Enfim de volta ao nosso lugar!


É óbvio que voltamos mas com muitas preocupações para o próximo ano.

Técnico, jogadores, comissão em geral. Eu não queria realmente ser campeão da segUnda divisão, para mim não terá valor e orgulho, pra mim na realidade sinto um alívio tremendo a volta a série A, mas descontente com o futebol apresentado e até com a postura dos jogadores que nunca crítico mas hoje venho aqui criticar o desprezo e a falta até de respeito com a torcida no jogo em que com melancolia subimos a série A. Ídolos como Falcão Fernandão Dom Elias não nascem da noite para o dia, eles conquistam nosso respeito e admiração com humildade com carinho para quem os idolatra com quem de verdade aliados ao seu futebol os tornam ídolos. O que vimos foi jogadores que correram para o vestiário sem se quer olhar para os torcedores que ali estavam gritando vibrando por eles em campo. Claro tenho quase certeza que com vergonha do futebol apresentado. Para 2018 peço jogadores que entendam o que é vestir uma camisa vermelha, que sintam o peso de carregar um escudo vencedor no peito.

Voltando? (Imagem: Google)

Peço que comecem por um Técnico identificado conosco com nossa história eu já denuncio de quem estou falando…Abel Braga, e não com um identificado até por dentro dos olhos ao Grêmio como é o Roger Machado. Muitos irão dizer ” ah ele é um profissional ” eu discordo… não vejo profissionalismo quando tais pessoas carregam a identidade de um ou outro clube. Então não é dele que precisamos. Muitos deram a vinda do Damião manchetes que ele estava acabado, ele veio e demostrou o quanto entende de vestir a camisa do Inter e com o Abel creio muito e nele aposto para esse ano de retorno ao nosso lugar..esse será minha aposta, e quanto ao grupo aqueles que não tem a humildade de agradecer a torcida seu apoio, também já podem ir tarde.
Um abraço a todos meu amigos Colorados que concordem ou não comigo!

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About Fernanda Pritsch

Fernanda Pritsch
Sou Colorada de nascimento, filha de Pai Colorado, Pai esse que desde os Eucaliptos, ajudou com os tijolos e cimentos para o Beira Rio, cresci ouvindo as histórias do Rolo Compressor, histórias do Larry, Manga, até chegar a Figueiroa e Falcão, minha Mãe Colorada, única em sua família, tornou-se colorada por sua paixão de adolescente pelo Sr Larry...com isso Graças a Deus então nasci Colorada, meus irmão Colorados, cresci vendo nosso Inter na TV, no radinho, até que conheci o Beira -Rio com meu cunhado ex jogador do Inter Junior, então em 1996 vim para Porto Alegre para estudar, a primeira coisa que fiz foi me tornar sócia de uma torcida organizada, a qual nesta época era a maior do Inter, fui com um único propósito, torcer para meu amado Colorado...viajei atrás do Inter onde ele fosse, até que em 1998 conheci meu marido, e hoje nutrimos essa doença da qual não desejamos cura, em 2006 esse amor que ali nas "arquibancada Colorada" teve seu inicio, ganhamos nosso maior presente quase juntinho ao nosso maior Título, chegou a nossa filha Isabella loguinho após nosso precioso Campeonato Mundial, e nem que pedíssemos uma filha tão especial e Colorada talvez não fossemos atendidos como fomos, ela é extremamente colorada tal qual Pai e Mãe...então só posso ser cada vez mais grata e feliz por amar esse clube, esse clube não é simplesmente "só futebol" ele é para nós simplesmente o responsável pela família que hoje tenho. E para fechar com chave de ouro essa história de amor com o Internacional, em 2016 tornei-me Professora de Natação e Hidroginástica do Parque Gigante, onde pude trabalhar com sócios do nosso Clube e com nossos jogadores Profissionais, com treinos regenerativos na piscina, experiência que jamais almejei ou se quer imaginei um dia que isso pudesse acontecer...foi uma experiência única para essa Colorada aqui, tatuada com nosso escudo, das arquibancadas para o bastidor, hoje já me despedi do Parque pois estou indo viver por um tempo em Salvador - Bahia. Mas em meu coração levo tudo que vivi até hoje com nosso Inter, e certa que o retorno após esse período será certo, para nossa capital pois como eu disse: Temos uma doença da qual não queremos cura, ela se chama Internacional, e a nossa segunda casa o Beira - Rio sim, vai nos trazer de volta. Tehno na pele, tenho no coração...e nada vai nos separar!

3 comments

  1. jaldemir Candido dos Santos
    jaldemir Candido dos Santos

    E agora José? A Série B acabou, o Inter Voltou, e agora Fernanda? O título não veio, o torcedor não gostou, e a festa acabou. Fernanda: agora que o verdadeiro problema começa. A última apresentação na Série B deverá revelar, como um Iceberg, o tamanho da tarefa. O desgaste está declarado. O reerguimento do Gigante, s.m.j., não será pela definição do Treinador. O retorno de mais de trinta atletas e as indicações de novas contratações de certa forma definirão “os interésses do clube”. Quanto ao Roger fica o sentimento da triste recordação do incontestado Treinador Gremista, o Senhor Oswaldo Azzarini Rolla, que em final de campeonato comandava nossa equipe num fragoroso 4 x 0 no Estádio Olímpico. Vão-se os anéis, ficam os dedos…” Mesmo sendo profissional sério, torcedor na derrota não se aparta da origem. Assim, se o nosso Inter entender de trazer o profissional Roger, acataremos e apoiaremos, até que as evidências provem o contrário. Grande abraço e parabéns pelo belíssimo enfoque.

  2. Caro Paulo Melo: Também acho que o Abelão já cumpriu sua missão no Inter. Dificilmente teria ambição de outras conquistas gigantes. Tuas sugestões com Tinga ou Claudião no Departamento de Futebol seria uma boa pedida.
    Fernanda, não sei se o Roger seria o melhor nome para técnico. Talvez não seja. Mas tem outros nomes também, como Cuca, Carpeggiani e até Luxa. Uma coisa que eu já cansei é com o tal ” técnico identificado com o Inter”. Com esse conceito já padecemos nas mãos de Dunga, Aguirre, Argel, Falcão, Guto.. e por isso não temos nada ainda, nem ideia, muito menos modelo de time! Só para lembrar, o Inter com Tite no comando, jogava uma bola federal. E Tite nunca foi identificado com o Colorado.
    Abraço a todos os parças do blog!

  3. Alô você Fernanda!
    Embora entenda que o Abelão já cumpriu seu papel e que dificilmente voltará a ter o sucesso que já teve penso que dentre os cogitados seja o que mais inspira confiança. Gostaria, entretanto, de ver uma solução nova mas com Departamento de Futebol estruturado. Gostaria de ver o Tinga a frente do Futebol Colorado, ou o Claudio Duarte, mas não como peças integrantes, gostaria de vê-los comandando, tendo autonomia para montar uma estrutura que visasse longo prazo mas contudo sem descuidar do médio e do imediato. Seria possivel?
    Coloradamente,
    Melo

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