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Ainda faltam algumas coisas

Sempre me intrigou e continua, quem define as estratégias no Internacional, principalmente quando se refere aos enfrentamentos dentro das competições nos diversos momentos e, especialmente, nos cruciais.

Na rodada anterior quando enfrentamos o Santa Cruz, acompanhando depoimentos nas diversas mídias era notório que havia uma vontade de preservar jogadores, num jogo em que teoricamente éramos imensamente superiores.

Creio que em função de parte considerável das opiniões dos diversos órgãos das mídias através de seus formadores de opiniões e dos repórteres que saíram em busca das palavras de vários torcedores, chegou um momento que até os postes do entorno do Beira Rio entenderam que não seria razoável por em risco os três pontos indispensáveis do enfrentamento e, em tempo, se redimiram do enorme equivoco que iam cometendo.

Durante a partida confesso que não lembro se o V. Cuesta forçou o terceiro cartão amarelo, mas já Potker tive a nítida impressão que sim, não teria momento mais inoportuno para tal fato acontecer.

O jogador, o técnico ou a direção parecem não ter avaliado corretamente, pois a próxima rodada frente ao Paraná já se sabia que seria de grande repercussão, tendo em vista a importância que o Clube deu, começando pelo esforço em bater o recorde de público da Arena do Atlético.

Fica um gosto amargo nessa derrota, tal qual a frente ao Juventude. Quando se estabelece, uma espécie de portal a ser vencido o Internacional vai lá e tropeça e esse desacerto tem muita relação com a falta do Potker e do Vitor Cuesta dois jogadores vitais para o sucesso do nosso time, se alguém mandou limpar cartões foi tremendamente inoportuno.

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Mas vamos ao jogo que teve dois tempos bem distintos, no primeiro tempo, fiquei preocupado com a aceitação do Internacional frente a proposta do Paraná e entrar na correria e balões desenfreados para todos os lados e até mesmo em jogadas duras pendendo para o desleal.

Mesmo com toda a correria somente aos dezenove minutos da primeira etapa veio a primeira conclusão em uma bola cruzada Robson arrematou forte e Danilo fez a defesa.

Em seguida Alemão achou espaço na entrada da área e concluiu longe da trave e somente aos vinte e nove minutos, Sasha arremeteu forte no ângulo e o goleiro Richard fez uma ótima defesa.

Aos 33 minutos após cobrança de escanteio por D’Alessandro, Damião trombou com a defesa e Charles perdeu a oportunidade cabeceando por sobre a trave, foi quando o Inter começou a ter um pouco de calma e começou a ter um relativo domínio da partida.

Aos quarenta e um minutos numa cobrança de escanteio, Maidana superou a marcação colorada e subiu praticamente só para fazer o único gol da partida, nesse momento R Dourado já fazia um tempo não estava mais em campo devido uma lesão, havia sido substituído por Charles.

Na volta para o segundo tempo parece que os jogadores lembraram que eram Inter e tiveram uma atitude mais condizente, colocando a bola no chão e mais coragem , aos seis minutos D’Alessandro recebe a bola cruza na medida e Damião carimba a trave.

Em seguida após um cruzamento de Winck, Damião arrematou fraco de bicicleta nas mãos do Goleiro.

Aos dezenove minutos, Guto fez a substituição de Sasha, justificadamente, pois não estava bem na partida, Camilo ingressou no seu lugar e deu mais troca de passes, mas continuou faltando impetuosidade para recuperar o prejuízo.

Assim, só aos trinta minutos após cobrança de escanteio por Camilo, Damião desviou e N. Lopes chutou e o goleiro abafou salvando o perigo.

O Paraná só se preocupava em se defender e explorar alguns raros contra-ataques que pararam nas mãos de D. Fernandes.

Aos trinta e nove minutos Guto substituiu C. Winck. que em mais uma oportunidade não atendeu as necessidades que a função exige para grandeza do Inter, em seu lugar entrou Juan, passando Edenilson para lateral.

Assim íamos para um jogo em que não tivemos forças para ao menos empatar contra um adversário que se aproxima, mas sabidamente é inferior ao Internacional. E vamos dormir com a certeza que falta mais determinação de alguns, inteligência de outros e qualidade em três ou quatro posições para bem representar nosso Internacional.

Um abraço colorado,

Arioldo Roldan

 

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Arioldo Roldan

18 comments

  1. Pois é, Roldan, ainda faltam muitas coisas no Inter.
    Nossa lateral direita vem sendo um caos, há muito tempo. Não temos um zagueiro destro de grande qualidade. Falta-nos também um volante moderno, que defenda e ataque com qualidade e velocidade.Falta um meia atacante bom finalizador que se junte ao ataque. E um centroavante com mais técnica e habilidade nas conclusões a gol.
    Contra o Paraná, mais uma vez, o Winck foi mal. O miolo da zaga afundou. Charles não foi bem. Sasha foi mal. E Damião passou todo o tempo apanhando da bola. Dizem que Damião incomoda a zaga adversária.. Pois mais uma vez ele incomodou o zagueiro que este tirou todas de trás e ainda fez o gol da vitória! Belo incômodo esse! Qualquer time sendo um pouquinho organizado faz frente ao Inter. Assim foi o Juventude, em dois jogos. E assim também o Paraná em dois jogos. Como o Nóia já havia sido no gauchão. Precisamos melhorar muito para disputar a série A ano que vem. Precisamos ir às compras. Sim, pois da base não virá o suprimento de que precisamos. Ultimamente a base não nos tem revelado um grande jogador. Além de Dourado, quem revelamos? Os insuficientes Winck, Ortiz, Eduardo, Gefferson, Arthur, Aylon, Ferrareis, Sasha, Andrigo, Charles, e outros tantos. Então, não adianta nos iludirmos. As safras da bases anda fracas ultimamente.
    Também acho que se tem que repensar sobre técnico. Será que Guto está à altura da grandeza do Inter?
    Com sua insistência de escalar o goleador do campeonato paulista, um canhoto, na ponta direita marcando o lateral adversário? Ou insistindo com Sasha, o craque técnico? Eu ainda acho que time de ponta tem que ter técnico de ponta.
    Gostei de ver ontem o Londrina campeão da Primeira Liga. Um título que até poderia ser nosso. Mas a direção do Inter se apequenou tanto que desistiu da disputa. Parece que se conformou com a derrota após ter perdido o hepta gaúcho para o Novo Hamburgo. Só espero agora que não desista do título da segundona! Taça no armário é sempre testemunho e valorização de uma conquista, seja ela qual for. E time grande quando entra numa disputa, tem que ser para valer, para vencer.
    Abraços a todos os parças do blog!

    • Arioldo Roldan
      Arioldo Roldan

      Olá José, obrigado pelas considerações pertinentes, e esperamos todos que as devidas correções sejam feitas para começarmos 2018 com pé direito, abraço.

  2. Alô você Roldan!
    Esse Paraná é uma pedrinha no nosso sapato desde os tempos do centro-avante Maurílio que parece que só fazia gols em nós. Ontem lamentávelmente tivemos um erro crucial, uma inércia do Charles, Ortiz e dos Danilos, o goleiro e o zagueiro, foram privilegiados espectadores que apreciaram de perto o zagueiro paranista subir e testar. Tirando esse determinante momento de resto o Inter dominou o jogo, contudo faltou contundência e precisão. A meu juizo, nada desesperador e como o título de tua coluna ilustra AINDA FALTAM ALGUMAS COISAS.
    Coloradamente,
    Melo

    • Arioldo Roldan
      Arioldo Roldan

      Olá Melo são essas conhecida pedras no sapato que me incomodam, pois acho que o clube não se prepara adequadamente para esses enfrentamentos e esses monstrinhos se criam as nossas custa.
      Também acho que não será um grande problema, mas é bom matarmos logo essa charada sem permitir que as coisas se compliquem, abraço

  3. Roldan, como a classificação e possivelmente o título estejam assegurados, se não houver uma queda brusca de rendimento, inquieta muito a torcida as perspectivas para 2018. A “base” do time do Argel da reta final de 2015 e as contrações “de grupo” nos levaram aonde sabemos. Por isso, tenho insistido em separar as coisas. Reconhecer as virtudes de 2017, após início cambaleante. Mas ter a sabedoria de antever a exigência maior para 2018, em termos de qualidade, planejamento e organização. O pior cenário é achar que uma campanha mediana para não cair seja suficiente. Isso não combina com o INTERNACIONAL. E algumas vezes alguns dirigentes e profissionais podem não combinar com o Clube. Esse tipo de diagnóstico sem constrangimentos ou caridade é que deve ser feito. Isso é bem diferente de terra arrasada. SC.

  4. Dorian R. Bueno
    Dorian R. Bueno

    O COLORADO GAÚCHO DEU UMA RELAXADA E O PARANÁ VENCEU !!!

    O nosso querido Colorado está conseguindo fazer uma campanha sem brilho e mesmo assim é líder desta disputada Série B.

    Acredito que este resultado negativo de ontem já estava previsto, apenas os jogadores não conseguiram evitar, por que entraram sem foco e mais uma vez sem pontaria.

    Aquele escanteio que saiu o GOL do Paraná, o nosso goleiro Danilo Talibã preferiu ficar plantado dentro da goleira, por que não está conseguindo aterrorizar mais os adversários pelo alto, quando sai da sua trincheira.

    Já os nossos zagueiros Danilo Silva e Léo Ortiz justificaram por que serão eternos reservas do KLAUS, CUESTA e do ERNANDO.

    O jovem Charles mais uma vez esteve perdido e sem poder de fogo e pontaria, por isto continuará sendo reserva do Rodrigo Dourado, até perder esta nobre posição.

    A diretoria, torcida e o time do Paraná estão todos de parabéns, por que planejaram muito bem este jogo, executaram tudo como queriam. Lotaram a Arena da Baixada, e pelo conjunto da obra merecem festejar esta grandiosa VITÓRIA.

    Abs. Dorian Bueno, Google+Plus, POA, 04.10.2017

    • Arioldo Roldan
      Arioldo Roldan

      Olá Dorian, também vejo mérito na preparação do Paraná para o enfrentamento obrigado pela participação, abraço.

  5. CARLOS TRAMONTINI

    INJUSTIFICÁVEL NUMA COBRANÇA DE ESCANTEIO GOLEIRO E ZAGUEIRO FICAREM PREGADOS NO CHÃO.

    • Arioldo Roldan
      Arioldo Roldan

      Olá Carlos, concordo e vou além, me irrita a facilidade e o nr excessivo de escanteio cedido pelo Inter, quando sabemos da nossa dificuldade na bola aérea, abraço.

  6. Dorian R. Bueno
    Dorian R. Bueno

    O TIME DO INTERNACIONAL DEIXOU A TORCIDA COLORADA MAL ACOSTUMADA, DE AMOR E ÓDIO !!!

    Sabemos que Internacional tem jogado um futebol quase sempre feiosamente e que às vezes funciona, mas ontem não era o dia do time vencer o motivado Paraná.

    Ainda estamos bem na fita, somos líder da Série B com alguma folga, por que o time tem nos deixado…

    Mal acostumado, você me deixou…
    Mal acostumado, com o seu amor…
    Por favor, Inter, jogue aquele Futebol…
    Que nos deixou feliz…

    Mal acostumado, você me deixou…
    Mal acostumado, com o seu amor…
    Mostre a BOLA todo o seu lindo sorriso…
    Não consigo Tchê ver assim…

    Mal acostumado, você me deixou…
    Mal acostumado, com o seu amor…
    Vamos Inter, mesmo sendo líder…
    Não consigo Tchê ver perder.

    Sem esta de sofrimento antecipado, por que não estava escrito que venceríamos todos os jogos para voltar para a Série A.

    Força Colorados, agora falta bem pouquinho.

    Abs. Dorian Bueno, Google+Plus, POA, 04.10.2017

  7. De tudo isso temos que chegar a uma conclusão: Não temos time para enfrentar a serie A, pois qualquer dificuldade que temos desabamos, com esta zaga que temos e que como disse só se salva Cuesta, fatalmente cairemos de novo, laterais não temos principalmente lateral direito, Damião é suficiente para serie B. Quanto aos cartões muitos tomados por reclamação ou discussão com adversário o que não leva a nada, aliás leva, o time já limitado ficar mais limitado ainda, TA NA HORA DO DIRETOR DE FUTEBOL CHEGAR NO VESTIÁRIO, ISSO É ADMINISTRATIVO, diferente de uma falta providencial, a vanderlei mas não podemos deixar o arbitro apitar o que quer. MAS FAZ ALGUMA DIFERENÇA SE ELE DEU OU NÃO A FALTA, E FICAR APURRINHANDO O JUIZ O JOGO TODO E BRIGANDO COM ADVERSÁRIO?? Falei algumas vezes, todos eu disse todos já conhecem o DALESSANDRO E SUA APURRINHAÇÃO em campo, tem árbitro que é mais cascudo logo na primeira reclamação amarela ele pra ter o resto do jogo de sossego, parece que o gringo faz as contas, “bom levo cartão contra esse e contra aquele pra ficar de fora da tal partida que tem viagem muito longa; E NINGUÉM DA DIRETORIA FALA COM O CARA!!! É sanguíneo como diz alguns, mas o jogador é profissional tem que saber se controlar. DIGO E REPITO, RECLAMAR DE NADA VAI ADIANTAR, DISCUTIR COM ADVERSÁRIO e como gosta de fazer isso, os adversários já conversam no vestiário “olha vamos encomodar, peitar o argentino” e o D Alessandro cai como um patinho, o cara tem 36 anos e não aprendeu isso ainda??? Enfim uma derrota no meu mode ver BOA, assim descem do salto alto.

    • Arioldo Roldan

      Olá Vanderlei, realmente quando se compra o D’Alessandro vem um pacote completo onde a sua instabilidade emocional pesa muito e se não aprendeu até agora não aprende mais ai tem que decidir entre os belos momento que nos proporcionou sábado passado e seus constantes cartões amarelo, abrigado pelas considerações e abraço.

  8. Antônio Carlos Pauperio

    Roldan, excelente postagem e leitura do pré e pós jogo. Posso estar enganado, mas, na defesa, a ausência do Cuesta e a lesão do Dourado foram fundamentais para a fragilidade do sistema defensivo. Winck novamente não foi bem pela direita e Uendel parecia não estar em campo. Desculpe minha avaliação, mas a dupla Danilo Silva e Ortiz traz grandes preocupações. Sasha mais uma vez esteve em uma jornada ruim e que questiona muito a sua titularidade. Nico López, até tentou, mas não faz as jogadas do Pottker. Damião, sem companheiro pela direita e pela esquerda e recebendo lançamentos ou cruzamentos na altura do peito, ficou muito aquém do que poderia render. Em outras palavras, o time com a escalação comprometida pelas ausências e a lesão, perdeu totalmente o conjunto que vinha apresentando excelentes resultados e jogou desordenadamente, mesmo melhorando no 2º tempo. Todos sabiam que seria um jogo difícil e havia previsão da possibilidade de uma derrota. Para mim, resultado final injusto, mas normal em futebol e mais dia, menos dia, o Internacional iria perder. O Internacional perdeu para ele mesmo. Não é possível não reconhecer o mérito da direção do Paraná, que superlotou a Arena da Baixada, do apoio invejável da torcida do 1º ao 95º minuto e a entrega dos jogadores adversários. Essa entrega e o mérito da vitória conquistada ficaram evidentes na festa e alegria que vimos ao final do jogo.

    • Arioldo Roldan

      Olá Paupério obrigado pelas considerações sempre lógicas e ponderada, o consolo é que o momento permite absorver essa derrota, dar um desconto pois o as zagueiros são praticamente os terceiros reservas e a saída do Dourado pesou muito, grande abraço.

  9. Leandro Godoy
    Leandro Godoy

    Roldan, bom dia. Concordo com seus comentários bem colocados, ao analisar o jogo de ontem. Numa competição de 38 rodadas, nem sempre haverá vitórias, as derrotas também fazem parte. Agora, se faz necessário saber porque perdeu. Ontem o INTER não fez uma boa apresentação, achei o D’Ale muito abaixo em relação a ele próprio, houve um abuso de ligação direta , defesa ataque, na realidade faltou um trabalho melhor do meio campo. Venho falando que Denilson poderá ser o lateral direito para suprir esta lacuna, pois C. Winck, não tem a mínima condição de ser titular. Com esta alteração, abre espaço para o Camilo jogar no meio campo, não espremido na esquerda, quando entra no lugar do Sascha. O Guto tem que entender que as vezes, dependendo do adversário, e ontem era o caso, de proteger mais o meio campo. Achei que o Camilo iria sair jogando, para das maior consistência. Se estava sem o Potker, o sistema estava comprometido, porque não utilizar um plano B. Não manter a mesma maneira de jogar sem dois principais jogadores do esquema, como bem citasse, Cuesta e Potker. Espero que a CT tenha tirado conclusões positivas da derrota de ontem. Um abraço.

    • Arioldo Roldan

      Olá Leandro, obrigado pelas considerações oportunas e realmente nesse momento essa derrota não é tão preocupante esperamos que sirva para as devidas correções, abraço.

  10. Adriana Paranhos
    Adriana Paranhos

    Concordo absolutamente ctg. Excelente leitura do jogo e da realidade em geral.

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