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A América é de novo Colorada

Coração. Bravura. Luta. Organização. Planejamento. Todos esses fatores e muitos outros contribuíram para a reconquista da Libertadores pelo Sport Club Internacional.

Neste contexto está evidentemente a torcida Colorada, os mais de cem mil sócios e milhões de torcedores espalhados pelo Rio Grande do Sul e pelo mundo. A postura vencedora do Clube, de seus atletas, da comissão técnica, da direção e da torcida Colorada é a maior insígnia que torna o Internacional referência para as demais equipes brasileiras e por que não dizer da América. Estamos em todas as manchetes, a marca do Inter se valoriza cada vez mais através do trabalho, da seriedade e das conquistas de títulos de expressão. Estamos todos de parabéns.

Luciano, BI campeão da Libertadores

Eu tive o privilégio de estar no Beira-Rio em todos os jogos do Inter na Libertadores de 2010 e vencemos todos os adversários que pisaram em solo Colorado nesta edição da competição mais cobiçada da América. O espetáculo proporcionado na partida final contra o Chivas é indescritível e vai ficar para sempre na retina e na memória de cada torcedor que esteve lá. Não paramos por aí, temos que seguir o Brasileirão com o foco no título, mesmo que ao final da temporada, quando a reta final do campeonato estiver em concorrência com a preparação para o Mundial de Clubes da FIFA, no qual vamos buscar manter a escrita de bem representar o futebol brasileiro em competições internacionais desde 2006.

Trabalhando forte e com a ambição da conquista em todas as competições, marcaremos a nossa trajetória com o brilhantismo que estamos tendo. Por fim, parabéns a todos os atletas, a comissão técnica, a Diretoria, os funcionários e patrocinadores do Clube. Cumprimentos à nossa imensa e qualificada torcida por financiar o Clube com o seu apoio, seja como sócio, como consumidor da marca Internacional, e como torcedor apaixonado desse clube que realmente é o ORGULHO DO BRASIL.
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Luciano Fonseca – Esteio/RIO GRANDE DO SUL
Colorado é o verdadeiro Campeão de TUDO!

 

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É possível repetir 2006?

A conquista da América

A pergunta certamente instiga a todos os Colorados: “Mas será que temos time para conseguir esse feito? Bem, são “apenas” quatro jogos”.

O enfrentamento na semifinal contra o nosso tradicional rival de Libertadores, o São Paulo, será um embate muito forte. Antes da parada para a Copa da África, era consenso em todos os meios de opinião esportiva que o time paulista reunia, naquele momento, melhor equipe, especialmente no que dizia respeito ao ataque. Mesmo estando na reta final da Libertadores, nosso time está novamente em formação, o que pode ser até bom por mais paradoxal que isso possa parecer.

Nossos adversários estavam já acostumados com nossa forma de jogar ao estilo Fossati. O período de treinamentos durante a Copa e o embalo de algumas vitórias e boas atuações no Brasileirão, deverá nos trazer benefícios para a decisão. A novidade é que poderemos utilizar os jogadores contratados, em especial Tinga e Rafael Sóbis que participaram da campanha do título da Libertadores em 2006. A falta de melhores opções ofensivas de nosso time deverá ser bastante amenizada com o ingresso de Sóbis, embora lhe faltará um melhor entrosamento com a mecânica de jogo do time. Porém, a qualidade diferenciada do nosso atacante será fundamental na reta final da competição mais importante da América. Sempre nos resta acreditar que o Inter possa apresentar uma boa segurança defensiva e capacidade de marcar gols, mesmo que poucos, mas que sejam decisivos.

A Libertadores é um torneio de tiro curto, fazer um bom jogo contra o São Paulo, sem levar gols e fazendo um resultado de vitória, mesmo que mínimo, pode ser a receita para nos levar à final. Acho sim que é possível, embora também entenda que não será nada fácil. Aliás, para o Inter, nada foi fácil em toda a sua história.

Boa torcida a todos!

Luciano Fonseca – Esteio/RIO GRANDE DO SUL
Colorado é o verdadeiro Campeão de TUDO!

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Reta Decisiva

Estamos mais uma vez nas semifinais da Copa Libertadores da América. Isso é fato e nos coloca em um posto invejável entre os maiores clubes de nosso continente e também da América Central, que disputam a mesma competição.

Com a parada motivada pela Copa do Mundo da África, a direção do Sport Club Internacional tomou providências, já esperadas pela sua imensa torcida, quanto ao comando técnico do time. Ao que se sabe, está em busca de reforços de qualidade, embora tenha faltado, a meu ver, antever a flagrante carência ofensiva do grupo e agora estamos ameaçados de não podermos contar com jogadores que poderiam nos dar melhores e maiores condições de qualidade para o enfrentamento contra o São Paulo e a finalíssima da Libertadores. Além disso, não podemos esquecer que o Brasileirão ainda pode ser conquistado e é um título que a torcida espera com ansiedade há muitos anos.

À parte de contestações contra o treinador escolhido, concepções de futebol da Diretoria, qualidade (ou falta de qualidade) do grupo de jogadores, a reta decisiva na qual nos encontramos impõe união de todos os Colorados na busca desse objetivo que irá nos elevar ainda mais na escala das grandes instituições de futebol de nosso continente e do mundo. Vamos todos à luta com raça, coragem e bravura. Certamente nossos atletas irão sentir nossa mobilização e dar o máximo que puderem nessa encruzilhada de sonhos e ambições.

Vida Longa ao Sport Club Internacional, Campeão de Tudo.

Luciano Fonseca – Esteio/Rio Grande do Sul
Colorado é o verdadeiro Campeão de TUDO!

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Libertadores e Brasileirão, continuamos na luta!

A classificação merecida do Inter para as semifinais da Copa Libertadores de 2010 nos coloca novamente diante do São Paulo Futebol Clube, justamente na competição mais importante da América. Além de um clássico do futebol brasileiro, também é um embate de caráter internacional, tendo em vista que já disputamos e vencemos a Libertadores de 2006 diante do mesmo adversário.

É verdade que nossa equipe pode não estar com aquela formação idealizada por muitos, especialmente na parte ofensiva, mas é inegável que estamos lutando bravamente por esse título. A Libertadores exige muito mais do que jogar bem ou jogar bonito. A pegada é bem diferente, as dificuldades no terreno inimigo são imensas, como todos puderam perceber no jogo contra o atual campeão Estudiantes em Quilmes. Nosso time enfrentou barreiras dentro e fora do campo de jogo, intimidação, arbitragem e pressão constante, mas soubemos reagir no momento certo.

Teremos um tempo de preparação, organização e de reforços para o time durante a Copa de Mundo. No Brasileirão não podemos cochilar, a vitória de virada contra o Goiás deu confiança à equipe dentro do campeonato e também no jogo na Argentina. Temos que manter o foco na Libertadores em primeiro lugar, mas temos condições e elenco para buscarmos também o título brasileiro que há muito tempo não conquistamos. Um clube com a grife mundial como o nosso Inter tem que buscar grandes conquistas sempre. Estamos indo bem, vamos sanar algumas deficiências em nosso time e mantermos vivo o sonho do Bi da América e da busca do Mundial de Clubes novamente no final do ano.

Luciano Fonseca – Esteio/Rio Grande do Sul

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Força Ofensiva

A teoria e a prática no futebol sempre são alvos de muitos debates entre profissionais, analistas, dirigentes e torcedores. E isso ocorre tanto na vida dos clubes quanto da seleção brasileira, falando especificamente do nosso caso.

Focando evidentemente no Internacional, o quadro não poderia ser diferente. Percebo que a Direção Colorada age corretamente ao valorizar o grupo de atletas que está representando o Colorado na Libertadores e no Gauchão. Mas, acredito e torço para que os dirigentes estejam avaliando adequadamente o poderio ofensivo do nosso time, considerando os enfrentamentos mais qualificados que teremos a frente com o avanço de fases na maior competição da América e no Campeonato Brasileiro que se avizinha.

Um momento tão importante na vida do clube, a repercussão financeira e estratégica que o bi da Libertadores pode trazer, além da conquista do tão almejado título brasileiro, merece um pensamento grande, vencedor, que tem caracterizado o Sport Club Internacional nos últimos anos, em todas as suas fileiras, desde o mais alto escalão diretivo até a base da torcida formada por milhões de apaixonados torcedores que levam o nome e a marca do Inter por onde quer que andem. A torcida, por sua vez, está junto com o time, como temos percebido nos jogos da Libertadores e das fases decisivas do Gauchão.

Vida Longa ao Sport Club Internacional, Campeão de Tudo.

Luciano Fonseca – Esteio/Rio Grande do Sul

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Jogadores “Encostados”

Alguns casos de jogadores com vínculo federativo com grandes clubes que não estão sendo aproveitados em seus elencos principais merecem uma melhor análise. No caso do INTERNACIONAL, sem dúvida o caso mais emblemático foi o do atleta Chiquinho. Sem entrar no mérito da real capacidade técnica deste jogador, que na verdade não se afirmou em nenhum clube que passou, o fato de o mesmo ficar uma boa parte do seu tempo treinando em separado do restante do grupo chamou a atenção de muitos analistas e torcedores. Temos agora, por exemplo, os casos do Bustos e do Ramon. É verdade que esse assunto não diz respeito apenas ao único clube gaúcho Campeão do Mundo FIFA, mas, por tratarem-se de atletas que pertencem no todo ou em parte ao patrimônio do Clube, requerem um tratamento adequado por parte dos dirigentes. Estou entre aqueles que acreditam que o trabalho ainda é a melhor ocupação que um cidadão de bem pode almejar, sem criticar obviamente aqueles que por uma condição pessoal ou familiar possam dispensar mais tempo ao lazer, às viagens e outros atrativos dos quais sejam merecedores. Para esses jogadores, acredito que, respeitadas as relações contratuais e o interesse maior do Clube e de sua torcida, o melhor destino é a recolocação em outras equipes. Evidentemente, para isso é preciso que haja interessados e propostas financeiras compatíveis. Aos atletas, cabe um comportamento profissional e ambição de crescimento na carreira. Fora isso, não é possível que um Clube como o INTERNACIONAL remunere jogadores que não revertem, com seu trabalho, qualquer dividendo à instituição.Esteio/Rio Grande do Sul

Além dos casos citados, certamente temos outros nomes, alguns estão até fazendo a pré-temporada mas, sabemos nós, que não deverão ser utilizados. Sendo assim, perguntas que não querem calar para mim que repasso aos leitores:
O que você acha disto?
Como economizarmos estes recursos?
Quem você acha que não deveria estar mais no INTER?
Quem mereceria mais uma chance?

Aguardo sua opinião aqui no ARQUIBANCADA COLORADA.

Luciano Fonseca – Esteio/Rio Grande do Sul

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