas que estou boquiaberto, ah sim, estou!

 

2008 – Celso Roth – Ordenhador de àgua mineral
Por João Bremer

Essa foi a denominação que dei ao Roth, pois o cara levou aquelas ”nabas” do Olímpico ao vice campeonato brasileiro de 2008. Tirou ou não leite de pedra.

Vamos ver o que ele consegue agora com um grupo melhor qualificado. Naquela roda, meio comentarista, meio zombadora, comentou-se que nosso time deveria contratar o Roth para o primeiro semestre, pois tem arrancada ( vulgo cavalo do Chaco), e o Mário Sérgio para fechar o ano, que o título seria certo.
Vamos ver.

 

Agora é apoiar…
Por João Henrique Sagmeister

Olha, apesar de eu não gostar do Roth, eu também pretendo apoiar, pois neste momento é o que me resta. Apóio incondicionalmente o meu INTER, mas que o Roth ele leva com ele a sindrome do vice, isso leva. O que me conforta é que o Abelão também tinha isso no DNA e conseguiu “desencalacrar” …

Bom, como eu digo, quando a coisa esta muito tempo para acontecer, significa que está perto de acontecer… Que venha o BI da Libertadores e com ela o fim da sindrome de vice, o fim do “cavalo chaco” como fala o Bremer …

Arquibancada Colorada Rumo ao que aconteceu em 2006. E guardem dinheiro para Abu Dhabi.

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De volta ao Brasileiro

Hoje temos jogo contra o Vasco… O primeiro onde estamos com a cabeça quase 100% voltada somente ao Brasileirão. Acredito em vitória, apesar do nosso eterno retrospecto de “ressuscitar mortos”. Do lado de lá tem um dos nossos “fregueses” favoritos – Celso Roth!

Ganhando, diminuimos a diferença do líder (no início da rodada eram 6 pontos, podem cair para 4) e temos uma perspectiva melhor de classificação antes da parada da Copa do Mundo. Espero que isto se concretize, para que o Inter tenha um período de preparação (para as finais da Libertadores) mais calmo… Se estiver mal no Brasileiro, serão um inferno estes dias sem jogos… Corneta sem parar até a volta!

O Inter precisa de paz para trabalhar. Precisa que “larguem do pé” do Fossati. Gostaria de entender o que “alguns” ganham ao tentar “fazer a cabeça” da maioria contra o que temos hoje – direção, comissão técnica e jogadores… Sim, pois só podem ganhar algo para fazer a campanha que fazem contra todos!

Gostaria de propor um tema para reflexão:
Neste Brasileiro, temos 3 jogos: 2 em casa (ambos com derrota) e 1 fora (vitória – e de virada!). Em casa, nestes 2 jogos, temos pressão, vaia e corneta – fogo amigo. Fora, apoio da “pequena” torcida colorada que comparece – e que, por ver o Inter poucas vezes por ano – apoia muito mais do que em casa, onde temos os corneteiros (principalmente da social) sempre de plantão.

Ganhando hoje, invertemos totalmente a lógica – perdemos em casa, ganhamos fora. Será a pressão? Falta de apoio? Só para complementar… Na Libertadores, a torcida no Beira Rio apoia o time 100% (ou 99%… sempre tem aquele que corneta até na LA) e nestas partidas, estamos imbatíveis em casa.

Será só acaso? Pensem e comentem!

Luciana Michel - Porto Alegre/RIO GRANDE DO SUL
Consulesa do bairro Três Figueiras
INTER é minha paixão

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É só 1 golzinho!

Passei o dia todo hoje tentando colocar em palavras tudo que eu vivi e vivenciei em Quilmes logo após o gol do Inter e, principalmente após o apito final do juiz… Vou começar um pouco antes… no intervalo do jogo.

Estávamos perdendo de 2×0, mas eu não vi um único rosto próximo a mim que não mostrasse “esperança”. Só o que se ouvia era:

- É só um gol!
- Um golzinho é o suficiente!

Eu mesma comentei que iríamos fazer o gol aos 48min do segundo tempo, para não dar “tempo para reação”. O Inter reaparece para o segundo tempo – sem mudança. Preocupação… mas ainda faltava muito tempo e era “só um golzinho”. O tempo vai passando – só um golzinho…

Eu mesma e acho que todos em volta – olhando para os lados era tudo que eu via e ouvia – começamos a cantar cada vez mais baixo… não porque quiséssemos, mas porque a voz começou a ficar difícil de sair. Os olhos já nem piscavam, quem sabe assim o tempo passava mais devagar… Trocas no time… mas… é só um golzinho!!! Ainda dá… O tempo vai acabando… um gol, só isso…

Na minha volta, ninguém tem rádio, niguém sabe quanto tempo tem… a gente só tem noção que está acabando… Como? Como a gente sabe que está acabando? O volume e a festa da torcida do Estudiantes… cada vez mais alto… cada vez mais feliz…

Devia realmente estar acabando… eles ligaram sinalizadores… Mas a fumaça estava na goleira “deles”… atrapalhando o goleiro “deles”… Esperança – um fio – mas o suficiente… Tinha gente rezando (eu fiz promessa!!!), xingando, alguns já “tinham jogado a toalha”… Só um golzinho… é só 1…

O volume da torcida deles é muito alto! A festa é enorme! Mas o Inter é melhor em campo. Pressiona no final… Por que não foi um pouco antes? Não vai dar tempo… só 1 golzinho…

Ataque… nada… Do outro lado do campo, onde o Inter estava atacando… está cheio de fumaça dos sinalizadores… a gente só enxerga vultos… De repente, um “guerreiro de branco” toca a bola entre os zagueiros adversários… a bola chega a outro “guerreiro de branco”, que chuta cruzado. Devagarinho – para nós parece “câmera lenta” – a bola vai em direção ao que para nós parece o gol… E ENTRA!!!

Silêncio… de repente, o lado vermelho explode! É uma loucura… todos gritam, pulam, se abraçam… ninguém acredita muito no que está acontecendo… Na maior parte do estádio, um silêncio absurdo… estão em choque… não creem no que estão vendo… mas a gente acredita…

Mas… um problema… Ninguém sabe quanto tempo falta… Ninguém sabe o acréscimo que o juiz deu ou dará… ainda faltam 1, 2, 3… será que ele vai acrescer 1, 2, 5?? Intermináveis minutos… Ninguém consegue fazer muita coisa… tentamos cantar, gritar, ver o jogo… mas não acaba nunca!

Longos minutos… bola alta na área do Inter… Pato pega! Cai no chão. Fica aí, Pato!!! Não devolve – é o que a gente mais queria que pudesse… 3 defesas do Pato – e nada do juiz apitar o final do jogo. De repente… o árbitro faz “aquele gesto” que tanto esperamos: aponta o centro do gramado…

FIM DE JOGO!!! VAGA GARANTIDA!!!

O que aconteceu depois disso é que faltam palavras para contar… Homens, mulheres, velhos, guris, todos chorando, se abraçando, pulando, gritando, uma loucura total! Uma loucura maravilhosa! O momento da “descarga da adrenalina” é indescritível, ainda mais quando somos todos movidos pelo mesmo sentimento! Um instante fantástico! Todos em lágrimas! Todos buscando seus amigos, conhecidos, para abraçar, para chorar abraçado, para pular abraçado, para gritar: É NOSSA! A VAGA PARA A SEMIFINAL É NOSSA! VENCEMOS A BATALHA! NOSSOS GUERREIROS FORAM VENCEDORES!

Foi sofrido, mas foi incrível! Não troco esta emoção por nada! São momentos como esse que fazem a vida valer a pena!
Ver a festa dos jogadores também foi incrível. Profissionais vibrando emocionados como os torcedores. Profissionais virando amadores naquele instante mágico!

Na minha opinião, este jogo será o divisor de águas do Inter este ano. O que faltava para dar a “liga”. Não vou comentar nada do jogo. Não vou falar da escalação, da arbitragem, nada. Não precisa, não importa.

Luciana Michel - Porto Alegre/RIO GRANDE DO SUL
Consulesa do bairro Três Figueiras
INTER é minha paixão

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A Volta de um Grande Guerreiro Colorado

Li a instantes a confirmação da volta do Tinga ao INTER!
Fico muito feliz com esta contratação, afinal, vocês já imaginaram o meio de campo colorado para as fases finais da Libertadores, com Sandro, Guinazu, Tinga e D’Alessandro?
Se eu já acreditava antes, cada vez mais tenho certeza que estamos caminhando rumo ao título, rumo ao bi-campeonato da Libertadores.
Esta contratação chega em um excelente momento, tenho certeza que depois do anúncio da contração do Tinga e, provavelmente, sua apresentação na próxima quinta feira, diante da torcida, teremos um Beira Rio lotado e um ambiente favorável à grande vitória que temos que alcançar frente ao Estudiantes.
Acredito que temos alguns colorados com “pé atrás” em relação à volta do Tinga, afinal… como será que ele se encontra? Para estes: o Tinga era titular absoluto no time dele na Alemanha, recebeu uma grande homenagem na sua despedida. Tinham vários interessados na sua contratação, mas o coloradismo dele fez com que escolhesse voltar para casa, mesmo ganhando bem menos.
Não vejo a hora de vê-lo novamente em campo. Tenho certeza que ele será “mais um colorado” em campo. E sei que ele trará de volta o espírito guerreiro, batalhador que tanto gostamos de ver em campo. O Guina, sozinho, bem que tenta, mas com a ajuda do Tinga, ficará mais fácil. Sua liderança vai ajudar no nosso vestiário.
As coisas estão se ajeitando… Mesmo contra tudo e contra todos, seremos BI-CAMPEÕES DA AMÉRICA.
E vocês, o que acham da volta pelo Tinga?

Luciana Michel - Porto Alegre/RIO GRANDE DO SUL
INTER é minha paixão

 

COMENTÁRIO: O Blog ARQUIBANCADA COLORADA perguntou aos seus leitores o que eles achavam do retorno do Tinga, antes mesmo da Direção confirmar a sua contratação. O resultado foi 95% de aprovação dos torcedores no retorno do gueirro Colorado, Paulo César Tinga.

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Último evento do nosso Centenário – Festa de Aniversário dos 101 anos

Nesta sexta feira, 09/04/2010, o INTER comemorou seus 101 anos em uma festa no Centro de Eventos PRESIDENTE ARTHUR DALLGRAVE. Estavam presentes dirigentes, conselheiros, autoridades, cônsules e sócios em geral. Nós, do blog ARQUIBANCADA COLORADA, também marcamos nossa presença. Estavam na festa os seguintes blogueiros: Nolci, Débora, Puerta, Luciana, Sílvia, Paulinho, Nélson Cerqueira e João.

A festa, como sempre, foi emocionante!!! Um pequeno discurso, cerimonial curto, para que todos aproveitassem da melhor maneira possível o período de confraternização. Teve show com o Nenhum de Nós, cantando Beatles e músicas do repertório próprio. Depois do final do show, a festa continuou com o DJ Rodrigo Flores.

Todos os presentes ganharam uma “ALIANÇA” comemorativa, que simboliza o elo de união permanente entre torcedores e clube. É linda! O INTER aproveitou o momento festivo e lançou um livro comemorativo do Centenário do clube, o “Livro Oficial do Centenário do SPORT CLUB INTERNACIONAL”. Ele foi produzido por Leonid Streliaev, tem textos de Luis Fernando Veríssimo e Cláudio Dienstmann, profundo conhecedor da história do clube.
O livro, na sua primeira edição, tem uma curiosidade… ele vem com uma “folha de eucalipto real” que foi recolhida do pátio do Estádio dos Eucaliptos como uma forma de lembrança do nosso antigo estádio, que será logo, logo, vendido e provavelmente demolido. Eu comprei um exemplar e achei maravilhoso!

Agora, nos resta esperar o final do dia de hoje para mais uma festa… Dentro de campo!!! Hoje é dia de mais uma batalha pelo Gauchão – rumo ao título do turno e aos greNAIS da decisão. Não vejo a hora de enfrentá-”los” novamente!

Luciana Michel – Porto Alegre/RIO GRANDE DO SUL
Consulesa do bairro Três Figueiras

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Inauguração do Museu Colorado

Ontem tivemos a honra de participar da inauguração do Museu do INTER.
Mas que honra… foi indescritível o que presenciamos! E o mais importante: Todos os colorados, presentes e futuros, terão a mesma emoção.
Passado, presente e futuro se encontram no museu.
Nós,
do ARQUIBANCADA COLORADA, queremos dividir com vocês um pouco do que sentimos e fazer um convite:
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Não deixe de ir conhecer o Museu…

Mas prepare seu coração: Muitas emoções te aguardam por lá!

 

 

Cada vez mais eu digo: Como é bom ser Colorada!
Por Luciana Monteiro Michel

Que orgulho eu senti ontem! Que imenso orgulho em ver a capacidade do nosso clube em conquistar títulos, no campo, e fazer algo tão belo, moderno e emocionante quanto o nosso museu, fora das quatro linhas!

Foi incrível ver história e realidade misturadas – incrível ver o Vergara parado ao lado da área do museu em sua homenagem, emocionado, mostrando aos outros… Este sou eu, isto tudo eu fui, eu sou…

Tirar foto com o Valdomiro, vendo a camisa que ele usou e os objetos dele que fizeram história. Até brinquei com ele: Que bela estátua do Valdomiro… Parece real!

E, bem ao lado, os “juniores” visitando a área e dizendo: Em breve, serei eu aqui! Emoção e tecnologia trabalhando juntas só podia dar no que deu: Um show!

Ontem, só deu para ter o “gostinho”…

Não vejo a hora de voltar lá e curtir de verdade esta verdadeira viagem no tempo… O tempo de ser colorado! Tem muita coisa para ver… Tem muito o que sentir!

 

O Tempo
Por Paulo Melo

Seis de abril, há 41 anos, Claudiomiro Estrais Ferreira, o humilde garoto morador de Canoas, RS, 19 anos completados na véspera do aniversário do seu Clube, promissor camisa nove do SPORT CLUB INTERNACIONAL, balançava pela primeira vez as redes do Gigante da Beira-Rio. Nas imagens em preto e branco da época e na voz de Pedro Carneiro Pereira (o maior locutor esportivo que o Rio Grande do Sul já ouviu) estão o registro dessa história.

No mesmo seis de abril, mas já no ano da graça de 2010 o Clube do Povo do Rio Grande do Sul inaugura o seu museu.
A obra está fantástica: Na entrada, logo após uma “árvore” de telas de vídeo com imagens difusas, podemos perceber três enormes telas. As três apresentam, independentemente, uma sucessão de imagens coloradas de épocas diferentes. Poderíamos definir como Chácara dos Eucaliptos, Eucaliptos e Gigante da Beira-Rio.

Amigos, é uma viajem fascinante. Do desconhecido, passando pela vaga lembrança e chegando aos nossos dias. Aquelas imagens querem dizer: “preparem-se, a seguir recordações e emoções, muitas emoções“.
De nossas bocas as palavras fogem, faltam… Os olhos se inquietam… Meu Deus!

É uma avalanche de modernidade. É tecnologia de ponta aflorando a cada centímetro. Luzes, sons e imagens se renovam a cada passo, tendo a surpresa e a beleza como féis escudeiras.

Meu caro “Irmão de Alegria”: programe-se! Você vai necessitar de muitas horas para conhecer essa obra monumental. Você vai se embriagar com a maravilha idealizada por dedicados e competentes colorados.

O reconhecimento pelo trabalho realizado é terem seus nomes eternizados pela magnitude da realização. Só discordo da denominação: aquilo não é um museu… Aquela obra, é um TEMPLO COLORADO.

Saudações Coloradas!

 

Meus Netos irão sentir o mesmo!
Por Adriana Paranhos

O Museu do INTER é mais do que um momento de celebração. Ele joga com a emoção do torcedor colorado com a maestria de Braulio, nos faz estremecer de alegria como a velocidade de Valdomiro e nos deixa perplexos como o instante em que fomos campeões mundiais!

É demais para um coração apaixonado rever, de tão perto, com tanta interatividade, a história e as glórias de nosso clube. Participar do presente do clube do povo. Estar sentado nas arquibancadas de madeira do Eucaliptos ou pular na inferior do Gigante da Beira Rio. Fiquei pensando… Que clube pode proporcionar isso aos seus torcedores? O clube do povo, é claro!

Sim, isso tudo terá um custo e já prevejo as maledicências que vem por aí.
Eu acho mais do que justo, porque eu me associei. Eu quis mais do que apenas torcer. Eu quis fazer parte deste clube e tenho minhas recompensas.
Jamais conseguirei relatar com fidelidade o que estas recompensas fazem com meus sentimentos, mas não será necessário.

Meus netos hão de sentir o mesmo, quando forem visitar este museu…

Blogueiros no Museu

Blogueiros no Museu: Luciana Michel, Adriana Paranhos e Paulo Melo

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Tchau, Urucubaca!

Foi na marra! Foi sem querer! Não interessa… o importante é que conseguimos vencer! No meu entender, era o que faltava – a vitória, o gol – para o retorno da confiança e do bom futebol.

Gostei do “renascimento” do Walter. Achei o Nei, o Sandro e o Índio os melhores em campo. Bolívar estava mais seguro e participativo que no último jogo. Acho que o Kléber ainda pode crescer, assim como o Guiliano e o D’Alessandro (até porque é destes três esperamos sempre mais!). Do Alecsandro, só o que eu acho é que ele tem que “ficar” mais na área, que é o lugar dele. E fez o que espero de um centroavante – O GOL da tranquilidade.

O Guina, como sempre, dispensa comentários… apenas uma ressalva: ele recebeu uma bola, sozinho, na frente da área… podia ter chutado!!! Mas também não podemos pedir mais dele… Sobre o Pato, tenho pensado bastante nisso: a estrela e a presença dele em campo. Salvou o INTER em uma defesa no primeiro tempo, depois não “trabalhou” mais em defesas difíceis, mas tenho prestado atenção nele. Ele passa o tempo todo posicionando e falando com os outros jogadores, organiza tudo ali atrás. Deu dois lançamentos ontem, fantásticos. Se apresenta como opção na saída de bola e toca fácil com os zagueiros e voltantes. Ele é diferente de todos os goleiros que já tivemos. Quando o INTER aprender mesmo a jogar com ele, acho que podemos crescer ainda mais – ele joga quase como líbero, adiantado, no meio dos zagueiros (parecido com o que o Ceni faz). E o espírito vencedor, a garra e a indignação com a derrota que ele apresenta, está contagiando os outros.

Li e ouvi em alguns lugares que o INTER não apresentava “mecânica” de jogo – acho exatamente o inverso: fazia muito tempo que o INTER não tinha jogada de linha de fundo, jogada ensaiada (mesmo que AINDA não efetiva) em escanteio e falta. Eu vejo o trabalho do Fossati e acho que, se “largarem do pé” dele, deixarem trabalhar, vamos ter boas surpresas em um futuro muito próximo!

Luciana Michel/Porto Alegre – RIO GRANDE DO SUL
Consulesa do INTERNACIONAL – Bairro Três Figueiras

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Volta Fernandão! Ou não!

Nesta segunda (22/03) pela manhã, ao abrir o jornal me deparei com a notícia sobre uma “vaga possibilidade” (ou não tão vaga!) volta do Fernandão para o Inter. E tive a certeza que toda a polêmica sobre o assunto estaria de volta. E acertei! 

Já tem Twitter “@VoltaF9”, email para uma espécie de “abaixo assinado”, tópicos pipocando por todos os lados…. 

E o Arquibancada Colorada não podia ficar de fora!
Reunimos posições de alguns de nossos blogueiros sobre este assunto e publicamos abaixo. Participe, comente! 

Deixe sua posição sobre o assunto que está “mexendo com todos os colorados”! Volta F9! Ou não! 

F9 VOLTA LOGO!
Por Nelson Cerqueira 

Sei que “corneta” depois de um jogo como o de domingo com o Pelotas, com aquele empate irritante no finalzinho da partida é muito fácil, mas infelizmente acho que os caminhos do nosso atual camisa 9 não estão se cruzando com os planos do clube… Será que as três ou quatro chances claras de gols seriam desperdiçadas por outro centroavante? 

Creio que essa falta de gols nos últimos jogos e o excesso de gols perdidos tem muito a ver com sistema tático, mas e a falta de sorte? E bolas na trave?
Acho que está faltando algo chamado “ESTRELA” e que é o que sobrava em nosso Capitão F9. Lembro que mesmo ele também teve fases complicadas no Inter, jejum de gols, onde a bola teimava em não entrar… Mas em compensação não consigo lembrar de um jogo importante onde ele tenha se omitido do jogo, mesmo não tendo grande atuação e não podemos esquecer que era predestinado a fazer história no Inter, onde iniciamos um longo período de supremacia aqui no RS e quando não pudemos ser campeões ficamos quase sempre entre os finalistas de quase todas as competições desde que ele estreou no Beira-rio naquele inesquecível gre-NAL do gol 1000. 

Todos nós sabemos que o tempo passa, que há limitações por idade, mas duvido muito que o ataque do Inter com nosso Capitão do Mundo em campo consiga jogar menos, ser menos efetivo que o atual. Nada contra os que estão em campo, nem aos que são eventualmente escalados mas acho que falta algo, falta estrada, falta sorte… Sei lá…mas muitas vezes sobra mediocridade e assistimos jogadas equivocadas. 

Alguns ídolos são importantes não só por sua competência dentro de campo, mas também pela liderança no grupo e respeito das equipes adversárias e há essa carência hoje no Inter.
Convenhamos que já somos afortunados por sermos Colorados e Campeões de tudo, mas não seria demais pedir aos Deuses do Futebol que novamente iluminem nosso Capitão Fernandão F9 e conduzam-no novamente ao Beira-rio, para sermos todos felizes novamente. 

VOLTA LOGO, FERNANDÃO!
Por Luciana Monteiro Michel 

Em agosto do ano passado, me fiz a pergunta que a grande maioria dos colorados se fez naquela época e que está se fazendo novamente, desde pelo menos hoje pela manhã…. Será que o Fernandão deve voltar? Será que eu quero o Fernandão de volta? Este Fernandão de hoje, será que ele não vai apagar a memória DAQUELE Fernandão de 2006? 

A minha resposta, em agosto e hoje, é a mesma: Eu quero, SIM! Me frustrei demais em agosto quando ele não veio. Me doeu horrores quando vi NOSSO FERNANDÃO com outra camisa! 

O Fernandão faz falta, sim.
O Fernandão será importante, sim.
O Fernandão fará a diferença, sim. 

Nem que seja pela palavra forte no vestiário, pela liderança que hoje sentimos falta… E tenho certeza que ele seria de uma importância sem par no nosso time atual (Se o Fernandão estivesse aqui, tenho certeza que o Walter, por exemplo, não teria pirado…). 

Ninguém cabeceia como ele – e isto, a idade não leva. Posicionamento, visão de jogo, liderança em campo e fora dele… Isto só se aprimora com a idade.
Precisamos do Fernandão. 

Tenho convicção na validade da contratação dele. E se for verdade o que o Fernando Carvalho alegou na época, em agosto passado, nada melhor que contrata-lo agora para selar a paz entre dois dos nossos maiores Fs de todos os tempos! 

Volta, Fernandão! E logo!!! Precisamos de ti! 

FERNANDÃO, DE NOVO!
Por Adriana Paranhos 

Não lembro de um grande ídolo ter voltado para os braços da torcida e ter continuado em paz. Tenho pelo Fernandão a mais alta estima. Como colorada, sei que devemos em boa parte a ele, os maiores títulos de nossa história tão brilhante. Além disso, como jornalista, Fernandão representou o sonho de todo repórter de esporte. Atencioso, inteligente, capaz de entender e se comunicar com o público, usando muito bem as ferramentas que os veículos possuem como instrumento. 

Mas, não sejamos cegos. Infelizmente, ele não é mais o mesmo jogador que comandou o time na Libertadores de 2006, rumo ao mundial. Quando saiu do Inter já não o era. A relação se desgastou com a negociação antes dele ir para o Goiás, mas já ali, pra mim, a diretoria acertou. 

 

Quero o Fernandão sempre na minha lista de heróis colorados, mas não quero ve-lo sucumbir em campo. Quero ele no vestiário, com toda sua liderança, mas não quero ele queimado pela imprensa no primeiro erro que possa vir a cometer. Não que seu tempo tenha terminado. Mas a verdade é que o Fernandão, nosso Fernandão capitão da América, não está mais aí disponível. Nem lá no Goiás. Por todo o respeito que aprendi a ter por este profissional do futebol brasileiro moderno, Fernandão não deve voltar ao Beira Rio para trabalhar. 

Venha nos visitar capitão. Tua presença, desta forma, será sempre um bálsamo para nossa torcida! 

NADA NOVO. DE NOVO.
Por José Antônio Puerta 

Contrariar a obviedade sempre foi uma das minhas manias. 

A minha natureza “do contra” acaba muitas vezes me levando na direção oposta da “maioria”. Agora, por exemplo,  eu vejo a campanha para comover a direção do Internacional, ou sei lá com que objetivo, mas tendo como meta trazer Fernando Lúcio Costa, o eterno Capitão Planeta, de volta ao time. 

Pelo andar da carruagem eu quase tenho dúvidas se é o Fernandão que eles querem ou se é o tão esperado Messias que vai chegar e, antes de dar um jeito nessa baderna que virou a nossa Terrinha criada com tanto esmero pelo Pai dele, vai calçar chuteiras encarnadas e, com cabeçadas certeiras ( ah ! que saudade …) vai mandar para o mármore do Inferno essa fase do “ quase “ em que estamos. Claro que no meio da turma também temos as moças que querem ter as melenas rebeldes do Capitão para poder  apreciá-las mais de perto, mas estas estão fora da minha argumentação pelo simples fato de não ter nada para oferecer em troca, até mesmo porque o salário do Kaká está fora do teto máximo do Gigante erguido a beira do rio. 

Já tive a oportunidade e o privilégio de poder conversar longamente com o Fernandão. O cara é tudo isso que falam e mais um pouco: simpático, atencioso e tem uma humildade rara nos jogadores de hoje (falando nisso o mascarado ainda está entre nós ! ).  Já como jogador do Goiás, ele e o Iarley nos receberam para um bate papo e uma homenagem que preparamos para eles.  Sabe aquela pergunta que tu sempre quis fazer pro Iarley – porque tu passou a bola pro Gabirú e não para o Luis Adriano ? Pois é. Nessa oportunidade eu fiz. E tive a resposta do cara que fez 95% do maior gol da nossa história. Assim.Como se fossemos amigos de longo tempo e batêssemos papo no buteco. Só faltou a Polar, que não estava presente porque eles estavam na Concentração no Holiday Inn. 

E  foi nessa oportunidade que eu vi que o Fernandão saiu na hora certa do Internacional.  Um pouco antes da sua saída ele já não era mais unanimidade no Beira Rio. Já tinha gente, e não era o pessoal aquele que tem a corneta tatuada nos lábios, que profetizava:  F9 não é mais o mesmo.  Eu mesmo achei que em alguns jogos ele estava precisando de um descanso no banco.  Mas tchê, o cara É O CARA. COMO que tu despachas o cara que foi o maestro das nossas maiores conquistas ?  Além de ter aquilo roxo, como já disse um cidadão que habitou o Palácio da Alvorada, tens que ter Argumentos, assim mesmo, com “A” maiúsculo, para isso. 

Quem sabe como um Gestor de Futebol ?

Mas ali, sentado em frente ao cara que eternizou o gesto de erguer a taça FIFA, em Yokohama, eu vi que ele estava em outro patamar. Naquele nível que reservamos aos maiores do Gigante. Do inconteste . Do cara que PARA SEMPRE vai ser estar na nossa história.

Não me sinto em condições de opinar sob as atuais condições técnicas dele, mas creio que, pelo profissionalismo e competência, devem estar apuradas.

Se Fernandão voltar, ele não vai ser só um jogador a integrar o plantel colorado. Ele vai ser uma espécie de “intocável” que não me agradaria ter dentro das quatro linhas. Alguém que teria lugar certo, SEMPRE.

E isso, senhoras, senhores e viúvas, é MUITO PERIGOSO.

Todo mundo que já assistiu o Michel ( aquele, o do Abel ), jogar , sabe por que.

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Tão ruim assim?

Eu não vi este jogo ruim do INTER que a maioria está comentando…. Acho que, se alguém merecia ganhar, só o INTER mereceria.

O Cerro jogou os primeiros 5 minutos, os outros 85 só o INTER tentou ganhar. Eles tiveram só 1 chance de gol. E o Pato brilhou novamente!
Só para eu comprovar o que eu estou dizendo acima: O Cerro fez “cera” (!) todo o jogo, antijogo total… fez festa no fim do jogo, comemorando o ponto obtido… enquanto que nós tentamos até o fim…

E podem me dizer o que foi aquilo no fim do jogo?!?! O Taison rouba a bola, ia para um excelente contra ataque e o juiz termina o jogo???

Em relação ao jogo….. não gostei da atuação do Sandro e do Kléber. Gosto mais do Nei do que o Bruno Silva (tem velocidade, força, vigor, mas precisa aprimorar o passe e o cruzamento). Achei a zaga bem, Sorondo está crescendo….. Apesar de que, diferente da grande maioria, eu prefiro o 3×5x2. No ataque, o Edu (em comparação à ele mesmo) está melhorando… e ainda vai crescer mais. Se a bola não tem chegado direito, como cobrar do Alecsandro? No meio, sobre o Sandro, eu já falei, o Guina dispensa comentários… O D’Ale jogou mais que o Giuliano – e achei que o Fossati deveria ter tirado o Giuliano e não o D’Ale na entrada do Andrezinho.

A entrada do Taison foi mais uma tentativa final de ganhar o jogo…. Colocar mais 1 atacante – o que é uma característica do Fossati: ele não tem medo de arriscar – recuando o Edu, foi uma tentativa válida… mas o Taison precisa reencontrar o seu futebol…

Ficaria preocupada se não visse possibilidade de crescimento, mas não é, nem de longe, a situação do nosso time.

Como eu já disse, repito: SINTO CHEIRO DE TÍTULO !

Luciana Michel/Porto Alegre – RIO GRANDE DO SUL
Consulesa do bairro Três Figueiras 

 

 

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38 meses da Nossa Maior Conquista

Recebi, dias atrás, a tarefa e a honra de escrever o post deste dia emblemático para todos os colorados. Todo dia 17 renova minha crença que nada é impossível, nada é intangível e nenhum sentimento é maior que meu Coloradismo.

17 de fevereiro de 2010, 38 meses depois de 17 de dezembro de 2006… Que dia, hein?!?! Parece que foi ontem…. ou que ainda estou vivendo este dia, no êxtase maravilhoso da vitória, do objetivo atingido, da vitória alcançada. Cada vez que penso, que escrevo sobre esta data, sinto tudo denovo. Revivo cada momento.

Para mim, este dia nem começou, muito menos terminou…. Eu explico… estava tão ansiosa, mas tão ansiosa, que lógico que eu não dormi… passei toda a noite ouvindo no rádio todos os programas, comentários, entrevistas, etc, que podia… No início da manhã, TVCom e as primeiras imagens.

Sobre o jogo, não temos mais o que escrever, até porque faltam palavras (por mais que o português tenha palavras, nenhuma chega nem perto do que eu senti no gol do Gabirú, na defesa do Clemer, na falta batida para fora do Ronaldinho, no final do jogo!!!). Foram 36 anos sendo Colorada, coroados de emoção naquele momento.

Saí de casa (vi o jogo em casa, não dou sorte assistindo jogos do Inter em bares ou em casa de amigos… só no estádio ou em casa. E neste dia é que não ia dar a menor “chance ao azar”!) festejando, abraçando quem eu conhecia, quem não conhecia… mas confesso que ainda não tinha caído a ficha.

Andei pela cidade inteira… olhando a comoção da nação colorada! Buzinando, dançando, cantando, pulando… lembro de todos os detalhes mágicos daquele domingo.

Mas não lembro da hora que eu fui dormir… acho que tudo passa pela minha cabeça como um sonho… do qual não quero e nunca vou acordar… Se eu não dormi, como posso acordar?

Este ano tenho certeza que terei outro dia sem início e sem fim! Mas desta vez, quero estar no palco principal…. Abu Dabi me espera em dezembro!
Tenho total convicção que estaremos lá! Traremos o BI mundial. Confio nos nossos guerreiros. Para mim, quando um atleta veste a camisa “encarnada” (para mim, sempre vermelha, mesmo que seja branca…. hehehehe) ele se torna o “melhor do mundo”, pelo menos durante os minutos em que ele estiver em campo. Posso achar alguém melhor ou pior, concordar ou discordar da escalação, de uma contratação, de uma venda, de uma “convicção” do treinador. Mas isto antes ou depois de começar qualquer jogo. Durante a partida, todos são os melhores, comissão técnica, titulares e reservas. Durante os 90 minutos ou mais, temos o melhor goleiro, o melhor zagueiro, o melhor meio de campo, o melhor centroavante.
Temos a melhor torcida, que quando apoia o time faz a diferença. Quando “damos as mãos”, nada nem ninguém pode nos impedir de conquistarmos todas as glórias. Juntos, somos maiores e melhores que todos! E estaremos juntos!

Sendo assim, a partir de dezembro de 2010 teremos 2 dias para confraternizar e comemorar… 17 e 19 (?), a provável data do jogo deste ano!

OBS: Hoje, 17 de fevereiro, estaremos reunidos, como de costume, para festejar e comemorar mais um “dia 17″! A confraternização de hoje será no La Passiva, brindando esta data com um chope bem gelado!
Todos que estiverem em Porto Alegre estão convidados para mais esta demonstração do nosso coloradismo. E quem estiver longe, levante um brinde, mesmo solitário. Estaremos todos juntos comemorando…

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O grupo é a nossa força!

Olá, Colorados e Coloradas!

Meu nome é Luciana Monteiro Michel, sou consulesa colorada do bairro Três Figueiras, aqui em Porto Alegre. Este é meu primeiro post aqui no Arquibancada Colorada. Pensei muito no que escrever… idéias e assuntos pipocaram na minha cabeça, mas nada que eu dissesse: isto é o que eu quero para meu primeiro post!

Então resolvi falar sobre o que eu vi e senti em Bento neste final de semana – estive, também, presente no encontro consular que ocorreu lá, no sábado. No fim da tarde, quando estávamos nos preparando para voltar a Porto Alegre, resolvemos dar “uma passadinha” para olhar o final do treino colorado. Quando chegamos, os jogadores estavam somente realizando exercícios físicos, então eu não posso falar de aspectos técnicos e táticos… mas posso falar do estado de espírito dos jogadores e comissão técnica, da união do grupo, do brilho nos olhos dos jogadores. Foi o que eu vi: um “grupo” no amplo sentido da palavra, todos bem humorados, todos “juntos”.

Terminou o treino, e eles ficaram alguns momentos reunidos, batendo papo, ao lado do gramado. Brincadeiras, conversas, das mais variadas – me lembrou quando meus amigos vão jogar bola e depois ficam conversando no final do jogo – e é isto que eles aparentaram para mim: estarem “amigos”! O D’Alessandro foi um dos que mais me chamou atenção. Os olhos brilham. Ele está “feliz”!

Saí de lá com muito boa impressão do ambiente do grupo colorado. E isto para mim significa muito! Quando temos vínculos, quando temos laços, jogamos uns pelos outros. Na vida e no campo de futebol.

Toda vez que nosso grupo de jogadores se uniu, tivemos bons frutos! Basta lembrar… Em 2005, nos levaram o título brasileiro “no tapetão”… isto fez com que o grupo se unisse e sabemos no que resultou: em 2006, título da Libertadores e do Mundial.

Em 2008, na final da Sulamericana, o Guina expulso na Argentina contra o Estudiantes… o que disseram os jogadores restantes quando viram a tristeza e preocupação dele no vestiário? Tantas vezes tu correste por nós, hoje é nossa vez de correr por ti! Resultado? Campeão da Sulamericana!

A força não está em um nome ou outro, a força está no “grupo” e em tudo o que a palavra representa. E foi que eu vi e senti em Bento e isso me deixou com muita esperança de um ano de muitas conquistas!

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