Um torcedor, uma história

Tantos colorados tem a experiência de a cada jogo poder acompanhar o Inter no Beira-Rio. Mas e quando se é colorado a kilometros de distância do Gigante?

Mário Tellez, 78 anos, veio da Bolívia ao Brasil visitar a filha Tereza, colorada de fé como ela mesma diz, e conhecer o Beira-Rio. No último jogo do campeonato, de uniforme e sorriso no rosto, os dois rumaram ao estádio acompanhados de Padre Ceron do Centro Social Padre Pedro Leonardi.

Após a partida Sr. Mário disse:

Adorei! Foi uma aventura inesquecível no templo vermelho, meu coração é do inter!

De volta para o seu país com as lembranças da visita em seu coração, Sr. Mário leva às plagas distantes, assim como diz o hino, os feitos relevantes colorados!

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About Simone Kuiava

Simone Kuiava
"Lembro-me ainda pequena, folheando o jornal a partir das últimas páginas, a atenção que me chamava aquele time de camisa vermelha e detalhes brancos. Não eram notícias de títulos tampouco de grandes contratações. Era apenas mais uma partida de um time que sempre ficava pelo meio da tabela. Mas porque uma criança se entreteria por algo assim? Por amor. Apenas isso explica essa empatia imediata! Um sentimento puro, sem esperar trocas, gostar por gostar! Sentir aquela vontade insuportável de torcer e de vibrar. Odiar e amar em um intervalo de 90 minutos, e cada vez mais se envolver. Eu me tornei colorada dessa forma: amando à primeira vista."

6 comments

  1. Oi, Simone! Parabéns pela postagem sobre o torcedor colorado!

    Pessoal, começou a dispensa de jogadores que não serão aproveitados pelo Inter:
    Carlos, Alex Santana e Diego já foram. Carlinhos vai no fim do ano, quando encerra o contrato. Assim também Taiberson e João Afonso.
    Fala-se que o Inter tem interesse em contratar Bruno Silva, do Botafogo. Confesso que não lembro desse meio campista.
    E assim começa o andar da carruagem….
    Abraços a todos do blog!

  2. Alô você Simone k!
    Chega a fascinar quando tomamos conhecimento dessas histórias de paixão clubística quando aparentemente não se tem uma explicação razoável. Certamente o Sr Mário, faz parte do universo que também habita nossa blogueira Jéssica Loures que de lá de Minas Gerais, sem motivo aparente foi tomada por um desejo de torcer, de se apaixonar pelo nosso INTER como também a Bahiana mais colorada do mundo, nossa amiga Jô (Johanne Pontes ) que reside em Roraima. É realmente facinante. Abraço seu Mário, abraço Tereza.
    Coloradamente,
    MELO

    • Meu amigo, querido do coração, Paulo Ricardo Melo. Realmente, daquelas paixões inexplicáveis. Só quem pisa no Beira Rio consegue entender o que significa emoção à flor da pele. Ser Colorado é estado de espírito. Ultrapassa todas as fronteiras físicas que existem. Obrigada por ter me proporcionado tamanha experiência. Um abraço gigante aos nossos colorados e a vc, meu grande amigo.

  3. Alô você Simone k!
    Chega a fascinar quando tomamos conhecimento dessas histórias de paixão clubística quando aparentemente não se tem uma explicação razoável. Certamente o Sr Mário, faz parte do universo que também habita nossa blogueira Jéssica que de lá de Minas Gerais, sem motivo aparente foi tomada por um desejo de torcer, de se apaixonar pelo nosso INTER como também a Bahiana mais colorada do mundo, nossa amiga Jô (Johanne Pontes) que reside em Roraima. É realmente facinante. Abraço seu Mário, abraço Tereza.
    Coloradamente,
    Melo

  4. bike boy colorado

    Oi Simone, que belo post contando a vinda do Colorado boliviano Sr. Mário Tellez visitar a filha Teresa e também certamente realizando um sonho muito acalantado que é conhecer nosso templo futebolístico, o lindo Beira-Rio.

    Colorado de fé esse Sr. Tellez.

    Sua caranga vermelha e branca (parece-me uma Rural Willys) toda enfeitada. Muito show. Valeu!!!

  5. ue

    Bom dia, Si. Parabéns pela consideração a um torcedor até então como tantos anônimos de etnia e nacionalidade além fronteiras nacionais. Como é belo saber e como é bom sentir a emoção contagiante deste amor incondicional. Tive algumas oportunidades de participar de momentos ímpares quando em passeio às Termas de Daiman – um modesto funcionário do hotel me sorria encantado com a camisa do inter que eu vestia. Pediu para tocá-la. Deixei. O fez e o brilho dos olhos me mostraram o quão relevante para nós os humildes trabalhadores do povo significa esta camisa vermelha. Não lhe dei a camisa. Poderia mas não o fiz. Até porque não lhe serviria por ser muito maior do que eu. Anotei o nome e o número que ele simpatizava. Na excursão seguinte pelo Coordenador do Grupo, enviei o Manto. Foi só choro de alegria.Abraço!

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