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E na final, vai dar Brasil

Eliminação do Brasil, novamente nas quartas de final

Na última quinta (02/07), dia da fatídica eliminação brasileira na Copa da África, logo após o jogo do Brasil, fiquei estarrecido (como todos os brasileiros) com a derrota em uma partida que estava, praticamente, ganha. Logo após o apito final, que decretou a merecida vitória da Holanda, me dei conta de que a história estava começando a se repetir. Fazendo uma breve retrospectiva:

Em 2005, fomos vice-campeões brasileiros após sermos, descaradamente, roubados pela MSI/Corinthians/Sr. Sveitter e Cia LTDA – foi a maior vergonha da história do Campeonato Brasileiro, onde, pela primeira vez, foram anulados os resultados de jogos ocorridos apenas para beneficiar o time paulista. Afinal de contas, a MSI pagou pelo campeonato e precisa justificar o investimento. Preferiria não ter que mencionar o nome do então árbitro Márcio Resende, juiz que apitou Corinthians x Internacional (no Pacaembu) e, naquele jogo, garantiu a aposentaria e anunciou logo após o jogo que nunca mais apitaria uma partida de futebol… alias… deve ter sido muito bem pago para nos “garfar” vergonhosamente, além de não ter nos dado o pênalti claríssimo e incontestável, expulsou o Tinga ao invés do “marginal” do Fábio Costa (goleiro do timeco paulista). O que evitou nossa vitória e decretou o empate na partida e, praticamente, definiu o título para os bandidos da MSI.

Em 2006 (Deus não joga, mas fiscaliza!!!), apesar de perdemos o Campeonato Gaúcho para um time ridículo e muito inferior ao nosso, fomos para a Libertadores, era ano de Copa, a Libertadores parou, o Brasil foi eliminado, ganhamos a Libertadores e o Mundial de Clubes. Em 2009, fomos vice-campeões brasileiros após Corinthians e Grêmio entregarem seus jogos para o Flamengo em mais um episódio triste e degradante do nosso futebol.

Chegamos em 2010, ano de Copa, estamos na semifinal da Libertadores. O Brasil parou, mais uma vez, foi eliminado prematuramente e frustrou todo um país conhecido como “O país do futebol”.

Analisando as coincidências, chego a seguinte conclusão: O Clube do Povo do RS vai reconquistar a América e chegará ao topo do Mundo em dezembro, dessa vez em Dubai, faremos a final contra a Inter de Milão, aquela mesma equipe que foi inapelavelmente derrotada por nós na Dubai Cup (2×1 com direito a gol de bicicleta de Nilmar).

Sou brasileiro, mas, antes de ser brasileiro sou gaúcho e, muito antes de ser gaúcho, sou Colorado e não desisto nunca!!! Já está escrito: “no final vai dar Brasil, ou melhor, vai dar Internacional Campeão do Mundo”.

Gilson Novaes – Cônsul do SPORT CLUB INTERNACIONAL – Salvador/BAHIA
INTER, meu vício, meu único e verdadeiro amor incondicional!

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Bolas fora da Diretoria Colorada

Ao final do ano passado, apesar de termos perdido o título brasileiro, ficamos com a impressão que o time havia encaixado e que tínhamos um time, praticamente, acertado e quase pronto para 2010. Teríamos a vantagem de termos mantido o elenco, estaríamos mais entrosados e a frente da maioria dos clubes brasileiros e, principalmente, de nossos rivais.

Com a saída de Mário Sérgio, que ficou 9 rodadas inventando e variando esquemas táticos e só nas últimas 4 rodadas do campeonato definiu o time e o esquema 4-4-2, o INTER demorou para acertar com um técnico, deixou de contratar Dorival Jr, que estava deixado o Vasco e estava desempregado,e  acabou acertando com o Fossati, treinador uruguaio em atividade no futebol equatoriano. Nada contra estrangeiros, mas, será que trazer um técnico que não conhecia o elenco, que estava ambientado em um outro tipo de futebol, era a escolha mais acertada?

Logo na chegada, Fossati, ao invés de manter o time e o esquema e aos poucos ir mudando as peças, resolveu mudar tudo, time, esquema, jogadores…não seria mais prudente conhecer melhor o elenco primeiro?

Fizemos pré-temporada, o time voltou após as primeiras rodadas do Gaúcho, jogamos a maioria dos jogos com time reserva ou misto, mas parece que o time tá andando em campo. Nosso técnico não repetia o time, o time não tem uma base ou padrão de jogo, tá desentrosado. Nessa época era para estarmos no auge, voando em campo, porém, até agora só marcamos passo. Teremos que correr atrás do prejuízo.

E as esperadas contratações? Kléber Pereira, Bruno Silva, Eltinho, Edu, Wilson Mathias… há algo estranho, nunca contratamos tão mal…esse ano foi só bola fora!!!

Esse é apenas um desabafo de um Colorado apaixonado por esse clube, que não consegue entender o que está acontecendo nos bastidores do INTERNACIONAL.

Saudações Coloradas

Gilson Novaes – Cônsul do SPORT CLUB INTERNACIONAL – Salvador/BAHIA
INTER, meu vício, meu único e verdadeiro amor incondicional!

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Gaúcho e Colorado, COM MUITO AXÉ !!!!

Meu nome é Gilson Novaes. Sou cônsul do INTER aqui em Salvador, resolvi falar um pouco da mobilização Colorada e do sentimento do pessoal que mora por aqui, mas, seu coração está enraizado no Gigante da Beira Rio. Cheguei em Salvador faz mais ou menos 2 anos. Fiquei meio impressionado quando, certa feita, fui assistir um jogo no Centro Gaúcho da Bahia e me deparei apenas com torcedores da Azenha. Os Colorados estavam meio dispersos e desmobilizados. Enfim o gfpa, apesar de não ter ganho nada nos últimos anos, dominava o lugar destinados aos gaúchos. Então assumi o Consulado com o objetivo de reunir e mobilizar os Colorados da Bahia. Pouco tempo depois, já contávamos com mais de 300 cadastrados (fora seus familiares – esposas, filhos …). Começamos a nos reunir nos jogos, fizemos diversos eventos com grande participação  dos Colorados. A resposta foi muito boa. Em pouco tempo, definimos que assistiríamos aos jogos no CTG, e que desbancaríamos os da Azenha.

Dito e feito, o movimento foi crescendo e passamos a dominar com maioria Colorada esmagadora. Praticamente corremos os arqui-rivais, que resolveram mudar de local para assistirem aos seus jogos, porque não “aguentaram a pressão”.

Gostaria de salientar dois eventos de grande sucesso.

Primeiro o Centenário Colorado na Bahia onde eu e uma comissão de Colorados organizamos, sem patrocínio, uma das maiores senão a maior festa que o Centro Gaúcho da Bahia já viu. Foi um festão com mais de 300 participantes, com direito a bolo com o distintivo do INTERNACIONAL. Distribuímos adesivos, cd’s personalizados, camisas especialmente feitas para a festa (com direito a logo do saci Colorado criado por nós – com pulserinha do Senhor do Bonfim e berimbau em punho), decoramos tudo com balões vermelhos e brancos, teve música ao vivo, telão com todos os dvd’s do INTER, fogos de artifício, faixas e bandeiras para todos os lados, cobertura da imprensa local…

O segundo, e mais esperado evento, foi a vinda do INTER para a partida contra o Vitória. Começamos com uma grande recepção no aeroporto, sexta-feira à noite. No sábado fizemos um grande churrasco e concentração para o jogo, fretamos vários ônibus e conseguimos escolta polícial do CTG/Estádio Barradão/CTG, antes do jogo, conforme combinado com a Direção Colorada. Levamos umas 20 crianças até a entrada do vestiário para que entrassem em campo com os jogadores. Só não foi perfeito porque perdemos o jogo por 2 x 1. Mas a mobilização e a festa valeram a pena.

Hoje o sentimento dos Colorados daqui é de muito otimismo, esperança e mobilização. O apoio será total e incondicional, independentemente de eventual tropeços nessa jornada. Para mim o INTER é meu vício, meu único e verdadeiro amor incondicional, meu compromisso inadiável. Meu maior orgulho é estufar o peito e dizer “Sou Colorado e também faço parte da história da Academia do Povo!!!

Espero que esse meu relato ajude a motivar outros colorados, que estão longe dos pagos gaúchos, a se mobilizarem e reunirem os colorados espalhados por esse mundo a fora. O INTERNACIONAL  só é grande porque assim o fizemos. Nossa participação é essencial para o crescimento e sucesso da Instituição.
Um grande abraço.

Gilson Novaes -Salvador/BA

INTER, meu vício, meu único e verdadeiro amor incondicional !

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