ESTAVA BOM DEMAIS PARA SER VERDADE

 

Iniciei esse texto pensando em falar somente sobre o jogo de hoje, mas lendo algumas reportagens na  Internet, resolvi focar em dois assuntos, o jogo e as notícias sobre as pretensões da gestão atual à negociação de jogadores, justificadas com a situação financeira do Internacional.

Hoje, mais uma “batalha”, dessa vez o adversário do time Colorado é o BOA Esporte, as 19:15 horas, no Estádio Municipal, em Varginha, Minas Gerais.

A delegação do Internacional chegou em Varginha, na tarde do último domingo, confiante e bem consciente da responsabilidade e da importância em manter a liderança e a diferença de 3 pontos do 2º colocado (América MG), principalmente porque o jogo seguinte também é fora, contra o Criciúma, 8º colocado, com 42 pontos e em Santa Catarina.

 O Internacional vai para esse jogo com vários desfalques importantes. Damião e Rodrigo Dourado (lesões), Edenilson (suspenso 3º cartão amarelo) e Sasha (expulso no último jogo) estarão fora da “batalha” e deverão ser substituídos por Nico López, Charles, Jéferson e Camilo, respectivamente. Os substitutos são de qualidade e com certeza poderão dar “conta do recado”. Jéferson vem da base, já vinha treinando no grupo principal e deverá iniciar o jogo, ficando Valdemir de sobreaviso.

O Boa Esporte poupou jogadores em sua última partida e perdeu para o ABC, em Natal, por 1 x 0, ficando mais próximo da zona de rebaixamento, o que torna as dificuldades ainda maiores. No momento está em 12º lugar, com 37 pontos, 3 pontos a mais que os dois primeiros da zona de rebaixamento.

Noite de muita expectativa, confiança nos jogadores que serão os titulares e esperança em mais um bom resultado. Noite de ver e ter certeza se o Internacional tem ou não um plantel qualificado e competitivo à Série B, não ficando só restrito e refém dos desempenhos dos jogadores titulares.

As notícias na Internet e nos principais jornais, considerando como sendo verdadeiras, são de que o Internacional inicia um período importante de avaliação da permanência de atletas emprestados, assim como dos que retornam. Como qualquer torcedor Colorado, a minha preocupação é grande, pois no meu entendimento, não deveria haver mais dúvidas sobre a utilização de cada um.

Por outro lado, existem declarações (também considerando como sendo verdadeiras) que o Internacional está sem dinheiro em caixa, que recebeu uma dívida de 25 milhões da gestão anterior, o que me causa certo espanto e desconforto. Com o desinteresse demonstrado em participar dos jogos finais e prêmios da Copa do Brasil acreditei que havia dinheiro em caixa… Pensei que em 2017 teria que aguentar só a queda à Série B e as lembranças dos constrangimentos vividos em 2016. Estava enganado, pois o pior ainda está por vir. A gestão atual assumiu com uma definição da necessidade da venda de um jogador por ano para equacionar, equilibrar ou dar folga às contas do clube e que agora é de um jogador em cada janela de transferências. Sinceramente mentalidade e política de time pequeno, sem grandes pretensões. Quando leio que a gestão Colorada entende que a disputa da Série B desvaloriza o plantel e que mesmo assim espera proposta por algum atleta do grupo de Guto Menezes, ou seja, negociar na baixa valorização, não sei o que concluir. Contraria qualquer lógica de negócio e se torna altamente prejudicial aos interesses do clube. Fico triste em ler que a atual gestão entende que o grande desafio, na virada do ano, é encontrar interessados. É inacreditável e intolerável essa mentalidade caótica e ultrapassada de “vitrine de jogadores”. Isso interessa a quem, pois ao clube e à torcida, tenho certeza que não. Uma coisa é negociar um jogador quando da existência de uma proposta irrecusável, outra é negociar mendigando interessados, quando qualquer troco serve, no mínimo, momento totalmente inoportuno.

Será que a “síndrome de time pequeno” continua, se conformando em somente participar e a não disputar títulos, ignorando voltar a ser Campeão Brasileiro, vencer novamente a Libertadores da América e o Mundial de Clubes FIFA? Será que essa mentalidade não saiu do Beira-Rio? Será que isso estava debaixo do tapete? Será que enquanto nós, torcedores Colorados, ficamos desejando e sonhando com a formação de um grande time, eles ficam pensando somente em participar da Série A, de sobreviver e de satisfazer outros interesses? Me nego a acreditar que isso possa estar novamente acontecendo (ou que tenha sempre existido nos bastidores) e que possa ser admitido, sem nenhuma contestação, no Beira-Rio. Já era do meu conhecimento as categorias de base de um clube, mas um time de base, preparando jogadores para outros clubes, sinceramente, desconhecia… É  muito desrespeito a história do Internacional. Será que esse martírio que estamos vivendo nos últimos anos e, agora, na Série B, não serviu de aprendizado para nada? O que falta acontecer para o Internacional acordar desse pesadelo sem fim?

Se existe alguma situação financeira insustentável ou de desequilíbrio permanente e que impossibilite o Internacional ser um grande clube, a torcida precisa tomar conhecimento, em detalhes, de sua origem, causas e soluções possíveis. Acredito que isso deveria ser uma das responsabilidades do Conselho do Internacional, pois essa é uma das razões para sua existência.

Superei muita resistência pessoal para escrever essa postagem, pois se trata da primeira vez que não concordo literalmente com um posicionamento da gestão atual, entretanto não posso ficar omisso vendo a torcida encher o Beira-Rio e creditar que em 2018 teremos um grande time e perceber que poderá ter seus sonhos novamente frustrados. Por essa e outras razões que defendo uma mudança geral de fotografia no clube, com a chegada de gente nova, qualificada, com visões modernas, mais ousada, que consiga mesclar adequadamente paixão e gestão, sem os vícios do presente e do passado recente e que pense e tenha a capacidade de tornar o Internacional no clube que a torcida deseja e merece.

Estava bom demais para ser verdade…

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About Antônio Carlos Pauperio

Antônio Carlos Pauperio
Sou apenas mais um dos simples torcedores do nosso INTERNACIONAL. Atualmente resido em Salvador, na Bahia, mas mesmo distante continuo sempre acompanhando e torcendo pelo sucesso de nosso Colorado e pela alegria da nossa torcida. Para acompanhar o que escrevo, fora do nosso blog, acesse o endereço http://discutindoavidanormal.blogspot.com

14 comments

  1. Nossa sorte….Pegamos uma serie B de times mortos, times fracos sem qualidade, pq senão……Pior de tudo é ouvir o Gordiola depois do jogo, questionado sobre a entrada do Gutierrez o téco disse “Precisavamos de mais criatividade no meio campo” COMO???? DALESSANDRO NÃO JOGOU?? CAMILLO NÃO JOGOU??? pessoal estamos falando de times como boa esporte, luverdense, b pelotas e não de corinthians, flamengo, atl/mg. SENÃO CONSEGUIMOS UM ENFRENTAMENTO COM TIMES COMO CITEI PRIMEIRO, O QUE VAI ACONTECER ANO QUE VEM COM OS SEGUNDOS TIMES, FATALMENTE DESCEREMOS DE NOVO, NÃO É URUBUZAR É A REALIDADE, E O MAIS FANÁTICO DOS TORCEDORES TEM QUE ENTENDER ISSO; subiremos mais pela ruindade dos outros frequentadores da B do que por méritos, se fosse por méritos estaríamos com 20 pontos á frente de todos. TEM ALGO ERRADO NO VESTIÁRIOS SIM, E É CLARO QUE É A PREMIAÇÃO, MUITOS FICAM BRABOS COMIGO QUANDO DIGO QUE BOLEIRO É TUDO MERCENÁRIO. Os jogadores tem todas as MORDOMIAS que os outros clubes não tem, tipo, hotéis, fretamento de voos, e mesmo assim o desempenho é pífio, contra times sem nenhuma expressão no cenário nacional, o que é isso??? APOIA DA TORCIDA É O QUE NÃO FALTA POIS TODOS OS JOGOS DO BRIO O ESTÁDIO ESTÁ QUASE LOTADO, então o que é?? Jamais saberemos, ainda mais se for premiação pois nenhum boleiro ou dirigente tem coragem para vir aos microfones e falar. CONTINUO NAQUELA, MAIS OITO CONTRATAÇÕES OU SENÃO…..

    • Antônio Carlos Pauperio

      Vanderlei, muitos poderão considerar exagerados teus comentários, mas, para mim, espelham o pensamento de um verdadeiro torcedor Colorado. Não me venham com a baboseira de considerar fanatismo quem expressa a verdade, mesmo que “doa nos calos” de alguns. A verdade que sentimos não pode ser esmagada pela hipocrisia da omissão. Ninguém pode negar que foi estranho e constrangedor o pífio desempenho dos jogadores no jogo de ontem. Foi realmente de assustar e se alguém viu de maneira diferente, é melhor consultar um oftalmologista ou estava vendo outro jogo. Vanderlei, em determinados momentos, fiquei sem saber o que pensar, pois não acreditava no que estava vendo. Foi o jogo mais fácil de ganhar e quem considera ter ganho um ponto ter sido bom, eu penso o contrário, os dois pontos perdidos poderão fazer falta, pois existe uma má vontade nas arbitragens em ver o Internacional campeão da Série B.

  2. Gaude

    Parecia que nós já sabíamos. O empate com sabor de derrota há pouco terminado o jogo em Varginha, trouxe inquietações bastante incômodas para nós da torcida. Jogamos mal, sem objetividade, sem criar jogadas agudas, e tínhamos dois jogadores escalados para isso, D’Ale e Camilo.

    O amigo Melo acertou em cheio quando falou não entender tanta improvisação tendo apenas uma ausência importante na equipe que foi o LDamião. Guto armou uma confusão. Tirou Pottker do lugar, Camilo na ponta não entrou no jogo. O menino Jéferson jogou muito pouco, parece que sentiu a pressão do jogo e desapareceu. Porque não foi Juan à campo???? Lá pelas tantas, GFerreira tira o menino e coloca o Gutierrez, de perna trocada, em campo.

    CWinck outra atuação lamentável, completamente aquém do que se espera de um lateral para jogar no Inter. O Boa com toda simplicidade sua, fez a festa na ponta esquerda e levou perigo à Dfernandes.

    Nico Lopez ficou à deriva, sem receber bolas, sem jogar com ninguém, o Inter parecia um time de 2ª divisão hoje. Sem ataque, sem ambição, errando muitos passes, parece que este time não treina junto, é impressionante a ruindade do time. Pottker só pode reclamar do penalti sofrido e não marcado, foi a única coisa que ele fez, porque de resto, muita correria e pouca objetividade. Como fez falta a parede que LDamião faz na meia lua e prepara a jogada para quem vem de trás.

    Para nossa sorte, O América também empatou e quase perdeu para o Xavante, que fez uma excelente partida contra o vice-líder. Imagino que, para nós, será este sufoco até o fim. É muito preocupante a fragilidade defensiva e a ruindade da equipe nas bolas altas na nossa área.
    Agora é o Criciúma no caldeirão deles. Vamos torcer que saiam de lá com os 3 pontos.
    Grande abraço.

    • Antônio Carlos Pauperio

      Bom dia, Gaude e meus amigos(as) Colorados(as)! Acordei com os mesmos pensamentos que fui dormir. Inacreditável o desempenho medíocre e desinteressado do time Colorado ontem a noite. Fica difícil entender se foi desinteresse ou displicência. Não gostei nada do que vi e fiquei bastante preocupado, porque esse tipo de comportamento lembra algo semelhante no passado recente. Alguns jogadores estiveram irreconhecíveis, a começar por D’Alessandro, Pottker e Camilo. D’Alessandro foi de uma apatia e em determinados momentos até displicente. Acredito que não tenha gostado de viajar para Varginha. Winck (o chute de volta para o campo diz tudo) e Uendel, por favor, não possuem condições para serem titulares de um time como o Internacional. Já tinha visto esse “atalho” dos chutes da defesa para a disputa dos atacantes/defensores. Foi balão para todos os lados. De dar dó em quem gosta de futebol. Sim, existem “conversas reservadas” entre jogadores, sem a presença de dirigentes e treinadores, aquelas rodinhas/resenha feitas pelos jogadores é um exemplo, mas nunca tinha visto um treinador voltar para o campo de jogo e os jogadores permanecerem no vestiário. Mau sinal… Prêmio para ser campeão, salários atrasados, descontentamento com a direção, comando paralelo e “queima” do técnico ou de que se trata? Jogador é a profissão mais favorecida, privilegiada que existe, fora de qualquer meio de comparação com as condições de qualquer outro trabalhador no Brasil Arriscaria dizer, mimada e valorizada demais, muito acima do que realmente merecem. Nada justifica uma apresentação com nível tão baixo como nesse último jogo. Desculpem, mas não tenho visto os atacantes manterem uma posição na frente, pois sempre há uma alteração de posicionamento conforme os deslocamentos. Ontem o que mais fez falta foram as ausências do Damião e do Edenilson e um pouco de bom senso para jogar sem os dois. Ontem, ignorando os jogadores do meio de campo e jogando balões de uma área à outra, com o adversário jogando recuado em seu campo, me parece, no mínimo, total falta de inteligência e indesculpável para jogadores experientes. Culpar o Jéferson, garoto que estava estreando, me parece um equívoco muito grande, pois ninguém dos “experientes” jogou ontem. As razões que justifiquem tanta apatia, só eles sabem responder. Não restam dúvidas que os jogadores do Internacional entraram em campo com “algo atravessado”, que algo estava “incomodando” eles, era visível pelo comportamento apático e, em alguns casos, até “estranhos”. Até onde sei viajaram domingo e deveriam ter correspondido, ao menos, com esforço em campo. Jogo para golear, tal a fragilidade do adversário. Dois pontos perdidos. E agora tem o Criciúma fora… Para não “passar batido”, ainda tem o presidente do Internacional afirmando que espera pretendentes e propostas para negociar Dourado e outros que se destacam…

  3. Alô você Pauperio!
    Para o jogo de hoje , a “cozinha” não será mexida, menos mal. No meio campo penso que o maior problema está na ausência do Edenilson, uma vez que Charles substitui Dourado com desenvoltura. A entrada do Jeferson ao seu lado é. Que começa a tornar as coisas não muito claras. Porque não Juan que vinha sendo a primeira opção? O desfalque de Damião parece ter causado um mexe-mexe excessivo. Vai Potker pra centroavância, Nico na dele é Camilo na do Sasha. Aí me parece que foi mexido demais. O potker deveria ficar na dele com o Nico entrando na do Sasha e ser colocado um centroavante de ofício, o mais parecido com o possível com o Damião. E o Camilo? Esse iria para o lado do D,’Ale no meio. Mas tudo são conjecturas. Quem está com a palavra é o GF. Esperemos que esteja correto em suas escolhas e eu terrivelmente equivocado.
    Coloradamente,
    Melo
    Direto da Cidade Maravilhosa

    • Antônio Carlos Pauperio

      Melo, tuas observações são excelentes. Para mim também foi uma surpresa a entrada do Jéferson, mas pelas informações que vem sendo divulgadas, é um jogador de grande poder de movimentação. Não desmerecendo sua opinião, mas com o Charles em campo, acredito que falta alguém para ajudar na marcação, mais estilo Dourado. Acredito que entre o Juan, Valdemir e Jeferson, pelas informações, parece que esse último é o que se aproxima mais. Vamos conferir no jogo. Se Camilo jogasse ao lado do D´Alessandro, sem a presença do Damião, seu desempenho seria muito prejudicado. Dessa forma que o time será escalado, acredito que D´Alessandro ficará mais livre para jogar e fazer os seus lançamentos preciosos para Pottker e Nico López. Pelos últimos jogos, o que se observa é que os dois não mantém posição, jogando pela direita e pela esquerda conforme a movimentação do time. Levo fé em mais um bom resultado fora do Beira-Rio.

  4. Gaude

    Acredito que a modificação de tudo que está aí, só será efetivamente implementada por gente que não pertence ao passado apocalíptico vivido e tem o conhecimento de causa da modernidade que está pedindo passagem no “modus operandi” na vida colorada.

    Precisamos de sangue novo e jovem no Inter. Lugar de coisa velha é no museu.
    Grande abraço.

    • Antônio Carlos Pauperio

      Gaude, exatamente isso, gente sem vícios do passado e que pense com profissionalismo e paixão. Não consigo entender que com tantos exemplos de grandes times na Europa ninguém consegue ter um mínimo de humildade, ir até lá e ver como fazem suas gestões. A desculpe de só poder fazer com altos investimentos, apesar de necessários, não serve como argumento, pois o conhecimento, a imaginação e a inteligência podem encontrar outras soluções alternativas menos onerosas e considerando a realidade regional e nacional, mas com projeção internacional.

  5. Dorian R. Bueno
    Dorian R. Bueno

    A NAVE ESPACIAL DO INTERNACIONAL, ATERRIZOU DE BOA EM VARGINHA!!!

    Tomara que a nave especial do comandante Gordiola do Internacional, tenha conseguido fazer uma ótima aterrizagem nas terras misteriosas de Varginha – MG.
    Acredito que pelo fato do Colorado não ser um time de ETs, não tenha causado tanto espanto e ainda teve uma tranqüila recepção da população mineira.
    Jogar contra este Boa Esporte que no primeiro turno venceu o Colorado dentro do Beira-Rio, e quase causou um estrago no projeto da Série B, com certeza será um desafio maior ainda.
    Mesmo cheinho de desfalques o Internacional tem plena condição de desempenhar um bom futebol, controlar o andamento da partida para conquistar mais uma grande vitória.
    Que os escolhidos do Guto Ferreira, consigam ter uma Boa performance, porque estão mais descansados do que o adversário, mesmo jogando futebol nesta terra estranha de Varginha.

    Abs. Dorian Bueno, Google+Plus, POA, 17.10.2017

    • Antônio Carlos Pauperio

      Dorian, verdade, Varginha tem histórias e/ou estórias de OVNI´s, entretanto assim como você, acredito que os extraterrestres não estão na delegação Colorada e nem na cidade. Se estiver enganado, o problema é se algum craque ou seu futebol possa ser abduzido… Como você, levo fé em mais um bom resultado fora do Beira-Rio. Eles estão nos devendo isso.

  6. Naladar Santos
    Naladar Santos

    Paupério, completamente de acordo. É inadmissível que esta prática de venda de um ou mais jogadores por ano, para fechar o orçamento, não tenha sido substituída por algo mais criativo, uma vez que já dura quase duas décadas. Isto se torna ainda mais crítico quando a produção de bons jogadores na base tem sido rara. Minha tese é que ainda temos Dourado, por exemplo, no elenco, porque ele não conseguiu ser titular na Seleção Olímpica. O mesmo vale para o Valdivia, mesmo com todas as controvérsias sobre ele. Ou seja, tivessem estes dois se destacado na Seleção Olímpica e já não estariam no Beira Rio. William, com muito pouca participação, se foi. Nem nosso goleiro (Alysson) conseguimos segurar. É preciso criatividade do nosso pessoal de Marketing, Finanças e Futebol para acabar com esta prática.

    Sobre o jogo de hoje, ainda está na minha lembrança que nossa única derrota dentro do BR foi para o Boa. Portanto, em tese, um jogo bem difícil hoje. Mas, por outro lado, um teste ótimo para nosso elenco, dado os desfalques. Estes jogos podem indicar realmente onde estão nossas maiores carências, além daquelas já conhecidas.

    • Antônio Carlos Pauperio

      Santos, concordo plenamente contigo. Esse negócio de projetar jogadores para depois negociá-los, desculpe, é coisa de time pequeno e sem grades ambições esportivas. É politica de clube que tem só a pretensão de se manter e nunca crescer. Ninguém me convence do contrário de que nos últimos anos o nosso Internacional virou o maior exemplo de uma “vitrine de jogadores”, sem a mínima intenção de crescer e, com certeza, deve estar agradando a poucos, principalmente enchendo o bolso de muitos empresários. Quanto ao jogo de hoje, também acredito que será difícil, mas pode oportunizar que outros jogadores qualificados possam jogar o tempo adequado para apresentar um bom desempenho. levo fé no resultado.

  7. Simone Kuiava
    Simone Kuiava

    Sabe Pauperio a gente acha que sabe o que ocorre mas eu acredito que só dentro do campo onde de podemos enxergar. Fomos de time reserva na Liga e fizemos um amistoso depois! Não entendo!

    • Antônio Carlos Pauperio

      Simone, como Colorados de coração, muitas vezes, é até bom que não enxerguemos muito, pois a frustração seria maior ainda… Tem horas que dá vontade de desistir e deixar de sonhar com um Internacional protagonista, com presença em todas as principais competições, como um grande clube e detentor do amor de uma maravilhosa torcida. Sinceramente, acredito ser lamentável essa aceitação de uma presença medíocre no futebol brasileiro, tanto isso é verdade, que estamos vendo a satisfação de alguns por estar liderando a Série, como se isso fosse um grande feito. Não é esse o Internacional que sonho e não é esse o Internacional que nossa torcida merece.

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