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16 de agosto, aonde tudo começou!

Já se passaram quatro anos daquele 16 de agosto de 2006, a noite em que o Inter tornou-se verdadeiramente INTERNACIONAL. Era o primeiro grande título que faltava (se assim podemos dizer), o momento de virar a página de “quase” para escrever uma nova era de conquistas. Naquela noite, um novo marco foi fincado às margens do Guaíba, o gigante da beira do rio, em meio a fogos de artifício e a muita comemoração, deixou para trás duas décadas de poucas alegrias para começar naquela noite a conquistar o mundo. Não é fazer pouco caso dos títulos nacionais da década de 70, esquecer das glórias do passado, mas é que neste dia o mundo de fatos passou a nos olhar de forma diferente, com mais respeito, passamos para um outro nível de representatividade “dos intitulados CAMPEÕES”, o significado da palavra CAMPEÃO passou a ter mais força.

As novas gerações que vieram depois daquele 16 de agosto se tornaram campeões do Mundo, campeões sulamericanos, CAMPEÕES DE TUDO. São momentos de muitas alegrias, títulos, conquistas, emoções, vibrações… como escreveu o jornalista Marcelo Barreto, vivemos a época Colorada. E como é bom viver esse momento, participar e poder contar essa história para filhos, netos, sobrinhos… já ouvi muitos dizerem “queria ter 10 anos agora” ou “queria voltar ao colégio na minha 4º séria ”, são relatos daqueles que passaram pelos anos de chumbo do Colorado, dos anos amargos, dos momentos em que comemorávamos o tri invicto (que nem se sabia direito quando isso aconteceu nem quem jogou), o eterno GreNal dos 5X2, do Gauchão de 97 ou a Copa do Brasil de 92. Foram tantos “quase” contra Bahia, Flamengo, Brangantino, Olímpia, … o maior adversário durante muitos anos foi o “quase”.

Entretanto, mesmo tendo passado o período de formação de “sofrimento”, tudo isso só ajudou a se eu ter uma certeza absoluta… na vitória ou na derrota, Colorada eu sou, para sempre! O período de baixa só serviu para engrandecer muito mais a cada conquista, cada momento de glória, cada taça erguida, cada lágrima chorada. Se pudesse mudar o passado, não mexeria em uma vírgula, porque tudo que passou serviu para fortalecer sentimentos e erguer um Gigante que mora às margens do rio. Tudo que vivemos serviu como lição para hoje sermos o que somos, CAMPEÕES DE TUDO!

E neste 16 de agosto 2010 parabenizo aos guerreiros que entraram em campo naquela noite de 2006 e a todos os torcedores que apoiaram e festejaram aquele título no Beira-Rio ou pelo mundo. Hoje estamos há dois dias de mais uma grande decisão, de recuperarmos a América, de podermos pintá-la de vermelho novamente, de virarmos a página para um novo momento, o de RECONQUISTAR TUDO NOVAMENTE. Embora por mais que a peleia possa parecer ganha, temos que apoiar, temos que incentivar, temos que cantar, temos que respeitar… a era dos “quase” já foi, estamos na era dos títulos e assim é que devemos continuar.

FORÇA COLORADO, RUMO AO BI!

Débora Silveira – Porto Alegre/RIO GRANDE DO SUL
INTER, para sempre eu vou te amar!

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Ação Arquibancada

No jogo da última quarta (28), o BLOG ARQUIBANCADA COLORADA realizou uma ação para embelezar o Beira-Rio antes da partida contra o São Paulo. Distribuímos 1.000 balões que fizeram a festa no portaõ 2 da Social. Todos que ali estavam vibraram muito e apoiaram o time a todo o instante. Pensamento de vaia, nem passou perto do Gigante naquela noite.

Convidamos a todos os Colorados que na próxima ação, venham participar conosco, pois quem ganha com isso tudo, essa união do torcedor é apenas o nosso Sport Club Internacional que mostra ao mundo um grande espetáculo das arquibancadas. Uma grande prova disso foi o espetáculo do “Ruas de Fogo” organizado pela Guarda Popular Colorada. Foi arrepiante ver a chegada do ônibus com a nossa delegação no meio de uma chama vermelha. Algo dígno de um GRANDE CAMPEÃO DO MUNDO. Parabéns a Guarda Popular que uniu centenas de torcedores para promover essa grande festa.

Confira algumas fotos da ação de dentro e fora do Beira-Rio e esperamos por todos na grande final… se Deus quiser (e ele há de querer!)

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Um time 100%

Taison comemora o gol contra o Flamento (Foto: Vipcomm)

100%: esse é o número Colorado pós Copa do Mundo. Ninguém é melhor do que o Colorado, ninguém conquistou mais pontos na retomada do Brasileiro do que o time de Celso Roth.

Técnico que chegou com desconfiança, aos poucos conquista cada torcedor. Ok que ele ainda não passou pelo desafio maior, aquele que será jogado o semestre alvirrubro, mas ele já deu corpo a um time perdido em campo, desentrosado e pouco criativo dos tempos de Jorge Fossati. Talvez o ponto mais importante tenha sido a consistência defensiva, alinhado a recuperação do Alecsandro. Não só bastasse isso, recuperou Taison, desacreditado por muitos, o guri corre em campo sem medo e com sede de vencer. O velho Taison do primeiro semestre de 2009 pode não ter voltado completamente ainda, mas está a caminho.

Tinga está se revelando um grande líder, além de contribuir na organização da equipe, sua voz em campo deu confiança ao grupo. Quem ouviu a entrevista coletiva do Roth, ouviu a explicação sobre a perda da braçadeira de capitão do Guiñazu e pode ter certeza que além de um leão em campo, “El cholo” é um exemplo a ser seguido de companheirismo e consciência em prol do grupo. Quantos teriam a mesma reação de um verdadeiro capitão em ceder o lugar de líder em campo para o companheiro, reconhecendo a grandeza e as virtudes do colega? “El loco” Guiñazu é realmente um exemplo a ser seguido.

Se antes chegamos aos trancos e barrancos até a semifinal da Libertadores da América, hoje somos uma equipe preparada para enfrentar qualquer adversário. Se antes eu tinha esperanças, agora eu acredito com todas as minhas forças de que a vitória quarta é possível, que a busca pela reconquista da América está mais perto a cada dia, a cada jogo, a cada treinamento e, principalmente, a cada vitória.

Hoje o Inter é um grupo unido e forte, elenco sempre tivemos, mas atualmente temos esquema e comando. Confio que Celso Roth vai passar para o patamar dos técnicos campeões e vai levar o Colorado ao topo do mundo novamente… um dia o sapo virará príncipe ou então a lagarta irá virar borboleta. Na quarta saberemos o primeiro passo da metamorfose!

Débora Silveira – Porto Alegre/RIO GRANDE DO SUL
INTER, para sempre eu vou te amar!

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Imagens de BH

O blogueiro e cônsul Colorado em BH, Rogério Reis, enviou algumas imagens da festa da torcida na última quarta na Arena do Jacaré, na vitória de 2 X 1 sobre o Atlético MG. É com essa empolgação, alegria e confiança que queremos que todos que forem ao estádio Beira-Rio nos próximos jogos tenham.

Dia 28 aproxima-se, nosso semestre estará todo lançando nele e o apoio em massa do torcida alvirrubra tem que estar presente para empurrar a nossa equipe em busca do Bi da América. Força com tudo Colorado!

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A vida fora da janela

O que devemos esperar do Inter para a semifinal da Libertadores sem seus maiores reforços? Mais uma vez a imprensa fez um auê, empolgou a torcida e nada se concluiu. A tão esperada janela, parece que não vai se antecipar.

Vamos pagar pela falta de planejamento, pois se para solicitar a FIFA a antecipação da janela o prazo era um ano atrás, a falta de planejamento foi de todo o futebol nacional, não apenas exclusividade do Inter. Nenhum time se deu conta que poderia passar por isso? Ninguém planejou estar em uma Libertadores ou alguma outra competição importante?

Agora a nossa falta de planejamento cabe quando vemos jogadores indo embora, falta de reposição, jogador dizendo que não quer jogar mais e quer ir embora, enfim, esses detalhes sim são problemas internos do Colorado, falta de produtividade, não encontrar soluções de atletas no país, etc. Esses problemas internos sim são culpa da nossa administração.

Entretanto, apesar disso tudo, acredito no Roth e no seu histórico de “tirar leite de pedra”, fazer os jogadores renderem mais que o habitual. Espero que ele consiga montar uma equipe competitiva com o que tiver em mão, o suficiente para passar por cima do São Paulo com toda a emoção, adrenalina e angústia da competição. Como ele mesmo já nos disse, não conseguiu treinar 50% a parte tática, mas mesmo com pouco treino vimos um time mais eficiente na defesa e com um novo ânimo no ataque. Foram dois amistosos, um jogo pelo Brasileiro e nenhum gol sofrido… bem diferente do time que encerrou as últimas rodadas do Brasileirão.

Enfim, confio no que temos, com ou sem reforços, apoio o Roth e tenho fé de que passaremos por cima do tricolor do Morumbi.

Débora Silveira – Porto Alegre/RIO GRANDE DO SUL
INTER, para sempre eu vou te amar!

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Gol de placa… inacreditável

Parece que agora os boatos vão se tornar fatos. Ok, ainda dá tempo de nada se concretizar, mas desta vez estou levando fé nas especulações da imprensa. Se o que Ricardo Teixeira já falou na África se confirmar, estamos vendo a primeira vitória do Inter sobre o tricolor paulista. A janela de transferência será antecipada e com isso os reforços Sobis, Tinga e Renan poderão ser inscritos na Libertadores.

Para quem não sabe, alguns dos “aliados” mais fortes do Inter nesta conquistas são rivais do tricolor, o presidente corintiano Andrés Sanches e o palmeirense Marco Polo Del Nero. Quem diria que o algoz Corinthians poderia um dia nos ajudar em alguma coisa?? Claro, nada é de graça, pois tudo isso é em nome da rivalidade… para os dirigentes dos dois clubes é preferível a morte do que ver o São Paulo conquistar o quarto título da Libertadores. Sim, não vamos desprezar a força da nossa Direção e do apoio da FGF nesta ação. Provavelmente o próprio São Paulo se beneficiará com a antecipação, pois provavelmente perderá o lateral Cicinho e terá que repor o jogador.

Com os nossos reforços vamos mais vivos do que nunca para as duas partidas da semifinal, confiantes e fortes rumo a grande final. Para quem gosta de coincidências, vamos com dois “talismãs” para dentro de campo, Sobis e Tinga, os dois guerreiros que marcaram em 2006 nas duas partidas daquela inesquecível final. Quis o destino que encontrássemos novamente pelo nosso caminho o São Paulo, o mesmo adversário que valorizou mais ainda a nossa conquista. Assim como o post do blogueiro Gilson Novaes, as coincidências são várias, mas só isto não basta, se não campeonato baiano acabaria sempre empatado.

A força da Arquibancada está chegando, a hora de acreditarmos, apoiarmos e vibramos nas duas batalhas que nos esperam se aproxima. Torçamos para que Sobis novamente deixe a sua marca no Morumbi, que Tinga marque novamente na goleira iluminada (mas que não tente tirar a camisa desta vez) e que a imensidão vermelha e branca invada a capital paulista, confiante rumo ao Bi da América. Temos e vamos engolir o tricolor paulista nessas duas partidas… e de vencer tricolores nós estamos mais que acostumados. O Inter não vence o São Paulo na sua casa desde aquele 09/08/2006, está na hora de retomar o caminho das vitórias e, pela primeira vez, fazermos o nosso eterno capitão chorar, mas não de alegria com o Colorado. A nossa hora bate a porta, o nosso grito está pronto para ecoar pelos gigantes de concretos e a nossa garra mais uma vez, ao mundo mostrar para ele no futuro, conquistar. 

E você, já sabe qual será o seu papel nesta decisão? Eu já sei o meu!

Débora Silveira
INTER, para sempre eu vou te amar!

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2×1, preocupante?

Hoje o time de Celso Roth entrou em campo pela primeira vez e o que vimos foi um Alecsandro novamente isolado. Alguns pontos se repetiram como a quantidade excessiva de perder gols e falta de apoio ao ataque. O time inicialmente montado teve poucas alterações, com Matias no lugar de algum titular no ataque antes da pausa para Copa (Taison ou Walter).

Realmente não vi o jogo do início ao fim, apenas os melhores momentos, por isso não irei analisar aqui se o time já tem jogadas ensaiadas ou a cara de Celso Roth. O pouco que vi parecia um compacto de um time de alguns poucos meses atrás. Vencemos o torneio, trouxemos para casa mais uma taça, mas não foi dessa vez que encantamos. Empatamos sem gol contra um modesto Peñarol. Será que realmente estamos evoluindo tecnicamente?

Ok, nossos reforços não jogaram, apenas o jovem Oscar, mas nada de Sobis ou Tinga. Damião mostrou mais uma vez que pode ser mais agressivo que Alecsandro se derem oportunidades ao menino. Entretanto o resultado final foi de um conquista de mais um caneco, mas a que preço? Se tivemos a confirmação que Pato Abondanzieri é um grande goleiro experiente, pegador de pênaltis, que podemos contar com ele na hora da verdade em uma possível decisão por penalidades contra o São Paulo, nossos batedores não nos passaram a mesma segurança.

Foram cinco cobranças, duas convertidas apenas! Alguns poderão dizer que o time está retornando a atividade, que não era uma grande decisão, mas não vamos nos enganar… era pênaltis, alguém desaprende a bater porque está fora de forma? Eu acho que não! Esse foi o ponto mais preocupante, será que foi apenas displicência dos nossos atletas ou será um sinal de alerta para reforçarmos os treinamentos?

O resultado do jogo é o que menos me importa, o título tanto faz, mas o que mais me deixa com as orelhas em pé e os olhos bem abertos são os indícios que esse retorno nos deixou, estamos no caminho certo ou ainda temos muito a evoluir?

Débora Silveira
INTER, para sempre eu vou te amar!

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É a vez de Celso Roth

Torcedor quer sempre mais, quer sempre o melhor para o seu time, quer todos os títulos, deseja sempre a vitória. Entretanto, nem sempre tudo isso é possível… tropeços aqui, erros ali, nos frustramos, mas jamais abandonamos. Tenho visto uma grande manifestação de torcedores dizendo que não concordam com a contratação de Celso Roth como técnico Colorado, dizendo que vão deixar de ser sócios, quebrar a carteirinha, não vão torcer mais, não vão ao estádio enquanto não houver mudança de técnico ou mesmo que irão vaiar o time. Agora pergunto, do que isso adianta?

Não sou arroz de festa ou torcedora que acha que está tudo bem, tenho consciência dos problemas do time, das carências, das falhas e sei que agora, na fase decisiva de uma Libertadores da América, não é hora para mudar, não se poder querer mudar um time inteiro. Falar da Direção de que adianta… eles não entram em campo, não são eles que irão jogar, por isso se alguma coisa tem que mudar ou reclamar, a hora também não é agora.

O problema do Roth é porque ele saiu recentemente do Grêmio ou porque ele nunca ganhou nada de relevante importância até hoje? Muitos já disseram e reforço aqui, Abel Braga quando chegou em 2006 não era unanimidade, nem todos gostaram, diziam que ele tinha a “síndrome do vice”, eu mesma não gostei dele no Inter. Assim como Abelão conseguiu conquistar o mundo em 2006 vocês acham que o Roth também não quer isso para a sua carreira? Deixar de ser chamada de técnico do primeiro turno, cavalo paraguaio, de que consegue tirar leite de pedra de times com pouca estrutura, mas que na hora do “vamos ver” ele amarela e perde o título. Isso tudo mexe com os brios de qualquer ser humano, ser taxado de forma pejorativa não é nada satisfatório ou motivo de orgulho. Além disso, ter deixado a maior competição das Américas no ano passado sem ter perdido uma única partida, estar invicto e com a melhor campanha de todo o torneiro, vocês acham que isso não está entalado na garganta dele? Não importa se o futebol era bonito ou com placares elásticos, mas era de fato o que conquistou os melhores resultados.

Devido a somente esse último episódio eu acredito que ele está com sede de vitória, vai quer mostrar para todos os críticos que estavam errados, inclusive aqueles que o demitiram (injustamente?). Vejo como uma chance de ouro para a sua carreira, estar há quatro jogos de ser considerado o técnico campeão das Américas por toda a eternidade… é ele quem sairá na foto, é ele que passará para o hall dos técnicos campeões, eliminando de vez a sua sina de técnico que chega, mas não ganha. Nos dois últimos nacionais ele conseguiu montar equipes que disputaram até as últimas fases o título, sendo que não tinham grandes jogadores, mas conseguiu extrair o máximo de cada um, até os seus limites.

O Inter precisa de alguém que saiba extrair o máximo de cada jogador, fazer eles darem a vida pela vitória, doarem o sangue e a alma pelo título. Diferente das últimas equipes em que passou, os jogadores de times como Atlético-MG e Grêmio buscavam visualização e reconhecimento, o Inter tem um grupo já renomado mundialmente, já tem fama e dinheiro, status adquirido, e talvez isso seja o mais desafiador, como motivá-los a serem guerreiros alvirrubros de corpo e mente?

É nisso tudo que eu penso, no contexto geral de toda a história da sua carreira de que ele passa de vez para um nível diferenciado de técnicos ou será sempre considerado uma piada por muitos. Eu acredito que ele pode fazer um bom trabalho e mais uma vez estarei apoiando o meu Colorado em cada jogo e em todas as competições. Não será com Felipão (que foi infeliz nas palavras ao descartar o Inter, profissionalismo acima de tudo), não será Adilson (que falou demais em 2006), não será Nelsinho Batista (graças a Deus) e não será Abelão (2006 não volta mais, bola para frente), mas será sim com CELSO ROTH a busca pelo BI e se Deus quiser, a conquista dele.

E para os torcedores revoltados eu pergunto, você é torcedor apenas nos momentos das vitórias ou na adversidade também?

Força Inter, estarei sempre contigo!

Débora Silveira
INTER, para sempre eu vou te amar!

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Problemas reais ou criados?

A imprensa divulgou nesta terça a entrevista com o preparado Alejandro Valenzuela e caiu de pau, repassando ao público o entendimento que o baixo rendimento da equipe dá-se pelo fato de que o time não entende o que o preparador fala. Ora, convenhamos, quantos de nossa equipe são de língua espanhola, ou já jogaram na Espanha, ou no México ou pelo menos não entendem um “portunhol muy ben”. Isso não é motivo para o baixo rendimento, o baixo rendimento deve ser por outra causa, e aqui não culpo ninguém, até porque não sei qual é a origem, mas o nosso problema parece a reprise de um filme. Lembram do time do Tite que em meados de 2008, 2009 teve toda a imprensa também reclamando que não tínhamos mais pernas no segundo tempo??? Em 2009 chegamos no final do ano cansados e a desculpa era por causa do excesso de jogos, pois fomos o time que mais jogou.

Nesse período ganhamos uma SulAmericana, voamos no Gauchão e tudo foi escondido, os problemas foram jogados para baixo do tapete, aplicamos o ditado popular “tapamos o sol com a peneira”. Passam-se os anos e os problemas continuam os mesmos, como? Qual é o problema de fato? E aqui não falo apenas sobre a preparação física, mas com o todo… porque os problemas do passado voltam? Diziam que Tite tinha problema com D’Alessandro, o primeiro caiu. Fizemos festa para Fossati, técnico vitorioso internacionalmente no fraco futebol equatoriano, novas técnicas, otimismo gigantesco… vieram os jogos, tropeçamos nas próprias pernas e as coisas não saíram como se esperavam, aí a culpa é do técnico novamente? Jogadores fora de forma, sem espírito de grupo, sem garra de vencedores são entregues a comissão e a culpa é sempre da comissão. E nesses momentos de crise, vem as especulações de briga interna, jogador A que não fala mais com o técnico ou com o atleta B e assim vai. Hoje ouço muito que os problemas são “os estrangeiros”, que mandam e desmandam no vestiário.

Convenhamos, será que não temos quem coíba isso internamente se realmente está acontecendo? Estamos a deriva sem solução? Hoje Fernando Carvalho é criticado por todos os lados, virou o anti-Cristo do Beira-Rio. Há um ano atrás, aplaudiram o seu retorno, hoje o apedrejam.  Até que ponto tudo isso acontece porque estamos influenciados pela imprensa, concordamos com todos aqueles fatos? Tem muita coisa errada nos corredores do Gigante, mas sejamos racionais sempre, usamos a razão e não o coração, estamos do lado do Inter ou da imprensa? Há erros que são da nossa gestão sim, porque alguns problemas se repetem ano após ano, mas que saibamos cobrar a correção dos nossos próprios erros e não dos possíveis erros impostos ou sugeridos pela imprensa. Não vamos acreditar apenas nos bodes expiatórios, em semana de decisão para o time vem uma notíca desse tipo, seria para desestebelizar ou agregar? O Inter precisa é de apoio, não de intrigas agora. Eu sei dos problemas, alguns culpados, mas enquanto houver Libertadores, há esperança e deve existir harmonia.

Débora Silveira
INTER, para sempre eu vou te amar!

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Nada, JAMAIS, irá nos separar!

Neste sábado resolvi fazer algo que há tempos queria e nunca fazia… sentei no meu sofá e calmamente assisti o filme “Nada vai nos separar” novamente. Já tinha o assistido no cinema, mas em casa, com toda a calma, ainda não tinha feito, embora tivesse comprado o DVD na semana do lançamento.

Talvez eu tenha ido assisti-lo para poder me emocionar de alegria com as glórias do passado e não mais me emocionar de tristeza com os fiascos da atualidade. A semana foi pesada, negativa, muita gente reclamando, tocando o dedo na ferida e tantas outras jogando a toalha no chão. Tem gente falando que a Diretoria é uma porcaria e estão usando o “poder da carteirinha” para dizerem que no final do ano eles têm o poder de mudar, fazer o voto da mudança. Nem tanto ao céu, nem tanto ao inferno, nessas horas temos que agir com a razão e não com emoção, não precisamos de um revolucionário Che Guevara com cara de Fernando Miranda para mudar tudo que já foi feito. Temos erros atualmente, mas acertamos no passado, todas as maiores glórias foram feitas por quem hoje erra pensando em acertar.

Concordo com muita coisa que estão reclamando, precisamos de uma limpeza de vestiário, de uma reformulação geral, mas estamos há poucos dias da primeira grande decisão do semestre, não podemos titubear nessa hora, temos que ser fortes e dar a volta por cima. Ao rever o filme como é bom saber que as décadas de 80 e 90 serviram para nos fortalecer, para que nos desse garra para mudarmos essa história. Como é bom saber que as crianças de hoje, podem bater no peito e dizerem que são CAMPEÕES DO MUNDO. Guerreira a criançada dessa época de trevas que jamais deixou de acreditar no Colorado e de que um dia poderia extravasar de alegria e emoção.

O Sport Club Internacional é uma instituição maior do que eu, do que você, do que qualquer dirigente, choramos de alegria e de tristeza por ela, brigamos por ela, ficamos magoados em um momento e no outro extremamente felizes. Somos apaixonados por algo além do humano, somos loucos por um escudo, um significado, uma história. Somos torcedores!

Por isso, que mesmo a lógica me diga que o Gauchão é dificílimo, se não perdido, que a Libertdores está por fio, eu acredito sempre que uma força maior, um sentimento maior, uma sorte melhor e até mesmo, um milagre pode acontecer para a história ter um final feliz. Nos melhores e nos piores momentos eu quero estar sempre junto com o meu Colorado amado, pois eu quero SIM fazer a diferença, eu quero poder dar um algo mais, ser parte integrante da mudança, eu quero participar. E é por isso que eu digo, Inter, nada, JAMAIS, irá nos separar!

Veja o vídeo e entenda um pouco essa paixão!

Débora Silveira – Porto Alegre/RIO GRANDE DO SUL
INTER, para sempre eu vou te amar!

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A melhora da morte

Já ouvi muito uma expressão popular que diz “Fulano teve a melhora da morte”, que quer dizer que a pessoa estava mal, teve um surpreendente melhora e veio a falecer repentinamente, enquanto todos acreditavam na cura. Qualquer semelhança é mera coincidência com o Colorado. Há uma semana atrás todos que saíram do Beira-Rio naquela noite deixaram o estádio confiantes que o time tinha se encaixado de vez e que agora estávamos prontos para os próximos desafios como um grupo seguro e confiante. Resultado sete dias depois… duas derrotas e estamos a beira da morte nas duas competições. Nos iludimos, nos enganamos com a “melhora”, estamos caminhando há um bom tempo para a morte, estamos virados em um time destinado a morrer a qualquer momento.

O Inter encontra-se no momento mais crucial do semestre. Ainda não é a hora de reclamarmos da Diretoria, do jogador A ou B, pois se fizermos isso agora, seremos penalizados em sete dias. A hora é da SUPERAÇÃO. Mas ainda dá para acreditar? Eu sempre acredito e não desisto nunca, mas que dói ver um time preparado para se defender levar três gols, não dá para querer! O que começou como um time de defensore, acabou como um time de atacantes desesperados em busca de um gol, mas sem um meio campo que organizasse as jogadas, virou um “bumba-meu-boi” ou “seja o que Deus quiser”!

Não é de hoje, já são quatro meses e meio que o uruguaio Jorge Fossati não acerta o time, muda de esquema como troca de terno (embora nos ternos eu ache que ele tenha mais convicção e certeza no modelo e cor deles na hora de usar, já com o time…). É duro, é muito duro ver uma folha de pagamento como a do Inter e um futebolzinho equivalente ao time do bairro, formado por jogadores barriguinhas de cerveja e sem muita intimidade com a pelota. Não adianta reclamar do juiz, temos que superar isso, pois temos que ser superiores para que os erros não prevaleçam e nos prejudiquem. Chega, não dá mais, priorizamos a Libertadores, mas não jogamos o suficiente para merecermos estar na disputa. Desprezamos o Gauchão e deixamos ele voar das nossas mãos e ainda tivemos que ver o Grêmio mandando dentro do Beira-Rio. O torcedor apoiou e o que levou… banho de chuva e 2X0 na cabeça com direito a ter que ver o Leandro passar na frente da torcida esfregando os dedos nos olhos como quem chora e ouvir o presidente tricolor dizer que a torcida dele merecia mais a vitória porque nunca vaia o time.

Vaiar o time??? Jamais, não é a hora de fazer isso, o foco é a Libertadores. Se ela se for agora, como ficaremos? Brasileiro é longo, precisa de elenco, time encaixado e preciso. Ao acabar a competição SulAmericana só nos restará o velho e bom Brasileirão que não vencemos, há mais de 30 anos na fila, mas que estamos batendo na porta há tempo. Uma limpa tem que ser feita no vestiário, piadas de mal gosto como Kleber Pereira devem sumir do Beira-Rio, se fosse para trazer um fora de forma, sou muito mais de jogadores “fora de forma” como F9, Iarley (lembram que a fila anda… pois é, ele está aí até hoje mostrando que é verdade e jogando mais uma Libertadores).

Chega, não dá mais, mas nesta hora eu só posso dizer INTER, ESTAREI CONTIGO, EU ACREDITO QUE É POSSÍVEL! Eu vou torcer, eu vou apoiar e eu vou gritar, quero fazer parte do inferno, quero ajudar a transformar o Beira-Rio em um caldeirão, fazê-lo rugir para argentino nenhum achar que aqui é moleza. Não é hora da vaia, não é hora de reclamar, felizmente ou infelizmente, esse momento é apenas de APOIAR. No final da competição é que saberemos quem tinha mais razão, o estilo Patrícia Amorim que não se omitiu e mudou enquanto havia esperança ou a nossa Diretoria que se agarra nas suas convicções e não as mudam por medo ou por orgulho? Enfim, quinta estarei contigo Colorado!

Débora Silveira – Porto Alegre/RIO GRANDE DO SUL
INTER, para sempre eu vou te amar!

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Só nos resta decisões

A primeira decisão passou, mas a partir de agora os próximos três jogos serão todos decisivos para o primeiro semestre Colorado. Claro, um mais importante que o outro, mas apesar da relevância do título no final, nenhum torcedor que perder título, nem que seja de bolinha de gude, para o maior rival. Dias 22 e 25 de abril o Beira-Rio tem que tremer, em terra Gigante o inferno é Colorado. O torcedor quem que estar junto ao time, a virada no último domingo mostrou que com o nosso apoio o time cresce, vibra, se empolga, vai para cima e busca o resultado até o minuto final. Se nós podemos, então faremos a diferença.

Já no dia 02 de maio a decisão é do regional e, se Deus quiser, uma nova etapa pela Libertadores na sequência. Usar time misto, titular ou reserva em domínios inimigos, o que é o melhor? A Libertadores é o foco, mas perder para o tricolor não será o momento que faltava para desestabilizar todo o trabalho do semestre? Se ficar o bicho pega, se correr o come! O ditado popular pode ser resumido que desde domingo, não haverá vida fácil para o Colorado, nunca tivemos na verdade e talvez nunca a tenhamos… sofrido e dramático é mais gostoso comemorar no final.  

Entretanto todos sabem a pressão que o Fossati leva diariamente, a Direção sendo cobrada por reforços, as cornetas da imprensa e dos próprios torcedores. Os corredores do Gigante na beira do rio é uma bomba relógio pronta para explodir a qualquer momento. E o torcedor será que pode ajudar? Claro que sim, estando junto do time o tempo todo, seja no Beira-Rio, seja na Azenha ou seja em alguma cidade das Américas, temos sempre que estarmos juntos. Duas viradas espetaculares já aconteceram com o grito da torcida, Emelec e o Pelotas, será que você torcedor, ainda duvida da tua força? Há quem diga, mas durante quanto tempo o nosso time irá suportar tantas viradas excepcionais, quanto mais poderá suportar? Não sei, mas se estivermos unidos, eu acredito que muitas outras ele suportará.

Quantos não chamaram o Fossati de burro quando ele mandou a campo Edu, embora saísse o Taison, ninguém preferia o camisa 18 (como ou ouvi alguns cantarem na saída “Uh, uhu, o Edu é Gabiru”). E outros tanto continuaram a “elogiá-lo” com o adjetivo carinhoso quando sacou Andrezinho… por ironia do destino, Edu e D’Alessandro deram lugar a virada Colorada e a vitória no final. Cada um que vaiou, engoliu o seu “Uuuhhhh”, o seu “burro”, foi mudo para casa, mas feliz pela conquista do turno, foi como se Fossati tivesse dito para todos “calem a boca, reclamem agora”.

O funil aperta a cada jogo, cada partida é uma decisão, é matar para não morrer, é reagir para não cair, é vibrar para não parar. É desta forma que queremos que todos estejam unidos com um só objetivo, que o Inter saia campeão. Escolha o caneco que quer levantar, um, dois ou todos e junte-se a nós. No dia 22 estaremos novamente unidos para reverter a imagem da social do Beira-Rio, estaremos unidos apoiando o Inter do início ao fim no portão 2. Quem quer apoiar, vá para o Beira-Rio, quem estiver de mau humor, fique no pay-per-view.

Força Colorado, sempre juntos!

Débora Silveira – Porto Alegre/RIO GRANDE DO SUL
INTER, para sempre eu vou te amar!

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D’Ale pode mais?

Certa vez escrevi que tinha muito esperanças que 2010 fosse o ano de D’Alessandro, que com a Libertadores e uma Copa do Mundo logo ali, ele daria a vida e o sangue pelas vitórias, que tudo isso seria o fator motivador para voltar a ser o grande D’Ale da Sul-Americana de 2008. Entretanto já passaram-se quatro meses deste ano e até agora, cadê o D’Ale?

Ele ainda tem muito prestígio com o torcedor, até hoje nunca foi vaiado quando saiu de campo, talvez o prestígio venha pela garra argentina e os jogos em GreNais, mas o torcedor não é bobo e um dia perde a paciência. Considerado por alguns o “garoto enxaqueca” do Beira-Rio, ultimamente ele não tem sido o jogador que desequilibra como já foi um dia, não é quem assume a responsabilidade para si como já tivemos ídolo nem tão do passado assim, ele tem sido um jogador comum, erra passes como todos, às vezes até mais que os outros, mas continua ainda como titular absoluto do time.

No jogo contra o Novo Hamburgo, a torcida não o xingou nem o vaiou, apenas pediu pelo nome de Andrezinho quando errou dois lances em sequência. Será que está na hora do André virar titular? Será que D’Ale nunca mais será D’Alessandro o mago Colorado com toda a garra argentina de 2008? Será que ele já deu o que tinha que dar para o Inter?

Ídolo admirado entre 10 de 10 crianças alvirrubras, prestigiado por grande parte da torcida, potencial de craque internacional tem, será que ele não vai virar esse jogo? Será que ele só desequilibra em clássicos regionais? Antes de vir para o Brasil tinha problemas no “modesto” San Lorenzo, não explodiu na Europa, mas campeão Olímpico e desembarcou no Beira-Rio como status de ídolo máximo e jogador diferenciado, será que ele ainda pode ser o nosso diferencial em campo?

Não acho D’Alessandro um jogador ruim, bem longe disso, mas acho que ele está em débito com nós torcedores que o aplaudimos e o incentivamos, ele é o nosso camisa 10 feito para brilhar. Não sei o que falta, o que ele precisa para se motivar, pois tem potencial para ser o “desequilibrador” nos jogos. A sua garra e vibração são empolgantes, vibra como um leão. Nos encaminhamos para mais um clássico GreNal e na casa do adversário, será que ele será o maestro de mais uma vitória? Se vencer mais uma, os jogos ruins serão esquecidos, pois em clássico o que importa mais o momento do que o histórico. D’Alessandro tem tudo a seu favor, tem todo o status de ídolo, é guerreiro e craque. Então se D’Ale tem potencial, o que tá faltando para isso acontecer?

Débora Silveira – Porto Alegre/RIO GRANDE DO SUL
INTER, para sempre eu vou te amar!

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Não foi desta vez

Não foi desta vez que a crise Colorada caiu de vez no Beira-Rio, continuamos vivos pelo tri Gaúcho. Não foi desta vez que o INTER foi desclassificado de uma competição no primeiro semestre, estamos eu uma semifinal e encaminhando a classificação a próxima fase da Libertadores. E também não foi desta fez que o INTER jogou bem!

Embora a imprensa tenha dito que o INTER jogou “pessimamente mal” (desculpe se parece redundante), eu vi um time que se esforçou muito para vencer e sair de Novo Hamburgo com a classificação garantida com tranqüilidade. O que parecia desastroso, aos três minutos da etapa inicial, tornou-se vibrante ainda aos 22 minutos do primeiro tempo, com um golaço do Walter. Tínhamos certeza que aquelas duas pérolas no ângulo fariam o Nóia provar do próprio veneno e o feitiço viraria contra o feiticeiro (lembram do gol do meio da rua aos 48 do segundo tempo na primeira fase?).

Pois bem, entretanto, e infelizmente, nossa zaga foi uma piada, uma verdadeira peneira. Foi a noite das trabalhadas. O herói do jogo, foi o carrasco no primeiro gol do Novo Hamburgo. Como pode um goleiro com a experiência de Pato Abbondanzieri dar de presente uma bola no pé do adversário, o que originou a falta do primeiro gol. Ele parecia nervoso, errou lances bobos, bolas de arrepiar o cabelo ou matar alguém do coração em dois lances. Mas isso não é o normal dele, se hoje somo líderes da Libertadores, quase 50% agradecemos a ele (o Jornal argentino OLÉ menciona sua importante participação na classificação do INTERNACIONAL). Agora, o segundo e o terceiro gol, foi de humilhar a zaga Colorada, o que foi aquele segundo gol??? Fizeram o que quiseram, Pato fechou o ângulo, mas ninguém o cobriu… assim fica muito, mas muito difícil. No terceiro gol, o Michel estava livre, leve e solto para colocar para as redes… isso não pode acontecer com um time da grandeza do INTER. Com todo o respeito ao Nóia, mas um time que tem zagueiros como Sorondo, Eller, Índio, Bolívar não pode deixar isso acontecer. Ok que ontem tínhamos improvisações na zaga, mas não dá para deixar os caras entrarem driblando e depois mandar beijinho para a torcida alvirrubra em tom de provocação. Se somos grandes, que mostremos a nossa força e façamos atos e gestos de um time grande e não de um pequeno desorganizado.

O ataque Colorado foi brilhante. Alecsandro cada vez mais cala a boca dos críticos da imprensa e os torcedores corneteiros. Já Walter mostra, a cada partida, que mesmo tendo surtado por um tempo, merecia um lugar no time. Giuliano e D’Alessandro andam um pouco abaixo do que estamos acostumados a vê-los, será problema de esquema, cansaço, boicote ou cabeças em outro lugar? Acredito que eles ainda podem render mais, mas o que está faltando para isso acontecer?

Enfim, não foi desta vez que tudo deu errado para o INTER, ainda estamos lutando aos trancos e barrancos contra as adversidades, em busca do melhor esquema, do melhor rendimento e de vitória melhores, para não matarem ninguém de ataque cardíaco. Mas mesmo desta forma embolada e, talvez, até feia, estamos subindo e eu acredito que as coisas vão terminar bem no final. Quem venha quem vier, temos que vencer. Sábado lugar de Colorado é no Beira-Rio, para a ARQUIBANCADA COLORADA ferver e o Gigante rugir, para depois ninguém reclamar que aconteceu o pior e a culpa é do técnico ou da direção (esses não entram em campo).

Débora Silveira – Porto Alegre/RIO GRANDE DO SUL
INTER, para sempre eu vou te amar!

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Decisão logo mais

Hoje é dia de mais uma batalha, mais uma decisão Colorada. O “Tsunami Colorado” irá invadir Novo Hamburgo em busca de mais uma vitória atrás do título Gaúcho. O torcedor tem que apoiar o time, a fase ruim vai passar e os gols vão começar a entrar. A festa no Beira-Rio contra o Cerro e a força da torcida mostrou que podemos virar qualquer jogo.

Vamos juntos, Colorados de todos os cantos, formar a grande ARQUIBANCADA COLORADA, apoiando o INTER em mais esse jogo, pois a cada partida a partir de agora será uma nova decisão. Temos que ultrapassar etapa por etapa, subir cada degrau a sua hora e, mais do que nunca, temos que apoiar nossos guerreiros. Se perdemos o Gauchão, a imprensa e muitos torcedores acharão que é o fim do mundo, que temos o pior time de todos os tempos, condenarão todo um trabalho. Mas, se ganharmos, poucos darão valor de verdade e vão achar que o INTER não fez mais que a obrigação.

Enfim, temos que lutar para vencer o Gauchão, Libertadores, Brasileiro e seja lá qual o campeonato que vier pela frente, temos sempre que lutar e apoiar. Esqueçamos técnico, Direção, o jogador A ou B e vamos focar no INTER.

Vamos com tudo para cima do Nóia nesta noite. Bom jogo a todos!

Débora Silveira – Porto Alegre/Rio Grande do Sul
INTER, para sempre eu vou te amar!

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